Revista Médica de Minas Gerais - Volume 10 - Nº01 - Janeiro/Março 2000 - 08 - Colinomiméticos - 2ª Parte

Equipe Editorial Bibliomed

Comparação entre bloqueadores não despolarizantes e despolarizantes. . Os anticolinesterásicos são muito eficazes em superar a ação bloqueadora dos agentes competitivos. Isso ocorre principalmente porque a acetilcolina liberada, protegida da hidrólise, pode difundir-se melhor na fenda sináptica e assim obter acesso a maior área da membrana pós-sináptica do que normalmente teria. Desta forma aumentam as chances da molécula de acetilcolina encontrar receptor desocupado. No bloqueio por despolarização, não há reversão da despolarização pelo uso de drogas anticolinesterásicas. O prolongamento do potencial da placa terminal pode causar ligeiro aprofundamento do bloqueio. Pode haver antagonismo entre drogas competitivas e despolarizantes. A adição de tubocurarina a um músculo parcialmente paralisado por suxametônio reduz sua despolarização e, desde que a concentração de tubocurarina não seja suficientemente elevada para causar bloqueio por si só, a transmissão sináptica será restabelecida. Da mesma forma, em um músculo bloqueado por tubocurarina, o pequeno efeito despolarizante do suxametônio pode deslocar o potencial da membrana em direção ao seu limiar de excitabilidade, ...

Palavras chave: bloqueio, drogas, forma, são, despolarizantes, músculo, é, sináptica, bloqueadores, não, durante, placa terminal, potencial, normalmente, terminal, placa, potencial membrana, drogas despolarizantes, músculo bloqueado, são utilizados eletrodos cutâneos,

Divulgação



conteúdos relacionados
08 - Colinomiméticos - 2ª Parte bloqueio, drogas, forma, são, despolarizantes, músculo, é, sináptica, bloqueadores, não, durante, placa terminal, potencial, normalmente, terminal, placa, potencial membrana, drogas despolarizantes, músculo bloqueado, são utilizados eletrodos cutâneos,


Assinantes


Esqueceu a senha?