pelvica
Neste artigo:. - Introdução - Quadro clínico e diagnóstico - Abordagem terapêutica - Conclusão - Referências Bibliográficas. Introdução. O carcinoma primário das trompas de falópio (ou tubas uterinas) é uma neoplasia ginecológica rara com as seguintes características: seu diagnóstico pré-operatório é facilmente perdido ou retardado devido à falta de sintomas e sinais específicos; é difícil distinguir entre câncer epitelial seroso de ovário ou carcinoma seroso peritoneal primário
Artigos / Publicado em 1 de outubro de 2019Neste artigo:. - O que é - Epidemiologia - Características gerais - Etiologia e patogênese - Quadro clínico - Exames complementares - Tratamento - Complicações - Prevenção - Conclusão - Referências Bibliográficas. O que é. A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma síndrome clínica caracterizada por infecção ascendente do trato genital superior feminino, envolvendo útero, trompas
Artigos / Publicado em 10 de maio de 2025Cerca de 50% dos casos são casuados por gonococos. Outras etiologias incluem Chlamydia, Mycoplasma hominis, estreptococos e bacilos entéricos. O diagnóstico clínico não é acurado: somente 20% das pacientes apresentam a síndrome clássica de hipogastralgia, colo uterino doloroso à palpação, disparenunia, febre e leucocitose. As principais complicações são infertilidade e prenhez ectópica. O tratamento dos casos moderados/graves deve ser feito em nível hospitalar com Doxiciclina + Cefoxitina
Artigos / Publicado em 15 de maio de 2002Neste artigo:. - Introdução - Causas - Avaliação da paciente - Diagnósticos diferenciais - Exames complementares - Abordagem terapêutica - Conclusão - Referências. Introdução. A Dor Pélvica Crônica (DPC) é extremamente comum, afetando uma em cada sete mulheres (especialmente durante a idade fértil) e respondendo por cerca de 10% das consultas ao ginecologista. Mas este não é um problema exclusivo das mulheres e pode acometer homens após episódios de prostatite crônica,
Artigos / Publicado em 9 de novembro de 2018Neste artigo:. - Introdução - Diagnóstico diferencial - Avaliação clínica - Referências Bibliográficas. Introdução. As massas pélvicas se desenvolvem comumente em mulheres de todas as idades e estados de saúde. Apesar da variedade de massas existentes, as diretrizes gerais para diagnóstico e manejo permitem que a maioria das massas seja tratada em um ambiente generalista.. A avaliação de massa pélvica feminina costuma gerar bastante medo e ansiedade, especialmente pelo risco
Artigos / Publicado em 1 de novembro de 2022Neste artigo:. - Introdução - Exame do Paciente - Exames Complementares - Tratamento - Conclusão - Referências Bibliográficas. "A hidronefrose e o hidroureter são distúrbios comuns, encontrados tanto em serviços de urgência quanto em ambulatórios e consultórios. A Hidronefrose é definida como uma dilatação da pelve e dos cálices renais. A presença de um sistema hidronefrótico deve ser considerada uma resposta ao bloqueio do fluxo de urina. Contudo, em alguns casos, como no
Artigos / Publicado em 2 de setembro de 2014Neste artigo:. - Introdução - Exame do paciente - Diagnósticos diferenciais - Exames complementares - Tratamento - Conclusão - Referências. Introdução. O termo Prostatodinia ou Síndrome da Dor Pélvica Crônica (SDPC), ou prostatose, costuma ser empregado para designar queixas inexplicadas de dor pélvica associada a (1) sintomas excretores inespecíficos e/ou dor na região da virilha, genitália ou períneo, ou (2) ausência de puiria e bacteriúria, com ou sem leucocitúria, em
Artigos / Publicado em 1 de agosto de 2018Neste artigo:. - 1. O QUE É - 2. GENERALIDADES - 3. AVALIAÇÃO DA PACIENTE - 4. EXAMES COMPLEMENTARES - 5. ABORDAGEM TERAPÊUTICA - 6. CONCLUSÃO - 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 1. O QUE É. A fístula vesicovaginal (FVV) é uma comunicação epitelizada anormal entre a bexiga urinária e a vagina, que permite a passagem involuntária de urina do trato urinário inferior para o canal vaginal. Clinicamente, caracteriza-se principalmente por perda urinária contínua ou quase contínua
Artigos / Publicado em 27 de agosto de 2026Neste artigo:. - 1. O QUE É - 2. GENERALIDADES - 3. FISIOPATOLOGIA - 4. AVALIAÇÃO DA PACIENTE - 5. EXAMES COMPLEMENTARES - 6. ABORDAGEM TERAPÊUTICA - 7. ABORDAGEM PRÁTICA DA DISMENORREIA - 8. CONCLUSÃO - 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 1. O QUE É. A dismenorreia é definida como a ocorrência de dor pélvica ou abdominal de caráter cíclico associada à menstruação, geralmente localizada na região hipogástrica e frequentemente descrita como cólica. A dor pode irradiar
Artigos / Publicado em 27 de agosto de 2026Neste artigo:. - Introdução - Apresentação clínica - Tratamento clínico - Tratamento intervencionista - Complicações e prognóstico - Conclusão - Referências Bibliográficas. Introdução. Uma vez que não existem critérios patológicos patognomônicos para diagnosticar e monitorizar a severidade do processo inflamatório na cistite intersticial (CI), as indicações e os objetivos do tratamento baseiam-se na intensidade dos sintomas do paciente. A avaliação da resposta ao tratamento
Artigos / Publicado em 4 de novembro de 2019