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TOLREST

Laboratório

Laboratórios Biosintética Ltda.

Principio ativo

SERTRALINA, CLORIDRATO

Classe

Antidepressivos e analépticos

Composição

Cada comprimido de 25 mg contém: Sertralina-cloridrato (correspondente a 25 mg de sertralina base) 28 mg. Excipientes (croscarmelose sódica, celulose microcristalina, amido de milho, lactose, polivinilpirrolidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, polietilenoglicol, hidroxipropilmetilcelulose e dióxido de titânio) q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de 50 mg contém: Sertralina-cloridrato (correspondente a 50 mg de sertralina base) 56 mg. Excipientes (croscarmelose sódica, amido de milho, lactose, dióxido de silício, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, polietilenoglicol, dióxido de titânio e corante laca amarelo no 6) q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de 75 mg contém: Sertralina-cloridrato (correspondente a 75 mg de sertralina base) 84 mg. Excipientes (croscarmmelose sódica, amido de milho, lactose, dióxido de silício, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, óxido de ferro, polietilenoglicol, corante óxido de ferro amarelo) q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de 100 mg contém: Sertralina-cloridrato (correspondente a 100 mg de sertralina base) 112 mg. Excipientes (croscarmelose sódica, amido de milho, lactose, dióxido de silício, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, polietilenoglicol, corante laca amarelo-crepúsculo) q.s.p. 1 comprimido.

Apresentação

Comprimidos revestidos de 25 mg: Embalagem calendário com 7 ou 14 comprimidos. Comprimidos revestidos de 50 mg: Embalagem com 20 comprimidos. Comprimidos revestidos de 75 mg: Embalagem calendário com 30 comprimidos. Comprimidos revestidos de 100 mg: Embalagem com 20 comprimidos.

Indicações

Em adultos, a sertralina é indicada para o tratamento de sintomas de depressão, incluindo depressão acompanhada por sintomas de ansiedade, em pacientes com ou sem história de mania. Também é indicada no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC); da síndrome do pânico com ou sem agorafobia; do transtorno disfórico pré-menstrual (segundo a classificação do DSM-IV); do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT); e no tratamento de fobia social (transtorno da ansiedade social). Em crianças e adolescentes (6 a 17 anos) está indicada apenas no tratamento do TOC. Após uma resposta satisfatória, a continuidade do tratamento com sertralina é eficaz, tanto na prevenção de recaída dos sintomas do episódio inicial de depressão como na recorrência de outros episódios depressivos. A eficácia da terapia com sertralina em transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) foi documentada em ensaios clínicos, com duração de 12 semanas; entretanto, devido à natureza crônica deste transtorno, a terapia deveria ser continuada para os pacientes que respondem ao tratamento. Recomenda-se uma avaliação periódica para decidir a necessidade de se continuar a terapia. Ajustes de dosagem podem ser necessários, para se fornecer aos pacientes a menor dose efetiva. Em ensaios clínicos com pacientes adultos, a sertralina demonstrou redução significante na freqüência de ataques de pânico sem interferência da idade, raça ou sexo. No tratamento de fobia social (transtorno da ansiedade social), após resposta satisfatória, a continuidade do tratamento com sertralina é eficaz na prevenção de recidivas do episódio inicial da fobia social.

Contra indicações

Em pacientes com hipersensibilidade ao cloridrato de sertralina ou aos demais componentes da fórmula. O uso concomitante de TOLREST® em pacientes utilizando inibidores da monoaminoxidase (IMAO) e pimozida é contra-indicado (ver Advertências).

