Registro Gráfico do Mês de Outubro: Ritmo de Substituição Juncional e Dissociação Isorrítmica


Equipe Editorial Bibliomed

Vladimir da Costa Val Barros e Antônio Luiz Pinho Ribeiro. . O ritmo de escape juncional, como os outros ritmos de substituição, ocorre em conseqüência de depressão momentânea ou persistente do nó sinusal, ou ainda, da presença de bloqueio sino-atrial ou bloqueio AV de 2o grau. O ritmo de escape nodal, na quase totalidade dos casos, é um ritmo originado da porção alta do feixe de His, com freqüência entre 45 e 50 bpm. Como consequência, os átrios serão ativados retrogradamente, em direção ao ombro direito, e com ondas P negativas em DII, DIII e aVF e positivas em aVR. A ativação ventricular será anterógrada e realizada pelas vias normais, apresentando QRS geralmente semelhantes aos QRS gerados durante ritmo sinusal. As relações entre ativação atrial e ventricular são características. Quando os ventrículos são ativados precocemente as ondas P ocorrem após os complexos QRS e, em casos de simultaneidade de ativação, os complexos atriais ficam mascarados pelos ventriculares, não se podendo identificar a onda P. Aceita-se que na maioria dos ritmos ditos juncionais, nos quais as ondas P retrógradas precedem os complexos QRS, sejam conseqüentes a ritmos atriais direitos baixos. Nestes casos, a condução retrógrada para o átrio terá que atravessar a estrutural nodal AV, onde há retardo da condução e consequentemente é menos comum que a ativação atrial ocorra antes da ...

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