Drogas Antiarrítmicas - Parte III - Quinidina e Disopiramida


Equipe Editorial Bibliomed

Antonio Luiz Pinho Ribeiro. . Quinidina e Disopiramida. . 5) Quinidina. . A quinidina é o mais antigo dos antiarrítmicos específicos disponíveis, apresentando, ainda hoje, largo espectro terapêutico. Derivado da cinchona e dextro-isômero da quinina, a quinidina é muito mais ativa do que este sobre o aparelho cardiovascular, mas compartilha de seus efeitos antimaláricos, antipiréticos e oxitócitos. . . 5.1) Farmacologia. . Apresentação: A quinidina é disponível no Brasil, atualmente, sob a forma de sulfato (Quinidine®, comp.0,2g), bisullfato (Quinicardine®, comp.0,2g) e fenobarbiturato (Natisedine®, comp.0,1g). Outras apresentações, como o gluconato, não estão disponíveis no mercado brasileiro.. . Classe farmacológica (Classificação de Vaugham Williams): IA. . Mecanismo de ação: relaciona-se à uma interação complexa de efeitos eletrofisiológicos diretos e sobre o sistema nervoso autônomo. Como protótipo das drogas da classe I, a quinidina é um potente inibidor dos canais de sódio, alterando a velocidade e a amplitude da despolarização. Por bloquear também os canais de potássio, principalmente a corrente repolarizante iK , a quinidina altera a repolarização. Outras correntes de potássio e de cálcio também são afetadas. Os receptores simpáticos a 1 e a 2 são bloqueados, provocando ...

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