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XELODA

Laboratório

Prod. Roche Químicos e Farmacêuticos S.A

Principio ativo

CAPECITABINA

Classe

Neoplasias (quimioterapia)

Composição

Ingrediente ativo: Capecitabina. Excipientes: Lactose anidra, croscarmelose sódica, hipromelose, celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de titânio, talco, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Apresentação

Comprimidos revestidos de 150 mg: Embalagens com 60 unidades. Comprimidos revestidos de 500 mg: Embalagens com 120 unidades.

Indicações

Xeloda® (Capecitabina) em combinação com docetaxel está indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado ou metastático, após falha da quimioterapia citotóxica. Esta quimioterapia prévia deve ter incluído uma antraciclina. Xeloda® (Capecitabina) está indicado como monoterapia, para o tratamento de pacientes com câncer de mama metastático ou localmente avançado após o insucesso de um taxano e de um regime de quimioterapia contendo antraciclina ou para aqueles em que a terapia adicional com antraciclina não está indicada. Xeloda® (Capecitabina) está indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com carcinoma colorretal metastático.

Contra indicações

Xeloda® (Capecitabina) está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida à capecitabina ou a quaisquer de seus componentes. Xeloda® (Capecitabina) está contra-indicado em pacientes que apresentem história de reações severas e inesperadas à terapia com fluoropirimidinas ou com hipersensibilidade conhecida ao fluorouracil. Como as outras fluoropirimidinas, Xeloda® (Capecitabina) está contra-indicado em pacientes com conhecida deficiência de DPD. Xeloda® (Capecitabina) não deve ser administrado com sorivudina ou com seus análogos quimicamente semelhantes, assim como brivudina (ver Interações medicamentosas). Xeloda® (Capecitabina) está contra-indicado em pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina abaixo de 30 ml/min). As contra-indicações do docetaxel também se aplicam à combinação Xeloda® (Capecitabina) + docetaxel.

Posologia

Dosagem recomendada: A dose recomendada para monoterapia de Xeloda® (Capecitabina) é de 1.250 mg/m2, administrada 2 vezes ao dia (pela manhã e à tarde; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), por 14 dias, seguidos de sete dias de descanso. Os comprimidos de Xeloda® (Capecitabina) devem ser ingeridos com água, 30 minutos após a refeição. Em combinação com docetaxel, a dose recomendada de Xeloda® (Capecitabina) é de 1.250 mg/m2, administradas 2 vezes ao dia (pela manhã e à tarde; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), por 14 dias, seguidos de sete dias de descanso, associada ao docetaxel 75 mg/m2, em infusão endovenosa durante 1 hora, a cada 3 semanas. A pré-medicação, de acordo com a bula de docetaxel, deve ser iniciada antes da administração de docetaxel para os pacientes que o estiverem recebendo em combinação com Xeloda® (Capecitabina)

Reações adversas

Experiência advinda dos estudos clínicos: Monoterapia Xeloda® (Capecitabina): A Tabela 1 mostra os eventos adversos que acontecem em ³ 2% dos pacientes (n = 949), relatados como, pelo menos, remotamente relacionado à administração de Xeloda® (Capecitabina). A informação sobre a segurança está baseada em 4 estudos fase II em pacientes do sexo feminino com câncer de mama (n = 319) e 3 estudos (1 fase II e 2 estudos fase III) em homens e mulheres com câncer colorretal (n = 630).

