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OLCADIL

Laboratório

Novartis Biociências S.a.

Principio ativo

CLOXAZOLAM

Classe

Sedativos e ansiolíticos

Composição

Cada comprimido de OLCADIL de 1 mg, 2 mg e 4 mg, contém, respectivamente, 1 mg, 2 mg e 4 mg de cloxazolam. Excipientes: Óxido de ferro amarelo (comprimidos de 1 mg e 4 mg), óxido de ferro vermelho (comprimidos de 2 mg), estearato de mágnésio, talco, hidroxipropilcelulose, amido de milho e lactose.

Apresentação

Embalagens com 20 comprimidos de 1 mg, 2 mg ou 4 mg.

Indicações

Distúrbios emocionais, especialmente ansiedade, medo, fobias, tensão, inquietude, astenia e sintomas depressivos; distúrbios comportamentais, especialmente má adaptação social; distúrbios do sono, tais como dificuldade em dormir ou sono interrompido e despertar precoce; sintomas somáticos, funcionais de origem psicogênica, sentimentos de opressão e certos tipos de dores. As condições nas quais estes sintomas ocorrem freqüentemente são: neuroses, estados reacionais crônicos, reações patológicas subagudas; distúrbios psicossomáticos dos sistemas cardiovascular, gastrintestinal, respiratório, muscular esquelético ou urogenital; reações afetivas, devido a moléstias agudas ou crônicas; síndrome de abstinência ao álcool. Outros empregos: Pré-medicação anestésica; tratamento coadjuvante em psicopatia, retardo mental, psicoses, depressão endógena e psicogênica, distúrbios geriátricos.

Contra indicações

Estados comatosos ou depressão severa do sistema nervoso central; miastenia grave; história de hipersensibilidade a derivados benzodiazepínicos ou a componentes da fórmula.

Posologia

Dose inicial: Pacientes com distúrbios de grau leve ou moderado, 1 a 3 mg ao dia. Pacientes com distúrbios de grau moderado ou severo, 2 a 6 mg ao dia. As doses poderão ser fracionadas em 2 ou 3 tomadas diárias. Dose de manutenção: As doses devem ser ajustadas progressivamente, de acordo com a resposta terapêutica. Para casos leves, de 2 a 6 mg, e para casos graves, de 6 a 12 mg ao dia, em doses fracionadas. Uma acentuada melhora (após 2 a 6 semanas) deve permitir a redução gradual da posologia ou até a retirada completa do medicamento. Pré-anestesia: É recomendado 0,1 mg/kg de peso corpóreo, uma ou duas horas antes da cirurgia, somente nos casos em que é possível a administração oral. Em casos de acentuada apreensão, a mesma dose poderá ser administrada na noite precedente à intervenção cirúrgica. Observação: Em crianças com menos de 15 anos, a experiência clínica com OLCADIL ainda está limitada. Pacientes idosos: Não há evidência de que os pacientes idosos requeiram uma posologia diferente da utilizada em pacientes adultos.

Reações adversas

Sedação, tontura e cefaléia podem ser verificadas com doses elevadas ingeridas de uma só vez. Esses efeitos colaterais geralmente aparecem no início do tratamento, mas podem ser evitados pelo aumento gradual da dose, ou podem ser revertidos pela redução da mesma. Hipotensão ortostática, hipotonia muscular ou ataxia são fenômenos raros.

Interações medicamentosas

Especialmente em doses elevadas, OLCADIL, como todos os medicamentos de ação central, pode comprometer as reações do paciente (ex.: condução de veículos, operação de máquinas, etc.). As experiências animais não revelaram efeitos adversos no feto, mas ainda não há experiência disponível sobre o uso de OLCADIL em mulheres grávidas. OLCADIL não é recomendado durante a lactação. Na presença de doença hepática ou renal, síndrome cerebral crônica ou glaucoma de ângulo fechado, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados e, se necessário, a dose de OLCADIL deve ser reduzida. Embora os benzodiazepínicos apresentem baixo potencial em causar dependência e não tenham sido relatados casos de criação de hábito com OLCADIL, deve-se ter cuidado ao prescrever o medicamento a pessoas com tendência ao vício.
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