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KLARICID

Laboratório

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.

Principio ativo

CLARITROMICINA

Classe

Antimicrobianos

Composição

— Fórmula por 5 ml de suspensão, após reconstituição: Claritromicina 125 mg. Excipientes (sílica, açúcar, goma-xantânica, sorbato de potássio, ácido cítrico, cloreto de sódio, sacarina e sabores: frutas da floresta e mirtilo) q.s.p. 5 ml. Fórmula por 5 ml de suspensão, após reconstituição: Claritromicina 250 mg; Excipientes (carbômero 974P, polividona, celulose, óleo de rícino, açúcar, maltodextrina, sorbato de potássio, dióxido de silício, ácido cítrico, dióxido de titânio, goma-xantânica e sabor de frutas) q.s.p. 5 ml.

Apresentação

KLARICID Grânulos para suspensão pediátrica 125 mg/5 ml: Frascos com 1,25 g e 2,5 g de claritromicina na forma de grânulos para 50 ml e 100 ml de suspensão, respectivamente, copo-medida e seringa dosadora para administração oral (Lista Nº L-950). KLARICID Grânulos para suspensão pediátrica 250 mg/5 ml: Frascos com 1,5 g, 2,5 g e 5,0 g de claritromicina na forma de grânulos para 30 ml, 50 ml e 100 ml de suspensão, respectivamente, copo-medida e seringa dosadora para administração oral (Lista Nº L-207).

Indicações

Tratamento de infecções das vias aéreas superiores e inferiores, infecções da pele e tecidos moles, por microrganismos sensíveis à claritromicina. Infecções disseminadas ou localizadas produzidas por micobactérias e para prevenção de infecção por MAC (Mycobacterium avium complex) em pacientes infectados pelo HIV com contagem de linfócitos CD4 menor ou igual a 100/mm3. Associado à lansoprazol e amoxicilina, para a erradicação do Helicobacter pylori.

Contra indicações

Hipersensibilidade aos antibióticos macrolídeos e administração concomitante com cisaprida, pimozida e terfenadina.

Posologia

KLARICID grânulos para suspensão pediátrica 125 mg/5 ml e 250 mg/5 ml: A dose diária recomendada, para crianças de 6 meses a 12 anos, é de 7,5 mg/kg de peso corporal (correspondentes a 0,3 ml/kg de peso corporal, da suspensão reconstituída de 125 mg/5 ml; ou correspondentes a 0,15 ml/kg de peso corporal, da suspensão reconstituída de 250 mg/5 ml), duas vezes ao dia, até um máximo de 500 mg, duas vezes ao dia. A duração usual do tratamento é de 5 a 10 dias, dependendo do patógeno envolvido e da severidade do quadro. Tratamento da faringite estreptocócica deve ser de pelo menos 10 dias. A suspensão pode ser administrada com ou sem alimentos e pode ser tomada com leite. Função renal comprometida, com depuração da creatinina inferior a 30 ml/min, a dose deve ser reduzida à metade (até 250 mg uma vez ao dia ou, em infecções graves, até 250 mg, duas vezes ao dia). A administração não deve prolongar-se além de 14 dias nesses pacientes. Tratamento de MAC: Em crianças com infecções disseminadas ou localizadas por micobactérias, a dose de claritromicina recomendada para tratamento é de 15 a 30 mg/kg de peso ao dia, divididos em duas tomadas. Nesses casos, o tratamento com claritromicina deve continuar pelo tempo em que for demonstrado benefício clínico. A adição de outras medicações contra micobactérias pode ser benéfica.

Reações adversas

Perturbações gastrintestinais: Náusea, dispepsia, dor abdominal, vômito e diarréia. Cefaléia, paladar alterado e elevação transitória de enzimas hepáticas. Como com outros macrolídeos, disfunção hepática (pode ser severa e usualmente reversível): aumento de enzimas hepáticas, hepatite colestática e/ou hepatocelular, com ou sem icterícia, são infreqüentemente relatados com claritromicina. Raramente insuficiência hepática fatal foi relatada e, geralmente, associada com doenças subjacentes severas e/ou medicações concomitantes. Casos isolados de creatinina sérica aumentada foram registrados. Relatos de colite pseudomembranosa. Como outros macrolídeos, prolongamento de intervalos QT, taquicardia ventricular e torsades de pointes foram raramente relatados. Glossite, estomatite, candidose oral e descoloração da língua. Descoloração dos dentes, em geral reversível. Reações alérgicas leves até anafilaxia e síndrome de Stevens-Johnson, foram relatadas. Efeitos transitórios sobre o SNC: Tontura, vertigens, ansiedade, insônia, pesadelos, zumbidos, confusão, desorientação, alucinação, psicose e despersonalização; porém, não foi estabelecida uma relação de causa/efeito. Perda auditiva, geralmente reversível com a retirada da medicação. Alterações do olfato, usualmente em conjunto com alterações do paladar. Raros casos de hipoglicemia, alguns dos quais em pacientes em uso concomitante de agentes hipoglicemiantes orais ou insulina. Raros casos de leucopenia e trombocitopenia. Alterações laboratoriais: Elevação no tempo de protrombina, uréia e creatinina, podem ocorrer.

Interações medicamentosas

Excreção principalmente pelo fígado e rins, devendo ser administrada com cautela em pacientes com função hepática alterada. Precaução em pacientes com comprometimento moderado a severo da função renal. Possibilidade de resistência bacteriana cruzada entre claritromicina e outros macrolídeos. Colite pseudomembranosa foi descrita. Uso em crianças e lactentes: Não se recomenda o uso de KLARICID Comprimidos revestidos, ou de KLARICID IV em crianças com idade inferior a 12 anos. A segurança e a eficácia da claritromicina em crianças com idade inferior a 6 meses não foram determinadas.
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