Doença arterial periférica – Parte I

Equipe Editorial Bibliomed

Neste artigo:. - Introdução. - Fatores de risco. - Diagnóstico. - Referências. Introdução. A causa mais frequentemente observada de doença arterial periférica (DAP) é a aterosclerose. A patologia da aterosclerose que afeta os membros é semelhante àquela da que afeta a aorta, as coronárias e as artérias cerebrais extracranianas. Dos pacientes que se apresentam com sintomas de aterosclerose periférica, cerca de 80% apresentam estenose de artérias fêmoro-poplíteas, 30% têm lesões de aorta ou artérias ilíacas, e 40% apresentam lesões em artérias tíbiofibulares. A maioria dos pacientes possui múltiplas estenoses.. A prevalência de DAP, tanto sintomática quanto assintomática, aumenta com o avançar da idade, variando de 3% entre os indivíduos com menos de 60 anos a mais de 20% naqueles com 75 anos ou mais. A prevalência da claudicação varia entre 1% e 5%, sendo que o pico de incidência é entre a sexta e sétima décadas de vida, desenvolvendo-se mais tardiamente nas mulheres do que nos homens. A cada ano, aproximadamente 2% a 4% dos pacientes com claudicação intermitente desenvolvem isquemia crítica do membro. A sobrevida a longo prazo é reduzida, nos pacientes com DAP. O risco de morte, na população ...

Palavras chave: doença arterial periférica, risco, pacientes, aterosclerose, claudicação, isquemia crítica, diabéticos, artérias, angiografia, dopler

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