Colesteatoma


Equipe Editorial Bibliomed

© Equipe Editorial Bibliomed. Neste Artigo:. - Introdução. - Avaliação do Paciente. - Abordagem Terapêutica. - Conclusão. - Referências Bibliográficas. Desde que J. Cruveilhier descreveu pela primeira vez o Colesteatoma como um tumor peroláceo do ouvido médio, em 1828, muito se aprendeu sobre esta lesão. Contudo, controvérsias sobre sua patogênese e abordagem terapêutica ainda persistem e desafiam especialistas em todo o mundo.. Introdução. O Colesteatoma consiste no acúmulo de epitélio escamoso estratificado queratinizado não-neoplásico com pontos de descamação (debris de queratina) na cavidade timpânica e/ou mastóide.. Apesar de estar em uso há vários anos, o termo "colesteatoma" não parece muito apropriado para esta doença, uma vez que a alteração não é uma neoplasia tampouco apresenta acúmulo de colesterol. O termo Queratoma, dado por Schuknecht, descreve a lesão de maneira mais adequada.. Histopatologicamente, o colesteatoma apresenta epitélio escamoso estratificado queratinizado com áreas de descamação (debris ...

Palavras chave: colesteatoma, ser, ouvido, é, médio, ouvido médio, perfuração, membrana, casos, e/ou, timpânica, diagnosticado crianças, perda auditiva, costuma ser, costuma, retração, auditiva, lesão, descamação, migração do epitélio escamoso,

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