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LEUCIN

Laboratório

Lab. Químico Farmacêutico Bergamo Ltda.

Principio ativo

FILGRASTIMA

Classe

Neoplasias (quimioterapia)

Composição

LEUCIN (filgrastim) é uma proteína altamente purificada, não-glicosada, contendo 175 aminoácidos. Filgrastim é produzida em uma cepa de laboratório de Escherichia coli manipulada geneticamente mediante a inclusão de um gene para o fator estimulador de colônias de granulócitos.

Apresentação

Solução injetável: LEUCIN 300 mcg: Embalagem com 5 frascos-ampolas com 1,2 ml.

Indicações

LEUCIN está indicado para redução na duração da neutropenia e incidência da neutropenia febril nos pacientes com neoplasias não-mielóides com quimioterapia citotóxica estabelecida.

Contra indicações

LEUCIN não deve ser administrado em pacientes com conhecida hipersensibilidade a filgrastim ou aos seus componentes.

Posologia

1. A dose recomendada de LEUCIN é de 0,5 MU/kg/dia (5 mcg/kg/dia). O conteúdo de um frasco único de LEUCIN com 30 milhões de unidades fornece, portanto, a dose diária necessária para um paciente com 60 kg. Pacientes tratados com terapia citotóxica e transplante autólogo da medula óssea: A dose inicial recomendada de LEUCIN é de 2,0 MU/kg/dia (20 mcg/kg/dia) por administração contínua subcutânea ou 3,0 MU/kg/dia (30 mcg/kg/dia) por infusão intravenosa contínua. Uma vez ultrapassado o nadir neutrofílico, a dose diária de LEUCIN deve ser titulada de acordo com a resposta dos neutrófilos, a seguir: Contagem de neutrófilos Ajuste de doses de LEUCIN > 1.000/mm3 por 3 dias consecutivos Reduzir para 0,5 MU/kg/dia Se a CAN permanecer > 1.000/mm3 por mais 3 dias consecutivos Reduzir para 0,1 MU/kg/dia Se a CAN permanecer > 1.000/mm3 por mais 3 dias consecutivos Descontinuar LEUCIN Se a CAN diminuir para < 1.000/mm3 durante o período de tratamento A dose de LEUCIN deve ser reescalonada de acordo com as etapas anteriores CAN = Contagem absoluta de neutrófilos. LEUCIN tem demonstrado eficácia e boa tolerabilidade neste contexto em doses até 70 mcg/kg/dia. Informações adicionais: Os ensaios clínicos com LEUCIN incluíram um pequeno número de pacientes idosos. Estudos especiais não foram realizados neste grupo e, portanto, recomendações específicas de dosagem não podem ser feitas. A segurança e eficácia de LEUCIN não foram estabelecidas para crianças.

Reações adversas

A administração de LEUCIN nas doses recomendadas está freqüentemente associada com dor musculoesquelética, em geral discreta ou moderada e ocasionalmente severa. A dor musculoesquelética é geralmente controlada com os analgésicos clássicos. Efeitos adversos menos freqüentes incluíram anormalidades urinárias, predominantemente disúria leve ou moderada. Hipotensão transitória, sem necessidade de tratamento clínico, foi ocasionalmente relatada. Elevações reversíveis, dose-dependentes, geralmente discretas ou moderadas da desidrogenase láctica, fosfatase alcalina, ácido úrico sérico e da gamaglutamiltransferase podem ocorrer. Contagens leucocitárias iguais ou superiores a 100.000/mm3 foram observadas em menos de 5% dos pacientes recebendo LEUCIN em doses superiores a 0,3 MU/kg/dia (3 mcg/kg/dia). Nenhum efeito adverso diretamente atribuível a este grau de leucocitose foi relatado. Nos estudos clínicos randomizados, placebo-controlados, LEUCIN não aumentou a incidência dos eventos clínicos adversos associados à quimioterapia citotóxica. Os eventos adversos relatados com igual freqüência nos pacientes tratados com LEUCIN/quimioterapia e placebo/quimioterapia incluíram náusea e vômitos, alopecia, diarréia, fadiga, anorexia, mucosite, cefaléia, tosse, rash cutâneo, dor torácica, fraqueza generalizada, dor de garganta, constipação e dor inespecífica. Distúrbios vasculares, incluindo doença veno-oclusiva e distúrbios do volume hídrico, foram ocasionalmente relatados em pacientes submetidos à quimioterapia de altas doses pós-transplante autólogo de medula óssea. A associação causal com LEUCIN não foi estabelecida. Interferência em exames laboratoriais: Valores de fosfatase alcalina no soro e leucócitos, valores de desidrogenase láctica no soro e concentração de ácido úrico no soro normalmente aumentam em pacientes que recebem filgrastim, retornando a concentrações normais de 1 a 2 semanas após sua retirada.

