Filariose Linfática Humana

Equipe Editorial Bibliomed

Neste artigo: . . - Introdução. - Etiologia. - Quadro Clínico. - Tratamento. - Profilaxia. - Referências bibliográficas. .  A filariose linfática humana, que em sua fase avançada costuma ser chamada por alguns autores de “elefantíase”,  é a segunda parasitose mais comum do planeta, atrás apenas da malária1,2,3,4. Causada por helmintos das espécies W. bancrofti, B. malayi e B. timori, essa parasitose  é endêmica em várias regiões tropicais, assumindo grande importância em saúde pública. Estima-se que mais de 1 bilhão de seres humanos estejam expostos ao risco de contrair a infecção e que 120 milhões seja o número de indivíduos parasitados1. Desses últimos, 90% são portadores da W. bancrofti1. Em 1997, diante dos graves problemas médicos, sociais e econômicos causados pela doença, a Organização Mundial de Saúde lançou o Esforço Mundial de Erradicação da Filariose2.. . Introdução. . A ordem Filarioidea apresenta grande número de espécies parasitas de homens e animais, com características comuns: são todos vermes finos e delicados que parasitam os sistemas circulatório e linfático,  tecido subcutâneo,  ...

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