Drogas Antiarrítmicas - Parte VI - Betabloqueadores

Equipe Editorial Bibliomed

Neste artigo:. - Introdução - Características - Farmacologia - Efeitos colaterais - Interações medicamentosas - Uso clínico - Referências Bibliográficas. Introdução. Os betabloqueadores, drogas com aplicação clínica no tratamento de diversas condições médicas, têm sido utilizados como antiarrítmicos de forma cada vez mais extensiva. Os betabloqueadores agem principalmente por reverter ou inibir os efeitos eletrofisiológicos e arritmogênicos relacionados com a estimulação beta-adrenérgica; os efeitos antiarrítmicos dependem também da ação anti-isquêmica e anti-hipertensiva.. Existem diferentes drogas betabloqueadoras, que variam enormemente quanto a sua lipossolublidade, atividade simpática intrínseca, cardiosseletividade e efeito estabilizador de membranas. No controle das arritmias, as doses iniciais de propranolol variam entre 40mg a 320mg/dia, em duas doses diárias.. Nas arritmias com risco de vida a administração endovenosa lenta de 1mg a 3mg pode ser realizada com monitorização cuidadosa do ECG, pressão arterial e frequência cardíaca. ...

Palavras chave: Efeitos, arritmias, drogas, antiarrítmicos, bloqueadores, efeitos eletrofisiológicos, tratamento, bradicardia, propranolol, metoprolol, fenitoína, lidocaína, esmolol, Angina de Prinzmetal.

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