Prevenção da nefrotoxicidade do contraste radiológico utilizando acetilcisteína

Equipe Editorial Bibliomed

É frequente que a administração de material de contraste radiológico produza uma redução na função renal, às vezes transitória, e outras permanente. Esta complicação produz uma morbidade e mortalidade consideráveis (que pode levar à insuficiência renal crônica), e mais ainda, prolonga as internações e aumenta os custos. Este problema é muito importante se considerarmos que cada vez mais são realizados procedimentos radiológicos invasivos que utilizam contraste para diagnosticar e tratar doenças complexas. É frequente, por exemplo, que frente a um paciente diabético com provável doença coronariana se evite a realização de uma cineangiocoronariografia por causa do risco de se produzir uma insuficiência renal.. Tepel e colaboradores, em 2000, realizaram um estudo que demonstra que a administração de acetilcisteína por via oral previne a deterioração da função renal induzida pelo contraste radiológico. Esta descoberta é de suma importância porque utilizando uma droga de fácil administração, baixo custo e com poucos efeitos adversos seria possível prevenir uma complicação frequente que causa a prolongação das internações e o aumento dos custos.. Os fatores de risco conhecidos para insuficiência renal induzida por contraste são: insuficiência renal prévia (sobretudo quando secundária ao diabetes), a hipovolemia, a administração simultânea de drogas que afetam a ...

Palavras chave: Acetilcisteína, contraste radiológico, nefrotoxicidade, insuficiência renal crônica.

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