A Terapia Biológica no Tratamento de Úlceras e Escaras Associadas ao Diabetes

Equipe Editorial Bibliomed

A morbimortalidade associada a úlceras de estase venosas, no pé do diabético, ou em úlceras de pressão (sacra, glútea ou trocantérica) é alta. A prevalência dos três tipos nos Estados Unidos é de 3 a 6 milhões. A população diabética nos Estados Unidos é de 16 milhões de pessoas e são realizadas 1.200 amputações de membros a cada semana, das quais 84% são precedidas por úlceras de pé. Nestes pacientes, a mortalidade em 5 anos é de 39 a 68%. Estima-se que 17% dos pacientes hospitalizados têm úlcera de pressão; a cura do estágio II das mesmas é de 26% aos seis meses.. As feridas crônicas caracterizam-se por um comprometimento, não só anatômico, mas também funcional, com disfunção plaquetária, em relação à secreção de fatores de crescimento, migração de macrófagos até a ferida, estimulação da angiogênese e síntese do colágeno.. O tratamento destas escaras com equivalente de pele humana (HSE) é uma boa opção de tratamento, devido ao agregado de células adicionais e de fatores de crescimento. O HSE "Apligraf" ® foi aprovado pela FDA por acelerar o fechamento destas lesões. Estudos demonstraram que o Apligraf funciona através da liberação de fatores de crescimento e citoquinas ao meio da ferida crônica.. Em estudos anteriores, o Apligraf mostrou uma eficácia 3 vezes maior que o grupo controle para alcançar o fechamento destas feridas.. Com o objetivo ...

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