Interações medicamentosas

Crescimento de células malignas: O fator estimulador de colônias de granulócitos pode promover o crescimento de células mielóides in vitro e efeitos semelhantes podem ser observados em algumas células não-mielóides in vitro. A segurança e eficácia da administração de LEUCIN em pacientes com mielodisplasia, leucemia mielóide aguda ou leucemia mielóide crônica não foram estabelecidas. Portanto, devido à possibilidade de crescimento tumoral, LEUCIN deve ser administrado com extrema cautela em qualquer condição maligna com características mielóides. Estudos clínicos não estabeleceram ainda se LEUCIN influencia a progressão de síndromes mielodisplásicas para leucemia mielóide aguda. Assim, extrema cautela deve ser tomada ao se administrar LEUCIN em qualquer condição mielóide pré-maligna. Leucocitose: Uma contagem de leucócitos de 100.000/mm3 ou superior foi observada em menos de 5% dos pacientes recebendo LEUCIN, em doses superiores a 0,3 MU/kg/dia (3 mcg/kg/dia). Não foram relatados efeitos adversos diretamente atribuíveis a este grau de leucocitose. Contudo, devido aos riscos potenciais associados à leucocitose severa, contagens de leucócitos devem ser realizadas a intervalos regulares durante a terapêutica com LEUCIN. Se a contagem leucocitária exceder 50.000/mm3 após o nadir esperado, LEUCIN deve ser imediatamente descontinuado. Riscos associados com altas doses de quimioterapia: Cuidado especial deve ser tomado ao se tratar pacientes com quimioterapia de altas doses, visto que uma melhor resolução tumoral não tem sido demonstrada; doses altas de agentes quimioterápicos podem levar a um aumento de toxicidade, incluindo efeitos cardíacos, pulmonares, neurológicos e dermatológicos (consultar a informação de prescrição específica dos agentes quimioterápicos utilizados). O tratamento com LEUCIN não exclui a possibilidade de trombocitopenia e anemia pela quimioterapia mielossupressora. Nestes pacientes, devido à possibilidade de receberem doses mais altas de quimioterapia (por exemplo, doses completas do esquema prescrito), existe maior risco de trombocitopenia e anemia. Recomendam-se avaliações periódicas do hematócrito e contagem de plaquetas. Cautela especial deve ser adotada quando da administração de quimioterápicos, conhecidamente trombocitopênicos isolados ou em associação. Outras precauções especiais: A monitorização da densidade óssea pode ser indicada nos pacientes portadores de doenças osteoporóticas subjacentes submetidos à terapêutica com LEUCIN por mais de 6 meses. Estudos não foram realizados com LEUCIN em pacientes com prejuízo severo das funções hepática e renal. Portanto, seu uso em pacientes destes grupos não pode ser recomendado. Os efeitos de LEUCIN em pacientes com redução substancial dos progenitores mielóides não foram estudados. LEUCIN atua inicialmente nos precursores neutrofílicos para exercer seu efeito no aumento da contagem dos neutrófílos. Portanto, nos pacientes com precursores reduzidos, a resposta neutrofílica pode estar diminuída (nos casos tratados com radioterapia extensa ou quimioterapia). Emprego na gravidez e lactação: A segurança de LEUCIN em mulheres grávidas não foi estabelecida. Não existe evidência de estudos em ratos e coelhos de que filgrastim seja teratogênico. Maior incidência de perda de embrião foi observada em coelhos, mas nenhuma malformação foi verificada. Durante a gestação, o possível risco do uso de LEUCIN para o feto deve ser avaliado com relação aos benefícios terapêuticos esperados. Lactação: Não se têm conhecimentos da excreção de LEUCIN no leite materno. LEUCIN não está recomendado em lactantes. Efeitos sobre a habilidade de dirigir autos ou operar máquinas: Nenhum efeito tem sido observado.
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