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informação buscada: bupivacaína
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  • A injeção de lidocaína 1% e bupivacaína 0,5% não é recomendada para a redução da dor após amigdalectomia

    15 de julho de 2011 (Bibliomed). Um estudo publicado no Archives of Otolaryngology analisou se a injeção de anestésicos locais com e sem clonidina antes da amigdalectomia reduz a dor após a cirurgia em crianças. O estudo incluiu 120 crianças, com idades entre 3 e 17 anos, submetidas a amigdalectomia. Os pacientes foram randomizados para um de 3 grupos de injeção: (1) salina, (2) lidocaína mais bupivacaína, ou (3) lidocaína mais bupivacaína mais clonidina. O número total de doses de

    Clipping / Publicado em 15 de julho de 2011
  • Manual de Anestesiologia Clínica - 4a. Ed. - Capítulo 28 - Anestesia para Cirurgia Pediátrica - J. Kenneth F. Eckhardt ; Willian A Parese

    Holly Ann H. Morgan. I. Anatomia e fisiologia. A. Via aérea superior. 1. Os neonatos respiram obrigatoriamente pelo nariz. Suas narinas são relativamente estreitas e uma fração significativa do trabalho da respiração é gasta para vencer-lhes a resistência. Portanto, a oclusão das narinas bilateralmente por atresia das coanas ou secreções espessas pode causar obstrução completa da via aérea, podendo ser necessária a passagem de uma cânula orofaríngea ou de um tubo endotraqueal

    Livro / Publicado em 13 de julho de 2010
  • A bupivacaína em baixa dose em raquianestesia tem eficácia anestésica comprometida

    13 de setembro de 2011 (Bibliomed). A raquianestesia é a técnica anestésica preferida para as cesarianas eletivas. Hipotensão é o efeito colateral mais comum e tem consequências tanto maternas quanto neonatais. Diferentes estratégias têm sido tentadas para evitar a hipotensão induzida pela raquianestesia, incluindo o uso de baixas doses de bupivacaína. . Pesquisadores da Mount Sinai Hospital and University  realizaram uma busca sistemática de ensaios clínicos randomizados comparando

    Notícias / Publicado em 13 de setembro de 2011
  • Infusão intrapleural de bupivacaína é eficaz para o alívio da dor pós-toracotomia

    10 de fevereiro de 2004 (Bibliomed). Um estudo realizado por pesquisadores do Atatürk Medical Research Hospital, na Turquia, procurou avaliar a eficácia da bupivacaína a 0.25% intrapleural aplicada por infusões intermitentes para alívio da dor pós-toracotomia. Os pesquisadores avaliaram quarenta pacientes submetidos a lobectomia eletiva. Os pacientes foram divididos em igualmente em dois grupos de forma randomizada. O grupo I recebeu 40 ml de bupivacaína a 0.25%, ao grupo II foi administrado

    Notícias / Publicado em 10 de fevereiro de 2004
  • Utilidade da analgesia local preventiva na histerectomia vaginal

    O Dr. M. G. O'Neal e colegas do Department of Obstetrics and Gynecology, Brody School of Medicine, East Carolina University, Greenville, NC, USA realizaram um estudo para determinar se a administração preventiva de anestésicos locais de longa ação antes da histerectomia vaginal irá promover uma melhora da dor pós-operatória. Foi conduzido um ensaio randomizado de injeção paracervical de bupivacaína 0.5% com epinefrina ou placebo de solução salina normal com epinefrina. Os escores de dor relatados

    Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Comparação entre anestesia epidural com ropivacaína 0,75% e bupivacaína 0,5% com fentanil para a realização de cesárea eletiva - International Journal of Obstetric Anesthesia 2005; 14(3):212-21

    Estudos prévios sugeriram que a ropivacaína apresenta vantagens sobre a bupivacaína, com relação à cardiotoxicidade e ao bloqueio motor, e que ela seria adequada para a anestesia de cesárea eletiva. Com o objetivo de comparar o uso de ropivacaína 0,75% ao da mistura padrão de bupivacaína/fentanil, na realização de cesárea eletiva, Christelis e colaboradores, do Hospital St. Mary, Inglaterra, realizaram estudo publicado recentemente.. Oito mulheres submetidas à cesárea eletiva, sob

    Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • A eficácia da infiltração contínua de bupivacaína após a reconstrução do ligamento cruzado anterior - Arthroscopy 2002;18:854–858

    O propósito do estudo prospectivo, randomizado, duplo-cego, desenvolvido pelo Dr. Heinz R. Hoenecke Jr e colaboradores do Division of Orthopaedics, Scripps Clinic, La Jolla, Califórnia, EUA; foi determinar se a infiltração contínua de um anestésico local na ferida cirúrgica por 48 horas irá diminuir a necessidade de narcóticos e melhorar a dor experimentada no pós-operatório de pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) utilizando um enxerto do tendão

    Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Características vasoativas da bupivacaína e levobupivacaína com e sem epinefrina adjuvante na pele humana periférica. - British Journal of Anaesthesia 2005 94(5):662-667.

    A epinefrina é adicionada às preparações de anestésicos locais para prolongar sua ação e reduzir sua absorção sistêmica. A bupivacaína e a levobupivacaína causam vasodilatação em doses clínicas, mas doses mais baixas parecem causar vasoconstrição. O Dr. D. J. Newton do Vascular Diseases Research Unit, The Institute of Cardiovascular Research, Dundee e colegas realizaram um estudo para caracterizar os efeitos vasoativos desses anestésicos, usando uma medida objetiva de fluxo sanguíneo,

    Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Comparação entre anestesia espinhal com levobupivacaína hiperbárica em baixa dose e bupivacaína hiperbárica para cirurgia transuretral - Minerva Anestesiologica 2010; 76(12):992-1001.

    Erbay e colaboradores, da Universidade Pamukkale, Turquia, realizaram estudo randomizado e duplo-cego com o objetivo de comparar os efeitos da anestesia espinhal entre a levobupivacaína hiperbárica em baixa dose e a bupivacaína hiperbárica, na realização de procedimentos transuretrais.. Foram recrutados 60 pacientes com classificação ASA I-III, que foram randomizados para formar dois grupos. Os pacientes do grupo B receberam bupivacaína hiperbárica na dose de 7,5 mg mais fentanil 25 µg;

    Literatura médica / Publicado em 13 de julho de 2010
  • Alergia a múltiplos anestésicos locais

    21 de novembro de 2007 (Bibliomed). Alergia verdadeira a anestésicos locais (AL) é muito rara. Um estudo do periódico Allergy and Asthma Proceedings relatou um caso de anafilaxia a múltiplas "caína". Uma enfermeira de 25 anos, atópica, desenvolveu uma reação vagal grave na terceira infiltração com bupivacaína, lidocaína e metilprednisolona para lombalgia. Ela apresentou, em 30 minutos, rash cutâneo pruriginoso, edema lingual e broncoespasmo grave. Adrenalina foi injetada, com pobre resposta,

    Clipping / Publicado em 21 de novembro de 2007

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