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ALGINAC 1000 COMPRIMIDOS REVESTIDOS

Laboratório

Merck S.A. Ind. Químicas

Principio ativo

DICLOFENACO SÓDICO (Assoc.)

Classe

Antiinflamatórios

Composição

ALGINAC® 1000 Comprimidos revestidos: Cada comprimido revestido contém: Vitamina B12 (cianocobalamina) 1.000 mcg; Vitamina B6 (cloridrato de piridoxina) 50 mg; Vitamina B1 (mononitrato de tiamina) 50 mg; Diclofenaco sódico 50 mg. Excipientes: Talco, estearato de magnésio, lactose, celulose, carboximetilcelulose sódica, dióxido de silício coloidal, eudragit RL 30D, macrogol, dióxido de titânio, dimeticona, trietilcitrato, metilparabeno, propilparabeno, polividona, corante vermelho FD & C noº 6.

Apresentação

ALGINAC® 1000 Comprimidos revestidos: Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Indicações

Antiinflamatório com ação analgésica. Antineurítico. Nas lombalgias, cervicalgias, braquialgias, radiculite, neuropatias periféricas de etiopatogenia diversa, neuralgias faciais, neuralgia do trigêmeo, neuralgia intercostal, neuralgia herpética, neuropatia alcoólica, neuropatia diabética, síndrome do conduto do carpo, fibromialgia e espondilite.

Contra indicações

Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula. Policitemia vera. Porfiria aguda. A vitamina B12 não deve ser utilizada na doença precoce de Leber (atrofia hereditária do nervo óptico). Úlceras pépticas, gastrites e duodenites. Em pacientes cujas crises de asma brônquica, urticária ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo uso de salicilatos e outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas. Discrasias sangüíneas, estados hemorrágicos e lesões hepáticas.

Posologia

ALGINAC® 1000: Dois a três comprimidos ao dia, preferencialmente após as refeições. A duração do tratamento fica a critério médico.

Reações adversas

Existem relatos isolados de reações secundárias à administração parenteral em longo prazo de tiamina e de cianocobalamina, provavelmente devido a casos raros de hipersensibilidade. A administração de megadoses de piridoxina pode produzir certas síndromes neuropáticas sensoriais; contudo, estudos histopatológicos não demonstraram o relacionamento destas síndromes com degeneração neuronal em nenhum grau. Com a suspensão do uso da piridoxina, a função neuronal melhora gradativamente até a completa recuperação do paciente. Trato gastrointestinal: Dor abdominal, náuseas, vômitos, diarréia, dispepsia, flatulência e anorexia. Raramente, hemorragia gastroduodenal, melena, hematêmese, ulceração, perfuração, diarréia sanguinolenta. Ocasionalmente, colite ulcerativa ou proctocolite de Crohn, gengivoestomatite, lesões esofágicas, glossite, obstipação intestinal. Sistema nervoso central: Vertigem, atordoamento, cefalalgia, fadiga. Raramente, parestesias, distúrbios da sensibilidade e da visão, distúrbios da memória, desorientação, tinido, insônia, irritações psicóticas, alterações do paladar. Pele: Casos isolados de erupções vesiculares, eczema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell, eritrodermia, dermatite esfoliativa, alopecia, reações de fotossensibilidade, púrpura. Rins: Raramente hematúria, proteinúria, insuficiência renal aguda. Fígado: Raramente, elevação da atividade das aminotransferases (transaminases glutamicopirúvica e glutamicoxalacética), hepatite com ou sem icterícia. Sangue: Casos isolados de trombocitopenia, leucopenia, anemia hemolítica, anemia aplástica, agranulocitose. Hipersensibilidade: Raramente hipotensão arterial, edema, reações anafiláticas. Alterações de exames laboratoriais: a piridoxina pode provocar uma reação falsa-positiva no urobilinogênio utilizando reativo de Ehrlich.

Interações medicamentosas

É recomendável controlar periodicamente o hemograma e as funções renal e hepática. Antes da administração do produto, deve ser avaliado o estado do sistema digestivo, do fígado e dos rins. Não deve ser administrado durante a gravidez e a lactação nem em crianças com menos de 12 anos. Como as prostaglandinas têm grande importância na manutenção do fluxo sangüíneo renal, o produto deve ser empregado com cautela em nefropatas, cardiopatas, pacientes em uso de diuréticos e após grandes cirurgias. Os pacientes que apresentarem tonturas ou outros distúrbios do sistema nervoso central devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas.
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