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LORANIL D

Laboratório

Libbs Farmacêutica Ltda.

Principio ativo

LORATADINA

Classe

Alergias

Composição

Cada comprimido de LORANIL D contém: Loratadina 5 mg; Pseudoefedrina sulfato 120 mg; Excipientes (celulose, polietilenoglicol, polividona, estearato de magnésio, talco, dióxido de titânio e polímero acrílico) q.s.p. 1 comprimido. Cartucho contendo 1 blister com 6 comprimidos. Cada comprimido de LORANIL D 24 horas contém: Loratadina 10 mg; Pseudo-efedrina sulfato 240 mg; Excipientes (hidroxipropilmetilcelulose, polividona, estearato de magnésio, dióxido de titânio, dióxido de silício coloidal, etilcelulose, fosfato de cálcio, polietilenoglicol) q.s.p. 1 comprimido. Cartucho contendo 1 blister com 6 comprimidos. Cada ml de LORANIL D Xarope contém: Loratadina 1 mg; Pseudo-efedrina sulfato 12 mg; Veículos (sacarose, essência, metilparabeno e água deionizada) q.s.p. 1 ml. Cartucho contendo 1 frasco com 60 ml de xarope.

Apresentação

Indicações

LORANIL D (loratadina e pseudo-efedrina) Comprimidos e Xarope estão indicados para o alívio dos sintomas associados à rinite alérgica e ao resfriado comum, incluindo congestão nasal, espirros, rinorréia, prurido e lacrimação. LORANIL D (loratadina e pseudo-efedrina) é recomendado quando se deseja obter as propriedades anti-histamínicas da loratadina e os efeitos descongestionantes da pseudo-efedrina.

Contra indicações

LORANIL D (loratadina e pseudo-efedrina) é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade à loratadina, pseudo-efedrina ou qualquer componente da fórmula. A pseudo-efedrina é contra-indicada a pacientes com hipertensão acentuada, insuficiência cardíaca, coronariopatia grave em pacientes que estejam ou estiveram há menos de 10 dias sob tratamento com inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), em pacientes portadores de hipertrofia prostática, glaucoma, diabetes ou hipertireoidismo.

Posologia

LORANIL D (loratadina e pseudo-efedrina) Comprimidos: Adultos e crianças acima de 12 anos (peso corporal acima de 30 kg): 1 comprimido, a cada 12 horas. LORANIL D (loratadina e pseudo-efedrina) 24 horas Comprimidos: Adultos e crianças acima de 12 anos (peso corporal acima de 30 kg): 1 comprimido, a cada 24 horas. LORANIL D (loratadina e pseudo-efedrina) Xarope: Crianças de 6 a 12 anos de idade (peso corporal acima de 30 kg): 5 ml a cada 12 horas. Crianças de 6 a 12 anos de idade com menos de 30 kg de peso: 2,5 ml, a cada 12 horas. Lave o dosador do xarope com água várias vezes, limpando-o bem para que possa ser reutilizado. Guarde-o em local limpo, junto com o frasco do produto.

Reações adversas

LORANIL D (loratadina e pseudo-efedrina) geralmente é bem tolerado, ocorrendo raras reações adversas, tais como: insônia, boca seca, cefaléia, fadiga, nervosismo, distúrbios abdominais, sede, taquicardia, anorexia, faringite, prurido, acne, erupção cutânea, urticária, confusão, disforia, diminuição da libido, parestesia, hipercinese, tremores, hipoestesia, rubor, vertigem, hipotensão ortostática, aumento da sudorese, distúrbios oculares, dor de ouvido, anormalidades no paladar, tinnitus, agitação, apatia, depressão, euforia, aumento do apetite, dispepsia, eructação, descoloração da língua, vômitos, hemorróidas, alteração da função hepática, desidratação, aumento do peso, broncospasmo, tosse, dispnéia, epistaxe, congestão nasal, espirros, disúria, distúrbios da micção, astenia, dor na coluna, cãibra e mal-estar.

Interações medicamentosas

Gravidez e lactação: Não há dados disponíveis para assegurar o uso da loratadina na gravidez. Seu uso, portanto, não é recomendado às mulheres grávidas, a menos que o médico considere que as vantagens do tratamento superam eventuais riscos. A loratadina e a pseudo-efedrina são excretadas no leite materno e, por isso, não devem ser usadas por lactantes. Os agentes simpaticomiméticos devem ser usados com cautela em pacientes com glaucoma, úlcera péptica estenosante, obstrução piloroduodenal, hipertrofia prostática ou obstrução do colo da bexiga, doença cardiovascular, aumento da pressão intra-ocular, diabetes mellitus e pacientes fazendo uso de digitálicos. Os simpaticomiméticos podem estimular o SNC, causar convulsões e colapso cardiovascular associado com hipotensão arterial. Recomenda-se cautela na administração a pacientes com mais de 60 anos, pois os agentes simpaticomiméticos podem causar reações adversas, tais como: confusão, alucinações, depressão do SNC e parada cardiorrespiratória. Distúrbios hepáticos graves: A dose inicial deve ser menor devido à fraca depuração da loratadina. Precaução ao se administrar pseudo-efedrina a pacientes com hipertensão arterial ou antecedentes de coronariopatias. Assim como outras aminas simpaticomiméticas, a pseudo-efedrina provoca estimulação do SNC, podendo também causar dependência. Pacientes idosos são mais sensíveis aos efeitos da pseudo-efedrina.
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