Tópicos em Gastroenterologia - Volume 06 - 1ª Ed. - Capítulo 19 - Qual a Conduta nas Lesões do anel pélvico?
Dario Birolini. . I. Introdução. . Uma análise, ainda que sumária, da literatura permite concluir que as fraturas pélvicas, particularmente quando associadas a lacerações de partes moles ou a lesões viscerais, continuam representando um formidável desafio e resultam em índices elevados de mortalidade. Embora variáveis de centro para centro, tais índices situam-se usualmente na faixa de 10 a 50%. Amortalidade obedece a um perfil bimodal: o primeiro pico ocorre horas após o trauma e costuma ser devido a hemorragia; o segundo é tardio, dias a semanas após, e resulta de infecção e de suas seqüelas. Esses dois picos superpõem-se a uma taxa basal de mortalidade, decorrente de lesões viscerais associadas, cranioencefálicas, torácicas ou abdominais. Como se não bastasse, são comuns as seqüelas graves e incapacitantes, como a perda de membros ou a lesão definitiva do esfíncter anorretal.. . Justifica-se este trágico panorama pela intensidade das forças necessárias para ....
conteúdos relacionados
Tópicos em Gastroenterologia - Volume 06 - 1ª Ed.- Artigo
-
Apendicite Aguda: acesso aberto ou laparoscópico?
- Artigo
-
Íleo Paralítico
- Notícia
-
Melhora no sono e no impacto familiar em pacientes pediátricos a partir de 2 anos de idade com dermatite atópica tratados com creme de tapinarof 1% uma vez ao dia em dois estudos pivotais de fase 3
- Notícia
-
Mulheres jovens satisfeitas com a redução de mama anos depois
- Notícia
-
Pesquisas Google sobre o canabidiol aumentam substancialmente nos Estados Unidos
- Notícia
-
Farmacocinética, segurança e eficácia do Dupilumab para dermatite atópica em crianças
- Notícia
-
Efeitos da cerveja e seus componentes na saúde da pele
- Notícia
-
Jejum do Ramadã afeta o uso de medicamentos tópicos pelos muçulmanos no Reino Unido
- Notícia
-
Revisão sistemática de diretrizes para avaliações de economia da saúde
- Notícia
-
Existe realmente uma relação entre a disfunção erétil e as doenças cardiovasculares em diabéticos?



