Síndrome Febril: Febre de Origem Indeterminada
Equipe Editorial Bibliomed
Tereza Cristina de Abreu Ferrari Enio Roberto Pietra Pedroso. Neste artigo:. - 1. INTRODUÇÃO - 2. REGULAÇÃO TÉRMICA - 3. PATOGÊNESE DA FEBRE - 4. ALTERAÇÕES CLÍNICO-PATOLÓGICAS ASSOCIADAS À FEBRE PROLONGADA - 5. ABORDAGEM À FOI - 6. TRATAMENTO - 7. FOI NÃO DIAGNOSTICADA - 8. PROGNÓSTICO - 9. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA. 1. INTRODUÇÃO. A febre é reconhecida pela primeira vez há 3.000 anos a.C. pelos sumérios como uma das manifestações principais das doenças. Os instrumentos para a medição da temperatura, entretanto, só foram construídos por Galileo e Santorio, respectivamente, nos séculos XVI e XVII d.C. No século XVIII d.C., Fahrenheit desenvolveu o primeiro termômetro de fácil utilização e, em 1868, Wunderlich definiu, inequivocamente, que os aumentos da temperatura corpórea representam evidência significativa da presença de enfermidade. Em 1930, Alt e Barker utilizaram a denominação febre de origem indeterminada (FOI) para designar, sindromicamente, a evolução de pacientes com febre e diagnóstico difícil. Beeson e Petersdorff, em 1961, definiram ...
Palavras chave: Febre, síndrome febril, febre de origem indeterminada, FOI.
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