Aspectos Clínicos da Hipoglicemia Associada à Insulinoterapia


Equipe Editorial Bibliomed

Mariano Javier Taverna. . O risco hipoglicêmico é inerente a qualquer tipo de tratamento antidiabético e exibe sua maior expressão nos diabéticos tipo 1, sendo o principal fator limitante para o tratamento do diabetes deste tipo. Esta realidade, como assim referiam-se velhas crônicas históricas, já prenunciava-se no prelúdio da era insulínica.. . Os pacientes com insulinoterapia convencional sofrem cerca de um episódio de hipoglicemia sintomática semanalmente, enquanto naqueles sujeitados à insulinoterapia intensificada, com o propósito de prevenir as complicações microangiopáticas, a estabilidade glicêmica deteriora-se significativamente e determina um incremento no número e severidade das hipoglicemias. . . Como demonstrou o Diabetes Control and Complicatinos Trial (DCCT), o risco de hipoglicemia é aumentado paralelamente ao grau de controle glicêmico, quer dizer que quando os diabéticos apresentam valores relativamente baixos de HbA1c (v.g. <8%), as hipoglicemias sintomáticas são observadas várias vezes por semana, e ainda mais importante, existe um aumento de três vezes no número das hipoglicemias severas. Também, estes pacientes podem sofrer grande desintegração da esfera psicossocial, que em certas situações, podem afetar o núcleo familiar. Finalmente, de acordo com análises prévias para a era DCCT, entre 1 e 4% dos diabéticos morrem por hipoglicemia. ...

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