Imunomodulação na Sepse Grave. Um Caminho Alternativo?


Equipe Editorial Bibliomed

Rodriguez Alejandro. . A mortalidade na sepse grave tem persistido sem mudanças nos últimos 40 anos (1,2), a pesar dos avanços tecnológicos nas modalidades de suporte e do desenvolvimento dos mais potentes antimicrobianos. Nas últimas décadas, em virtude do desenvolvimento alcançado pela medicina, parecia previsível que as infecções graves desapareceriam como causa de morte, transformando-se numa triste lembrança. Entretanto, a realidade se encarregou de jogar por terra tal previsão. . . Os antibióticos que surgiram como "a solução" para o problema não foram mais do que uma importante ajuda. Ainda que localizados na primeira linha de ação, mostraram-se claramente insuficientes para mudar a evolução de um quadro dominado por um complexo cortejo de reações basicamente inflamatórias. O conhecimento das bases fisiopatológicas da agressão séptica tem demonstrado a complexidade dos mecanismos envolvidos, o que justifica amplamente as derrotas infringidas aos nossos esforços. A infecção bacteriana grave induz uma resposta orgânica pró-inflamatoria (SIRS) (3), que é dependente da relação hóspede/agressão e alcança uma determinada intensidade. Esta por sua vez tenta ser controlada através da formação de uma resposta sistêmica antiinflamatória (CARS) (3). Em ambas situações estão envolvidos mediadores pró-inflamatorios (Fator de necrose tumoral - FNT, Interleucina-1-IL-1, ...

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