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LOTAR

Laboratório

Laboratórios Biosintética Ltda.

Principio ativo

ANLODIPINO (Assoc.)

Classe

Anti-hipertensivos

Composição

Cada cápsula gelatinosa dura de LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) 2,5 mg/50 mg contém: Anlodipina, besilato (equivalente a 2,5 mg de anlodipina base) 3,472 mg; Losartana potássica 50 mg; Excipientes q.s.p. 1 cápsula (Lactose, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, álcool polivinílico, polietilenoglicol, talco, dióxido de titânio, corante amarelo nº 6 laca de alumínio, amido de milho). Cada cápsula gelatinosa dura de LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) 5 mg/100 mg contém: Anlodipina, besilato (equivalente a 5,0 mg de anlodipina base) 6,94 mg; Losartana potássica 100 mg; Excipientes q.s.p. 1 cápsula (Lactose, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, álcool polivinílico, polietilenoglicol, talco, dióxido de titânio, corante amarelo nº 6 laca de alumínio, corante laca azul-brilhante FCF, amido de milho).

Apresentação

Cápsulas 2,5 mg/50 mg: Embalagem com 30 cápsulas. Cápsulas 5 mg/100 mg: Embalagem com 30 cápsulas

Indicações

Hipertensão arterial: LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) é indicado no tratamento da hipertensão arterial.

Contra indicações

O uso de LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade à anlodipina, à losartana potássica ou aos demais componentes da fórmula.

Posologia

Como a absorção de LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) não é afetada pela ingestão de alimentos, pode ser administrado antes ou após as refeições. Deve-se iniciar a terapêutica com LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) sempre com a menor dose (2,5 mg/50 mg) e reajustar, se necessário. Seu efeito máximo é observado em cerca de 3 a 6 semanas após o início da terapia. Dependendo da resposta e do objetivo terapêutico, a dose pode ser alterada para 1 cápsula/dia de LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) 5 mg/100 mg. Insuficiência hepática: Recomenda-se cautela ao se administrar LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) nestes pacientes, devido à meia-vida da anlodipina estar prolongada nestes casos e por um aumento da meia-vida de losartana. Insuficiência renal: Não há necessidade de ajuste inicial de LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) para pacientes com disfunção renal.

Reações adversas

Os efeitos adversos mais comuns observados com o uso de anlodipina são cefaléia e edema. Outros efeitos são verificados com uma incidência menor, e incluem tonturas, rubor facial, palpitações, fadiga, náuseas, sonolência e dor abdominal. Os efeitos adversos encontrados com o uso da losartana são tontura, diarréia, dispesia, anormalidades da função hepática, mialgia, enxaqueca, urticária, prurido, insônia e raramente foi relatado angioedema (envolvendo edema de face, lábios, faringe e/ou língua). Por se tratar de uma combinação, LOTAR® (anlodipina, besilato/losartana potássica) pode causar reações adversas comuns a uma ou a duas substâncias desta combinação.

Interações medicamentosas

Deve-se ter cautela em pacientes portadores de estenose mitral e/ou aórtica e miocardiopatia hipertrófica. Deve-se considerar a utilização de doses mais baixas em pacientes com histórico de disfunção hepática, pois, com base nos dados de farmacocinética, foram verificados aumentos significativos das concentrações plasmáticas de losartana em pacientes cirróticos. Deve-se ter precaução em pacientes com hipotensão (pacientes com depleção de volume; uso de altas doses de diuréticos). Raramente, pacientes com coronariopatia obstrutiva grave desenvolveram, de forma documentada, piora do quadro anginoso ou infarto agudo do miocárdio, quando iniciaram o uso de antagonistas dos canais de cálcio ou quando tiveram sua dose aumentada. Como conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensina foram relatadas alterações na função renal, incluindo insuficiência renal, em indivíduos suscetíveis; essas alterações da função renal podem ser reversíveis com a descontinuação da terapia.
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