genetica
Alessandro Loiola A terapia genética do câncer se encontra em estágios mais avançados do que julga a maioria dos médicos brasileiros. Avanços dramáticos na compreensão das bases genéticas do câncer levaram ao desenvolvimento de novas tecnologias e ferramentas para tratar e prevenir esta doença. Por exemplo, pesquisadores estão estudando a eficácia do G207 (um vírus herpes simples tipo-1 geneticamente modificados) no tratamento de tumores de mama malignos metastáticos no cérebro. Até
Artigo / Publicado em 23 de junho de 200030 de dezembro de 2025 (Bibliomed). Um grande estudo publicado na revista Pediatrics (outubro de 2025) analisou os primeiros 12 meses de vida de 309 bebês diagnosticados ainda na gestação com alterações cromossômicas conhecidas como trissomias dos cromossomos sexuais — as síndromes XXY (Klinefelter), XYY e XXX. O avanço dos testes pré-natais de DNA fetal tem aumentado o diagnóstico desses casos, antes raramente identificados.. Os resultados mostraram que, apesar de algumas condições médicas
Clipping / Publicado em 30 de dezembro de 2025Dr. Carlos Perez A terapia genética cardiovascular é uma nova estratégia para a abordagem de processos isquêmicos e para a proteção dos vasos por meio da expressão de fatores angiogênicos e a compensação de deficiências genéticas hereditárias. A terapia genética cardiovascular é uma nova estratégia para a abordagem de processos isquêmicos e para a proteção dos vasos por meio da expressão de fatores angiogênicos e pela compensação de deficiências genéticas hereditárias. A terapia
Artigo / Publicado em 14 de agosto de 2000Ruy G. Bevilacqua Eneida de Moraes Marcílio Cerqueira Paulo S. M. Alcântara. Introdução. O crescimento organizado, processo resultante da proliferação e diferenciação celular, depende de eventos coordenados que incluem: (1) duplicação precisa do DNA, previamente à divisão celular; (2) distribuição equitativa dos cromossomos durante a divisão celular; (3) divisões especificamente programadas para cada tipo celular, e (4) controle diferencial
Livro / Publicado em 13 de julho de 2010Regina Amélia Lopes Pessoa de Aguiar Marcos José Burle de Aguiar. Introdução. A genética é uma especialidade médica intimamente relacionada com a prática ginecológica, embora só mais recentemente os ginecologistas estejam interessando-se por ela. A nossa especialidade é, entre todas as especialidades médicas, a que mais convive com o processo reprodutivo humano e, conseqüentemente, é a especialidade que maiores oportunidades tem de acompanhar todos os eventos
Livro / Publicado em 13 de julho de 2010Regina Amélia Lopes Pessoa de Aguiar. Toda gravidez traz consigo o desejo de uma criança saudável. O obstetra, às vezes, convive com o desejo não realizado e tem inúmeras dificuldades para lidar com essas situações. E sabido que 10 a 15% das gravidezes clinicamente reconhecidas evoluem para o abortamento; a taxa de natimortalidade no nosso meio é de aproximadamente 3%, e 1 a 2% dos recém-nascidos vivos apresentam anomalias congênitas, sendo que 0,7% apresentam
Livro / Publicado em 13 de julho de 2010Caesar Augustus Barros Fontes Bases Moleculares da HereditariedadeCitogenética é a ciência que emprega técnicas de citologia para estudar os cromossomos, sua estrutura e conseqüências genéticas para célula, tecido ou organismo. Com a sua evolução, nestas quatro últimas décadas, foi possível estabelecer nítidas correlações entre as alterações cromossômicas e doenças ou síndromes - citogenética clínica. Por outro lado, atualmente todas as áreas
Livro / Publicado em 13 de julho de 2010Alfred G. Knudson. A genética do câncer na infância é o termo utilizado que aborda o estudo das mudanças genéticas nas células cancerosas, o câncer hereditário e as entidades ou doenças genéticas que predispõem ao desenvolvimento do câncer. Os tumores mais comuns na criança são discutidos separadamente, divididos entre dois grupos: leucemias e linfomas e tumores sólidos. A terceira pane discute algumas condições predisponentes.. Leucemias
Livro / Publicado em 13 de julho de 2010A causa subjacente da imunodeficiência- X1 combinada grave SCID-X1 é uma mutação do gene da subunidade gama-c do receptor de citocinas, que previne a diferenciação dos progenitores linfóides em células T e NK. A doença é congênita e ligada ao cromossomo X.. Pesquisadores do Hopital Necker, em Paris, França, liderados pelo Dr. Alain Fischer observaram que a causa subjacente da SCID-X1 é uma mutação do gene da subunidade gama-c do receptor de citocinas, que previne a diferenciação dos progenitores
Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010