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  • Eletrocardiografia - 1ª. Ed. - Capítulo 22 - Distúrbios Eletrolíticos e Ação Medicamentosa - José Hallake

    José Hallake. Introdução. Tudo que estudamos até aqui foi baseado na existência de um meio iônico corporal ideal, isto é, concentrações iônicas normais. Mas, é claro que, na prática clínica, isso nem sempre ocorre. Vimos no Capítulo 1 que o potencial transmembrana de ação depende, em última análise, dos fluxos iônicos através da membrana celular. É fácil entender que, havendo alterações nas concentrações iônicas, haverá modificações na curva de potencial de

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Manual de Diálise - 2ª Ed - Capítulo 23 - Distúrbios Ácido-Básicos e Eletrolíticos - John T.Daugirdas; Todd S.Ing

    Edward A. Ross Allen R. Nissenson. I. Equilíbrio ácido-básico. A produção de ácidos em pacientes de diálise é normal e é uma função da taxa do catabolismo protéico (ingesta protéica em pacientes não-catabólicos). A taxa de produção ácida pode ser estimada em 0,77 ö a taxa do catabolismo protéico, que é de cerca de 60 mmol/dia (420 mmol/semana) em um paciente de 70 kg. Além disso, em pacientes de hemodiálise existe uma perda de 100 mmol/sessão de ânions orgânicos

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Tratamento da intoxicação por glicosídeos cardíacos

    © Equipe Editorial Bibliomed. Neste Artigo:. - Introdução - Tratamento - Descontaminação Gastrintestinal - Favorecimento da Eliminação - Distúrbios Eletrolíticos - Arritmias - Referências Bibliográficas. Introdução. Os glicosídeos cardíacos são usados na medicina há mais de 200 anos, sendo introduzidos por Sir William Withering, em 1785. Atualmente, o único representante dessa classe de medicamentos que está disponível é a digoxina,

    Artigo / Publicado em 18 de outubro de 2012
  • Distúrbios Eletrolíticos: As Alterações Composicionais

    Equipe Editorial Bibliomed Neste artigo: -­ Introdução -­ Alterações da Homeostase do Potássio -­ Alterações da Homeostase do Cálcio ­- Alterações da Homeostase do Magnésio ­- Alterações da Homeostase do Fósforo -­ Conclusão -­ Referências Bibliográficas "Os distúrbios hidroeletrolíticos consistem em mais do que alterações do volume e da osmolaridade/natremia. Diversos outros elementos dos espaços extra e intracelular, tais como Potássio, Cálcio, Magnésio e Fósforo

    Artigo / Publicado em 24 de Janeiro de 2003
  • Reinternações pediátricas após hospitalização para infecções respiratórias inferiores

    22 de agosto de 2017 (Bibliomed). As taxas de reinternação são amplamente utilizadas como uma medida da qualidade dos cuidados de saúde. As infecções das vias respiratórias inferiores (IVRIs), bronquiolite, gripe e pneumonia adquirida na comunidade) estão entre as razões mais comuns para hospitalizações pediátricas, e levam a numerosas reinternações.. Caracterizar as readmissões por IVRIs ajudaria a orientar os esforços para preveni-las. Pesquisadores analisram a variação nas taxas pediátricas

    Clipping / Publicado em 22 de agosto de 2017
  • Rabdomiólise

    Neste artigo:. - Introdução - Causas - Fisiopatologia - Manifestações clínicas e diagnóstico - Complicações da Rabdomiólise - Tratamento - Referências. Introdução. A rabdomiólise é uma síndrome que se caracteriza por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Antigamente, a definição da síndrome baseava-se apenas nos níveis séricos de CPK (>10.000), porém mais recentemente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário

    Artigo / Publicado em 11 de julho de 2016
  • Manual de Anestesiologia Clínica - 4a. Ed. - Capítulo 04 - Considerações Específicas sobre Doença Renal - J. Kenneth F. Eckhardt ; Willian A Parese

    Peter G. KovatsisE Fisiologia Renal Normal A. A função básica do rim é manter o volume, a composição e a distribuição dos líquidos corporais e excretar as substâncias tóxicas. Isto é realizado pelos seguintes mecanismos: 1. Sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAA). O rim secreta renina em resposta a hipoperfusão, depleção de volume (isto é, Na+ diminuído) e aumento da atividade simpática. A renina cinde o angiotensinogênio para formar angiotensina I, que depois é convertida

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Fármacos Cardiologia - 6ª Ed. - Capítulo 04 - Diuréticos - Lionel H. Opie; Bernard j. Gersh

    Untitled Document Lionel H. Opie Norman M. Kaplan. “Pouco benefício provém da utilização de doses altas dos diuréticos orais para reduzir a pressão arterial. ”CRANSTON ET AL., 19631. “Os diuréticos em doses baixas são o tratamento inicial mais eficaz para evitar morbidade e mortalidade cardiovasculares (na hiperten­são).” PSATY ET AL., 20032. Os diuréticos são fármacos que alteram os mecanismos renais fisiológi­cos que produzem a urina, de forma

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Anestesiologia Materno-Infantil - Capítulo 20 - Anestesia no paciente oncológico - Maria Célia Ferreira da Costa ; Luciana Cavalcanti Lima

    IMIP-Anestesia_-_cap-20 Maria Célia F. da Costa. Flávia Gomes Correia . Priscila Milhomem Neiva. INTRODUÇÃO.

    Livro / Publicado em 26 de abril de 2017
  • EMERGÊNCIAS MÉDICAS - Capítulo 38 - Insuficiência Renal Aguda - Marco Túlio Baccarini Pires, Enio Pietra Pedroso, José Carlos Serufo, Maria Aparecida Braga

    Documento sem título INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA INTRODUÇÃO A insuficiência renal aguda (IRA) caracteriza-se pelo declínio no ritmo de filtração glomerular (RFG) em horas ou dias ocasionando retenção dos níveis plasmáticos de uréia e creatinina e no desequilíbrio do volume extracelular e eletrolítico. Foram propostos vários consensos e diretrizes para uniformizar a definição, prevenção e o tratamento da IRA, como os da Acute Dialysis Quality Initiative (ADQI) e da

    Livro / Publicado em 14 de novembro de 2016
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