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  • Manual de Neurologia - 9ª Ed. - Capítulo 19 - Tumores Cerebrais - Jean Cambier; Maurice Masson; Henri Dehen

    A caixa craniana e seu conteúdo A caixa craniana é atapetada pela dura‑máter, a qual é duplicada, em sua face interna, pela aracnóide. A caixa é septada por extensões da dura‑máter: a tenda do cerebelo entre o andar supratentorial e o infratentorial; e a foice do cérebro entre os dois hemisférios.. O conteúdo da caixa craniana é representado pelo encéfalo, por seus vasos e pelo liquido cefalorraquidiano. Sendo todos esses elementos não‑compressíveis

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Manual de Neurologia - 9ª Ed. - Capítulo 12 - Esclerose em Placas - Jean Cambier; Maurice Masson; Henri Dehen

    A esclerose em placas, com início no adulto jovem e evolução prolongada, é uma das afecções mais freqüentes em regiões com clima semelhante ao da França. Sua incidência, com 40 a 60 casos por 100.000 habitantes, significa que, no mínimo, 30.000 franceses são atingidos.. O termo esclerose em placas (EP), assim como seus sinônimos, esclerose múltipla, esclerose disseminada, acentua o caráter anatômico fundamental da doença: lesões de dimensões limitadas, dispersas no espaço e no tempo.

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Manual de Neurologia - 9ª Ed. - Capítulo 02 - Semiologia da Motilidade - Jean Cambier; Maurice Masson; Henri Dehen

    Sistemas de controle do movimento Unidade Motora Toda ação efetua‑se por uma via motora final comum, constituída pelos neurônios motores principais (alfa) do corno anterior da medula. Cada um desses neurônios comanda um certo número de fibras musculares próprias; o conjunto formado pelos neurônios alfa e as fibras musculares dependentes constitui uma unidade motora. * A fibra muscular é uma célula gigante, cujo comprimento pode atingir vários centímetros

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Semiologia Pediatrica - Capítulo 01 - A Semiologia Pediátrica entre as maiores descobertas da medicina - João Carlos Santana; Délio José Kipper; Renata Wagner Fiore & Cols

    João Carlos Santana. A Grécia, nos séculos V e IV a.C., presenciou o verdadeiro despertar da sociedade ocidental nas áreas da ciência, política, filosofia, arte, literatura e diversas outras. Dentro desse contexto, a Medicina também demonstrava significativo crescimento, muitas vezes, opondo-se a antigas idéias e práticas. Os médicos gregos já compreendiam que a doença não podia ser provocada por uma ação divina, mas estaria relacionada com uma série de circunstâncias que poderiam

    Livro / Publicado em 26 de outubro de 2011
  • Semiologia Pediatrica - Capítulo 02 - Consulta Pediátrica - João Carlos Santana; Délio José Kipper; Renata Wagner Fiore & Cols

    Gustavo Mottin Nadja Thomé Laura Barcellos João Carlos Santana Margareth Salerno. Condições Gerais para a consulta pediátrica. A consulta médica pediátrica está baseada na compreensão do ponto de vista dos pacientes e seus familiares. Muitas vezes, as suas opiniões sobre a doença, o diagnóstico e o tratamento são completamente opostas às idéias de seus médicos. A consulta médica é a maneira mais direta de procurar resolver essas diferenças. É nesse momento que podem ser discutidas

    Livro / Publicado em 26 de outubro de 2011
  • Semiologia Pediatrica - Capítulo 03 - Anamnese em Pediatria - João Carlos Santana; Délio José Kipper; Renata Wagner Fiore & Cols

    Luciana Dariano Mariana Bonow João Carlos Santana Délio José Kipper. A palavra anamnese origina-se dos termos gregos ana (recordar) e mnesis (memória). Significa, etimologicamente, portanto, trazer à memória todos os fatos relacionados à doença e ao doente. A anamnese é a parte mais importante e talvez mais difícil do método clínico. É o núcleo em torno do qual se desenvolve toda a relação médico-paciente, sendo o elemento básico na tomada de decisões diagnósticas e terapêuticas.

    Livro / Publicado em 26 de outubro de 2011
  • Semiologia Pediatrica - Capítulo 04 - Exame Físico Geral - João Carlos Santana; Délio José Kipper; Renata Wagner Fiore & Cols

    Adriana Szortika Berenice Zottis Raquel Reis Vanessa Rudin Jorge Hauschild. Como no adulto, a anamnese e o exame físico do paciente pediátrico permitem, na maioria das vezes, que se chegue a uma ou mais hipóteses diagnósticas e ao estabelecimento de um plano terapêutico adequado. A seqüência do exame físico em crianças, muitas vezes, precisa ser adaptada a cada situação, pois o paciente pode oferecer resistência por alguma experiência anterior desagradável, por estar sentindo

    Livro / Publicado em 26 de outubro de 2011
  • Semiologia Pediatrica - Capítulo 05 - Exame do Crânio - João Carlos Santana; Délio José Kipper; Renata Wagner Fiore & Cols

    Cíntia Caetano Larissa Pereira Laura Echenique Karen Harter Renata Wagner Fiore. Como em todos os sistemas, o exame do crânio deve ser precedido de uma anamnese completa, correlacionando os achados com possíveis doenças sistêmicas. No primeiro ano de vida, grande parte das queixas relacionadas ao crânio parte da observação dos pais a respeito de alterações na forma, no tamanho e outros achados que refletem o desenvolvimento normal da criança. Cabe ao médico avaliar as alterações,

    Livro / Publicado em 26 de outubro de 2011
  • Semiologia Pediatrica - Capítulo 07 - Exame dos Olhos - João Carlos Santana; Délio José Kipper; Renata Wagner Fiore & Cols

    Laura Echenique Karen Harter Cíntia Caetano Larissa Pereira Renata Wagner Fiore Flávio Romani. O estudo do olho humano compreende a avaliação do globo ocular e seus anexos, constituídos pelas pálpebras, tecidos, fáscias e vasos, músculos extrínsecos e sistema lacrimal (produção e escoamento).. O desenvolvimento da visão dá-se de maneira progressiva, à medida que a criança cresce. Assim, o desenvolvimento da mácula completa-se entre os 3 a 6 meses; a visão binocular normal (enxergar

    Livro / Publicado em 26 de outubro de 2011
  • Semiologia Pediatrica - Capítulo 06 - Exame do nariz e dos seio paranasais - João Carlos Santana; Délio José Kipper; Renata Wagner Fiore & Cols

    Cláudia Rech Lisane Jacques Karina Pampanelli Vanessa Rudin Ricardo Tavares. Os sintomas relacionados com o nariz e os seios da face (ou paranasais) têm-se tornado cada vez mais freqüentes em Pediatria. As doenças alérgicas, por exemplo, podem ter manifestações sistêmicas, entretanto, costumeiramente, o nariz é comprometido. Da mesma forma, as infecções das vias aéreas superiores, por mais corriqueiras que sejam, também se fazem acompanhar por coriza, obstrução nasal e, algumas

    Livro / Publicado em 26 de outubro de 2011
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