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  • Carbamazepina

    Marco Tulio Baccarini Pires *. * Professor Adjunto - Faculdade de Medicina da UFMG; Investigador Principal do CEBIO _ Centro de Pesquisa em Biotecnologia; Diretor Médico da Bibliomed – Biblioteca Médica Virtual.. 1. Histórico. A carbamazepina foi desenvolvida em 1953 pelo cientista da Geigy (agora parte da Novartis), Walter Schindler 1, na busca de se encontrar um tricíclico com propriedades antipsicóticas semelhantes a clorpromazina, que havia sido lançada há pouco.

    Artigo / Publicado em 1 de novembro de 2007
  • Princípios e Práticas em Psicofarmacoterapia - 1ª. Ed. - Capítulo 10 - Tratamento com Estabilizadores do Humor/Antimaníacos - Philip G. Janicak, MD ; John M. Davis, MD ; Sheldon H. Preskorn, MD ; Frank J. Ayd, Jr., MD

    Histórico O lítio tem sido utilizado como um agente médico, desde meados do século XIX, para uma variedade de transtornos, como gota, diabetes e reumatismo. Com os relatos pioneiros de Cade e Schou, quase um século mais tarde, ele surgiu como padrão para o tratamento dos distúrbios bipolares.1,2 John Cade, um médico australiano, casualmente descobriu essas propriedades antimaníacas do agente, quando injetou urato de lítio em cobaias. Tomando erroneamente

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Uso de carbamazepina durante a gestação aumenta o risco de espinha bífida

    04 de Janeiro de 2011 (Bibliomed).  Uma revisão sistemática realizada por pesquisadores da Queen Mary University of London identificou as malformações congênitas específicas associadas ao uso de carbamazepina no primeiro trimestre de gestação. A revisão da literatura mostrou uma prevalência global de malformações congênitas maiores que 3,3% (IC 95% 2,7 a 4,2) após a exposição à carbamazepina em monoterapia no primeiro trimestre. A espinha bífida foi a única malformação congênita específica

    Clipping / Publicado em 4 de Janeiro de 2011
  • O alelo HLA-A * 3101 foi associado com as reações de hipersensibilidade induzidas pela carbamazepina

    07 de abril de 2011 (Bibliomed). A carbamazepina causas diversas formas de reações de hipersensibilidade, variando de exantema máculo-papular às graves reações bolhosas. O alelo HLA-B * 1502 tem se mostrado fortemente correlacionado com a síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica (SSJ-NET) induzida por carbamazepina, em chineses e outras populações asiáticas, mas não nas populações europeias. Foi realizado um estudo no U.K. Department of Health do genoma de 22 indivíduos

    Clipping / Publicado em 7 de abril de 2011
  • 07 - Tratamento com alopurinol em paciente hiperuricêmico com mania refratária: Relato de caso e hipótese purinérgica

    Tratamento com alopurinol em paciente hiperuricêmico com mania refratária: Relato de caso e hipótese purinérgica Allopurinol treatment for refractory mania in hyperucemic patient: A case report and purinergic hypothesis Rodrigo Machado Vieira * Diogo Rizzato Lara ** Diogo Souza *** Flávio Kapczinski **** * Médico Psiquiatra. Mestrando em Bioquímica pela UFRGS. ** Doutorando em Bioquímica pela UFRGS. *** Doutor. Professor do Instituto de Bioquímica da UFRGS. **** Doutor em Farmacologia

    Revista / Publicado em 18 de maio de 2001
  • Avaliação da eficácia dos fármacos antiepilépticos no controle das crises parciais

    19 de abril de 2007 (Bibliomed). A epilepsia é uma doença de caráter crônico e recorrente, caracterizada pela repetição de crises epilépticas no indivíduo doente. As crises epilépticas são decorrentes de hiperatividade neuronal regional, comumente deflagradas em regiões corticais previamente lesadas por condições variadas, como infartos, infecções e traumas. A epilepsia também costuma apresentar um caráter familiar, o que indica a presença de influências genéticas como importantes fatores

    Notícias / Publicado em 19 de abril de 2007
  • Carbamazepina pode ser opção útil para tratar convulsões em neonatos - Eur J Pediatr 160 (2001) 7, 444-447

    A carbamazepina é um anticonvulsivante padrão usando em crianças e adultos. Até o momento, só existe um pequeno número de informações disponíveis acerca de seu uso em neonatos.. Médicos da Rheinische Friedrich-Wilhelms-University, em Bonn, Alemanha, avaliaram a administração oral de carbamazepina em convulsões em pacientes neonatais refratários a tratamento com fenobarbital.. Os resultados de seu trabalho foram publicados na revista European Journal of Pediatrics, de julho de 2001, e foram

    Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Carbamazepina pode ser opção útil para tratar convulsões em neonatos - Eur J Pediatr 160 (2001) 7, 444-447

    A carbamazepina é um anticonvulsivante padrão usando em crianças e adultos. Até o momento, só existe um pequeno número de informações disponíveis acerca de seu uso em neonatos.. Médicos da Rheinische Friedrich-Wilhelms-University, em Bonn, Alemanha, avaliaram a administração oral de carbamazepina em convulsões em pacientes neonatais refratários a tratamento com fenobarbital.. Os resultados de seu trabalho foram publicados na revista European Journal of Pediatrics, de julho de 2001, e foram

    Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Central de Toxicologia - Intoxicação por anticonvulsivantes

    1. Fenitoína Fenidantal (Teutobras.) , Hidantal(HMR) Fenitoína (Cristália, Cazi) , Dialudon (Novaquím-sigma), Epelin (Parke-davis). 2. Carbamazepina Tegretol (Novartis), Tegretard (Cristália), Carmazin (Teutobras), Carbamazepina (União Quím, Sanval, Eurofarma, Cazi, Basf Generix). 3. Ácido Valpróico Depakene (Abbot), Epilenil (Biolab Sanus), Valpakine (Sanofi).

    Central de toxicologia / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Medicamentos antipsicóticos foram significativamente mais eficazes do que os estabilizadores do humor no controle de episódios maníacos

    04 de novembro de 2011 (Bibliomed). As meta análises têm mostrado resultados inconsistentes sobre a eficácia dos tratamentos farmacológicos para mania aguda. . Um estudo publicado na semana passada na revista The Lancet realizou uma meta-análise para avaliar os efeitos de todas as drogas antimaníacas. Foram sistematicamente revistos 68 estudos randomizados controlados (16.073 participantes) que compararam qualquer um dos seguintes medicamentos para o tratamento da mania aguda em adultos:

    Notícias / Publicado em 4 de novembro de 2011
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