Acesso à terapia para crianças e adolescentes com esclerose múltipla: considerações globais na prevenção da progressão da doença

E Ann Yeh, Helen Tremlett, Rabporn Suntornlohanakul, Daniela Castillo-Villagran, Beyza Ciftci, Silvia Tenembaum, et al.

A esclerose múltipla de início pediátrico corresponde a aproximadamente 1,5% dos casos prevalentes de esclerose múltipla e está associada a maior carga da doença, incapacidade motora e cognitiva precoce e progressiva na vida adulta jovem, além de altos níveis de depressão e fadiga. Dados observacionais e ensaios clínicos randomizados demonstraram efeitos marcantes das terapias modificadoras da doença na atividade de ressonância magnética e nos desfechos em longo prazo, incluindo a progressão da doença, na população pediátrica.

Apresentamos uma revisão abrangente da literatura publicada com foco nas questões de acesso à terapia em crianças e adolescentes com esclerose múltipla de início...

Palavras chave: Pediatria, esclerose múltipla pediátrica, adolescentes, terapias modificadoras da doença, acesso ao tratamento, progressão da doença.

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