Resultados evolutivos das lesões esplênicas contusas graves isoladas

Wei Huang, Caitlyn Braschi, Feifei Jin et al

Importância: O manejo da lesão esplênica contusa está evoluindo para o uso mais amplo de abordagens não operatórias para preservação do baço, e a angioembolização esplênica (SAE) está sendo considerada mesmo em pacientes com hipotensão na admissão. São necessárias pesquisas para compreender os desfechos dessas estratégias de manejo em evolução.

Objetivo: Comparar os desfechos das 3 principais abordagens terapêuticas para a lesão esplênica.

Desenho, cenário e participantes: Foi realizado um estudo de coorte retrospectivo utilizando o banco de dados do American College of Surgeons Trauma Quality Improvement Program (ACS-TQIP) de 1º de janeiro de 2017 a 31...

Palavras chave: Cirurgia, lesão esplênica contusa, esplenectomia, angioembolização esplênica, manejo não operatório, morbidade.

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