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  • Paralisia neonatal do plexo braquial - Am J Obstet Gynecol 2002;187:1209-1212

    A paralisia do plexo braquial é uma forma grave de morbidade neonatal. Um estudo irlandês recente, coordenado pela Dra. Valerie Donnelly, do National Maternity Hospital, em Dublin, tentou determinar sua incidência e a persistência de incapacidade, avaliando se sua ocorrência poderia ser prevista por características maternais ou análise partográfica. O estudo acompanhou por 14 anos crianças nascidas entre 1994 e 1998 com evidências de lesão do plexo braquial. Detalhes obstétricos

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Paralisia perinatal de plexo braquial - Paediatrics & Child Health 2006; 11(2):111

    A paralisia perinatal de plexo braquial (PPPB), também conhecida como paralisia obstétrica do plexo braquial, é uma paralisia flácida do braço ao nascer que afeta diferentes nervos que compõem esse plexo. Ocorre em aproximadamente 0,42 a 5,1/1000 nascidos vivos. Recentemente foi realizada uma revisão sistemática da literatura sobre esse tema. Não existem estudos prospectivos sobre as causas e a prevenção

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Disfunção endotelial em pacientes traumatizados - Shock 2005; 24(3):210-213

    Isquemia global, seguida de reperfusão durante a ressuscitação, leva a lesão celular pela geração de metabólitos reativos tóxicos que incluem, mas não exclusivamente, radicais superóxido. Esses radicais reduzem a biodisponibilidade de óxido nítrico (NO), através de uma reação que gera peroxinitritos. Essa redução do NO e a atenuação do relaxamento dependente do endotélio foram observadas em modelos animais de trauma e ressuscitação. Porém, permanece incerto se a vasodilatação mediada

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Disfunção endotelial em pacientes traumatizados - Shock 2005; 24(3):210-213

    Isquemia global, seguida de reperfusão durante a ressuscitação, leva a lesão celular pela geração de metabólitos reativos tóxicos que incluem, mas não exclusivamente, radicais superóxido. Esses radicais reduzem a biodisponibilidade de óxido nítrico (NO), através de uma reação que gera peroxinitritos. Essa redução do NO e a atenuação do relaxamento dependente do endotélio foram observadas em modelos animais de trauma e ressuscitação. Porém, permanece incerto se a vasodilatação mediada

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Disfunção endotelial em pacientes traumatizados - Shock 2005; 24(3):210-213

    Isquemia global, seguida de reperfusão durante a ressuscitação, leva a lesão celular pela geração de metabólitos reativos tóxicos que incluem, mas não exclusivamente, radicais superóxido. Esses radicais reduzem a biodisponibilidade de óxido nítrico (NO), através de uma reação que gera peroxinitritos. Essa redução do NO e a atenuação do relaxamento dependente do endotélio foram observadas em modelos animais de trauma e ressuscitação. Porém, permanece incerto se a vasodilatação mediada

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Razão triglicérides-HDL-colesterol (RTG/HDL) e enrijecimento arterial aumentado em crianças, adolescents e adultos jovens - Pediatrics 2013; 131(4):e1082-90.

    Urbina EM, Khoury PR, McCoy CE, Dolan LM, Daniels SR, Kimball TR . Contexto e Objetivo: Os níveis de lípides estão relacionados à aterosclerose precoce. A estratificação de risco pode ser melhorada pelo uso da RTG-HDL, a qual se relacionada ao enrijecimento arterial em adultos. Nós testamos se a RTG/HDL é um preditor independente de enrijecimento arterial em jovens. . Métodos: Indivíduos com idade de 10 a 26 anos (média de 18,9 anos; 39% do sexo masculino; 56% não-caucasianos; n=893) tiveram

    Literatura Médica / Publicado em 9 de maio de 2013
  • Inalação de partículas finas da poluição aérea e ozônio causa vasoconstrição arterial aguda - Circulation 2002;105:1534

    Partículas finas da poluição aérea e ozônio estão associados a um aumento dos eventos cardiovasculares. Para ajudar na compreensão deste mecanismo, um estudo canadense coordenado pelo Dr.Robert D. Brook, da University of Michigan, em Ann Arbor, Canadá, investigou os efeitos na função vascular da exposição à poluição aérea. O estudo, randomizado, cruzado e duplo cego, comparou em 25 adultos a resposta vascular à inalação durante 2 horas de cerca de 150 µg/m3 de partículas finas do ambiente

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Vitaminas antioxidantes C e E melhoram a função endotelial em crianças com hiperlipidemia - Circulation 2003;108:1059-1063

    A hiperlipidemia está associada com a disfunção endotelial, evento recente de aterosclerose e fator de risco para doença arterial coronariana. Estudos epidemiológicos sugerem que o aumento na ingestão de antioxidantes na dieta reduz o risco de doença arterial coronariana. A Dra. Marguerite M. Engler da University of California at San Francisco, San Francisco, e colegas realizaram um estudo para determinar se a terapia de vitaminas antioxidantes melhora a função endotelial e afeta os marcadores

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Ácido ascórbico reduz pressão sanguínea e complacência arterial em diabetes tipo 2 - Hypertension 2002;40:804

    Evidências experimentais sugerem que a administração parenteral aguda de altas doses de ácido ascórbico tem efeitos vasculares benéficos no diabetes tipo 2. Recentemente, um estudo irlandês multicêntrico coordenado pelo Dr. Brian A. Mullan, do Royal Victoria Hospital, em Belfast, avaliou os efeitos hemodinâmicos da suplementação crônica nesta condição. No estudo, duplo cego, 30 pacientes com idade entre 45 e 70 anos com diabetes tipo 2 foram randomizados para receber 500 mg diárias

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Vasodilatação mediada pelo fluxo endotélio-dependente está prejudicada em indivíduos hipertensos com hiperaldosteronismo - Circulation 2004;109:2857-2861

    Estudos recentes sugerem que a aldosterona poderia prejudicar a função vascular endotélio-dependente através da supressão da formação de óxido nítrico. As avaliações do fluxo sanguíneo do antebraço ou complacência arterial sugerem um efeito semelhante em humanos. O Dr. Mari K. Nishizaka e colegas do Vascular Biology and Hypertension Program, University of Alabama at Birmingham, Birmingham realizaram um estudo para determinar se excesso crônico de aldosterona em indivíduos com hipertensão

    Literatura Médica / Publicado em 13 de julho de 2010
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