Interações medicamentosas

Xeloda® (Capecitabina) pode induzir diarréia, a qual eventualmente pode ser grave. O tempo mediano para a primeira ocorrência de diarréia graus 2-4 foi de 31 dias, e a duração mediana da diarréia graus 3 ou 4 foi de 4,5 dias. Os pacientes com diarréia grave devem ser monitorados cuidadosamente e, se ficarem desidratados, deverão receber fluídos com reposição de eletrólitos. Se diarréia graus 2, 3 ou 4 ocorrer, a administração de Xeloda® (Capecitabina) deve ser interrompida imediatamente até a resolução da diarréia ou diminuição da sua intensidade para grau 1. Após diarréia graus 3 ou 4, as doses subseqüentes de Xeloda® (Capecitabina) devem ser diminuídas (ver Posologia). Tratamentos padrão antidiarréia (por exemplo, loperamida) devem ser instituídos, caso indicado, o quanto antes. Os pacientes tratados com Xeloda® (Capecitabina) devem ser cuidadosamente monitorados quanto à toxicidade. A maioria dos efeitos adversos é reversível e não requer descontinuação permanente da terapia, embora a suspensão e o ajuste de dose possam ser necessárias (ver também Posologia). O espectro da cardiotoxicidade observada com Xeloda® (Capecitabina) é similar a de outras pirimidinas fluoretadas. Isto inclui infarto do miocárdio, angina, disritmias, parada cardíaca, falência cardíaca e alterações eletrocardiográficas. Estes eventos adversos podem ser mais comuns em pacientes com história prévia de doença coronariana. Raramente, uma toxicidade grave e inesperada (por exemplo, estomatite, diarréia, neutropenia e neurotoxicidade) associada com 5-fluorouracil, foi relacionada a uma deficiência da atividade da diidropirimidina desidrogenase (DPD). Uma ligação entre a diminuição dos níveis de DPD e o aumento dos efeitos tóxicos potencialmente fatais do 5-fluorouracil não pode, portanto, ser excluída. Médicos devem ter precaução quando Xeloda® (Capecitabina) for administrado em pacientes com alteração da função renal (ver Instruções especiais de dosagem), pois como visto com o 5-FU, a incidência de eventos adversos graus 3 e 4 relacionados ao tratamento foi maior em pacientes com moderada insuficiência renal (clearance de creatinina 30-50 ml/min). Em pacientes com insuficiência renal moderada (clearance de creatinina entre 30 e 50 ml/min), uma redução de 75% da dose inicial é recomendada. Esta recomendação de ajuste de dose se aplica tanto para Xeloda® (Capecitabina) em monoterapia, quanto em terapia combinada. Caso o paciente desenvolva evento adverso graus 2, 3 ou 4, recomenda-se monitoramento cuidadoso, interrupção do tratamento e ajuste de dose subseqüente como consta na tabela de dose. Entre os pacientes com câncer colorretal, com idades entre 60-79 anos recebendo Xeloda® (Capecitabina) em monoterapia, a incidência de toxicidade gastrintestinal foi semelhante à da população geral. Em pacientes geriátricos, com 80 anos ou mais, uma porcentagem maior apresentou eventos adversos gastrintestinais reversíveis, graus 3 ou 4, como diarréia, náuseas e vômitos (ver Instruções especiais de dosagem). Dados de uma análise de segurança em pacientes com 60 anos ou mais, tratados com Xeloda® (Capecitabina) combinado ao docetaxel, demonstraram aumento na incidência de eventos adversos graus 3 e 4 associados ao tratamento, de eventos adversos sérios e nas taxas de abandono ao tratamento devido a eventos adversos, quando comparados aos pacientes com menos de 60 anos. Xeloda® (Capecitabina) pode induzir à síndrome mão-pé (eritrodisestesia palmo-plantar ou eritema acral induzido por quimioterapia), o qual é uma toxicidade cutânea (em pacientes recebendo monoterapia o tempo mediano do início é de 79 dias, com uma média de 11 a 360 dias) com severidade que varia do grau 1 ao 3. O grau 1 é definido como dormência, disestesia/parestesia, formigamento ou eritema das mãos e/ou pés e/ou desconforto que não interrompe as atividades normais. A síndrome mão-pé grau 2 está definida como eritema doloroso e inchaço dos pés e/ou mãos e/ou desconforto afetando as atividades diárias do paciente. A síndrome mão-pé grau 3 está definida como uma descamação úmida, ulceração, bolhas ou dor severa dos pés e/ou mãos e/ou desconforto grave que impede o paciente de trabalhar ou executar as atividades diárias normais. Se a síndrome mão-pé graus 2 ou 3 ocorrer, a administração de Xeloda® (Capecitabina) deve ser interrompida até a resolução do evento ou diminuição da intensidade para grau 1. Após a ocorrência de síndrome mão-pé grau 3, as doses subseqüentes de Xeloda® (Capecitabina) devem ser diminuídas (ver Posologia). Xeloda® (Capecitabina) pode induzir hiperbilirrubinemia. A administração de Xeloda® (Capecitabina) deve ser interrompida caso as elevações da bilirrubina, relacionadas ao tratamento, sejam > 3 vezes o limite superior de normalidade ou caso ocorram elevações das transaminases hepáticas (ALT, AST) relacionadas ao tratamento, > 2,5 vezes o limite superior de normalidade. O tratamento pode ser reiniciado quando a bilirrubina diminuir para £ 3 vezes o limite superior de normalidade ou quando as transaminases hepáticas diminuirem para £ 2,5 vezes o limite superior de normalidade. Pacientes com insuficiência hepática devem ser monitorados cuidadosamente quando Xeloda® (Capecitabina) é administrado (ver Posologia). Não é conhecido o efeito da insuficiência hepática, que não seja devido a metástases hepáticas ou insuficiência hepática severa, na disposição de Xeloda® (Capecitabina) (ver Farmacocinética e Instruções especiais de dosagem).
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