Expectativa de vida auto-relatada e posição sócio-econômica ao longo da vida - International Journal of Epidemiology 2007; 36(1):58-65.


Equipe Editorial Bibliomed

A associação entre o risco de morte e a posição sócio-econômica (PSE) ao longo da vida está estabelecida. Com o objetivo de investigar se as expectativas pessoais de vida estão associadas à PSE, ao longo da vida, Frank Popham e colaboradores, da Universidade de Edimburgo, Reino Unido, realizaram estudo publicado recentemente.. Foi realizada análise transversal de 4.780 adultos, com idade entre 25 e 64 anos, em 2001.. Quase um quarto dos indivíduos não acreditava que viveria até os 75 anos ou mais. Indivíduos com mais baixa PSE apresentaram maior probabilidade de serem pessimistas, quanto à sua expectativa de vida. Isso se aplicou a várias medidas sócio-econômicas (classe social do pai, nível educacional, própria classe social, renda familiar). Foram comparados oito caminhos de vida, no campo sócio-econômico. Em comparação aos indivíduos que seguiram a via mais vantajosa, aqueles que mantiveram desvantagem sócio-econômica eram mais pessimistas quanto à expectativa de vida, mas aqueles que mantiveram uma mobilidade ascendente não diferiram.. Esse estudo mostra, que as percepções que a pessoa tem sobre sua expectativa de vida, são relacionadas à PSE, ao longo da vida. A expectativa de vida auto-relatada, em parte, parece refletir algo acima e além do estado de saúde atual e o status tabágico. Dada à facilidade de coleta de dados, seria interessante incluir essa ...

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