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ANADOR COMPRIMIDOS

Laboratório

Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda.

Principio ativo

DIPIRONA

Classe

Analgésicos e antitérmicos

Composição

Cada comprimido contém: Dipirona sódica 500 mg. Excipientes: Metilcelulose, povidona, dióxido de silício coloidal, sacarose, amarelo de quinolina, amido, talco, estearato de magnésio, álcool etílico, água purificada.

Apresentação

Comprimidos: Embalagens de 24, 120 e 512 comprimidos.

Indicações

Analgésico e antitérmico.

Contra indicações

Dipirona não deve ser administrada a pacientes com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos, ou a portadores de determinadas doenças metabólicas, como porfiria hepática ou deficiência congênita da glicose-6-fosfato desidrogenase. Como os demais analgésicos, dipirona não deve ser administrada sem controle médico em altas doses ou por períodos prolongados.

Posologia

Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 1 a 2 comprimidos, até 4 vezes ao dia. Doses maiores, somente a critério médico. Siga corretamente o modo de usar; não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

Reações adversas

Em pacientes sensíveis, dipirona pode provocar reações de hipersensibilidade, independentemente da dose. As mais graves, embora bastante raras, são choque e discrasias sangüíneas (agranulocitose, leucopenia e trombocitopenia), o que é sempre um quadro muito grave. Outros efeitos indesejados que podem ocorrer incluem reações de hipersensibilidade, que afetam a pele (urticária), a conjuntiva e a mucosa nasofaríngea, muito raramente progredindo para reações cutâneas bolhosas, às vezes com risco de vida, geralmente com comprometimento da mucosa (síndrome de Stevens-Johnson ou síndrome de Lyell). No evento de tais reações cutâneas, deve-se suspender imediatamente o tratamento e consultar o médico. Pacientes com história de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque. Neste caso, deve-se suspender imediatamente o tratamento e tomar as providências médicas adequadas: colocar o paciente deitado com as pernas elevadas e as vias aéreas livres; diluir 1 ml de epinefrina a 1:1.000 para 10 ml e aplicar 1 ml por via intravenosa e, a seguir, uma dose alta de glicocorticóide. Se necessário, fazer reposição do volume sangüíneo com plasma, albumina humana ou soluções eletrolíticas. Em situações ocasionais, principalmente em pacientes com histórico de doença renal preexistente, ou em caso de superdosagem, houve distúrbios renais transitórios com oligúria ou anúria, proteinúria e nefrite intersticial. Podem-se observar ataques de asma em pacientes predispostos a tal condição.

Interações medicamentosas

O uso de ANADOR® em casos de amigdalite ou de qualquer outra afecção da bucofaringe deve merecer cuidado redobrado: esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas de agranulocitose (angina agranulocítica), ocorrência rara, mas possível, quando se faz uso de produtos que contenham dipirona. Pacientes com asma ou infecções respiratórias crônicas, bem como pacientes com hipersensibilidade a qualquer tipo de substância, podem desenvolver choque. O uso de comprimidos é inadequado para crianças e adolescentes abaixo de 15 anos. Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas com dipirona, devido à possibilidade de interferência na função renal, a menos que seja absolutamente necessário. Em pacientes com distúrbios hematopoiéticos, ANADOR® somente deve ser administrado sob controle médico. Cuidados são necessários em pacientes com pressão sangüínea abaixo de 100 mmHg ou com condições circulatórias instáveis, (p. ex.: deficiência circulatória incipiente associada ao infarto do miocárdio, lesões múltiplas ou choque recente). Usar com cuidado em pacientes idosos, com obstrução pilórica ou intestinal, ou com função metabólica, renal ou hepática debilitada.
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