Posologia

Adultos: Na depressão e no transtorno obsessivo-compulsivo, o tratamento com sertralina deve ser iniciado com uma dose de 50 mg uma vez ao dia. Embora uma relação entre dose e efeito não tenha sido estabelecida, pacientes que utilizaram doses entre 50 mg e 200 mg por dia em testes clínicos demonstraram a eficácia de sertralina. Conseqüentemente, pacientes que não responderam a uma dose de 50 mg, podem ser beneficiados com aumento da dose até o máximo de 200 mg/dia. Para o tratamento da síndrome do pânico, do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e no tratamento de fobia social (transtorno da ansiedade social), a dosagem inicial é de 25 mg, a qual deve ser posteriormente ajustada, conforme a resposta do paciente, para até 200 mg diários. No transtorno disfórico pré-menstrual: O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 50 mg por dia, contínuo, isto é, por todo o ciclo menstrual, ou limitado apenas à fase lútea do ciclo menstrual, dependendo da avaliação médica. Embora uma relação entre dose e efeito não tenha sido estabelecida no transtorno disfórico pré-menstrual, as pacientes nos ensaios clínicos receberam doses de 50 mg a 150 mg; e os aumentos de dose ocorreram no início de cada novo ciclo menstrual. Pacientes que não responderam a dose de 50 mg por dia podem se beneficiar de aumento até 150 mg por dia (com aumento de 50 mg/ciclo menstrual) quando o tratamento ocorre em todo o ciclo menstrual, ou até 100 mg por dia quando o tratamento ocorre na fase lútea do ciclo menstrual. Se o regime de doses de 100 mg por dia for escolhido para apenas a fase lútea do ciclo menstrual, deve-se utilizar um período de três dias para a titulação da dose com 50 mg por dia, no início de cada fase lútea. A eficácia da sertralina para uso em longo prazo no transtorno disfórico pré-menstrual, isto é, por mais de três ciclos menstruais, não foi sistematicamente avaliada em ensaios clínicos. Entretanto, como mulheres relatam piora da sintomatologia com a idade e alívio da mesma com o início da menopausa, é razoável considerar um tratamento contínuo nas pacientes que apresentaram resposta satisfatória. Ajustes de dose (que podem incluir a mudança de regime de dose, isto é, diariamente por todo o ciclo menstrual versus durante apenas a fase lútea do ciclo menstrual) podem ser necessários para manter a paciente na mínima dose eficaz; e as pacientes devem ser periodicamente reavaliadas para se determinar a necessidade da continuidade do tratamento. Sertralina deve ser administrada uma vez ao dia, de manhã ou à noite, independente da ingestão de alimentos; doses maiores que 150 mg/dia não devem ser administradas por mais de 8 semanas. Os ajustes de dose devem respeitar intervalos de pelo menos uma semana, devido à meia-vida de eliminação da droga ser longa. Sertralina deve ser usada com cuidado em pacientes com insuficiência hepática e/ou renal. Crianças e adolescentes: A sertralina deve ser utilizada em crianças e adolescentes apenas no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). A dose inicial recomendada para crianças de 6 a 12 anos é de 25 mg/dia em uma única tomada, aumentada para 50 mg/dia após uma semana; a dose inicial para adolescentes (13 a 17 anos) é de 50 mg/dia em uma única tomada. No caso de ausência de resposta clínica, a dose pode ser subseqüentemente aumentada até 200 mg/dia. Entretanto, o menor peso corpóreo de uma criança, quando comparado ao de um adulto, deve ser considerado quando se pensar em aumentar a dose, a fim de se evitar uma dose excessiva. O medicamento deve ser administrado uma vez ao dia, de manhã ou à noite; independente da ingestão de alimentos; doses maiores que 150 mg/dia não devem ser administradas por mais de 8 semanas. Os ajustes de dose devem respeitar intervalos de pelo menos uma semana, devido à meia-vida de eliminação da droga ser longa. Idosos: A mesma dose indicada para pacientes mais jovens pode ser utilizada em pacientes idosos. Manutenção/continuação/tratamento prolongado: Existe evidência que sugere que pacientes com depressão que respondem durante uma fase de tratamento inicial de 8 semanas continuam sendo beneficiados durante um tratamento adicional de 8 semanas. Embora existam dados insuficientes com respeito a qualquer benefício do tratamento além de 16 semanas, é geralmente aceito entre psicofarmacologistas que episódios agudos de depressão requerem vários meses de tratamento ou terapias farmacológicas ininterruptas por longos períodos.

Reações adversas

Comumente observadas: As reações adversas mais comumente observadas associadas com o uso de cloridrato de sertralina e não observadas em uma incidência equivalente em pacientes tratados com placebo foram: distúrbios gastrintestinais (incluindo náusea, diarréia, fezes amolecidas e dispepsia), tremor, vertigem, insônia, sonolência, sudorese aumentada, boca seca, perda de peso e disfunção sexual masculina (principalmente ejaculação retardada). Associada com interrupção do tratamento: As reações mais comuns (relatadas em pelo menos 1% dos indivíduos) associadas com a interrupção incluíram agitação, insônia, disfunção sexual masculina (principalmente ejaculação retardada), sonolência, dor de cabeça, tremor, anorexia, diarréia, fezes amolecidas, náuseas e fadiga. Incidência em testes clínicos controlados: A tabela que segue enumera os efeitos adversos que ocorreram com uma freqüência de 1% ou mais entre pacientes tratados com sertralina que participaram dos ensaios controlados comparados com pacientes que receberam placebo. A maior parte dos pacientes recebeu doses de 50 a 200 mg por dia. O médico deve estar ciente que estes dados não podem ser usados para predizer a incidência de efeitos colaterais no curso da prática médica usual, onde as características do paciente e outros fatores diferem daqueles pré-avaliados nos ensaios clínicos. Similarmente, as freqüências citadas não podem ser comparadas com os dados obtidos por outras investigações clínicas envolvendo tratamentos, usos e indivíduos diferentes. Os dados citados (Tabela 1), todavia, fornecem para o prescritor médico alguma base para estimar a contribuição relativa de fatores medicamentosos ou não na incidência média dos efeitos colaterais na população estudada.

Interações medicamentosas

Ativação de mania/hipomania: Durante os testes clínicos, hipomania ou mania ocorreu em aproximadamente 0,4% dos pacientes tratados com sertralina. A ativação de mania/hipomania tem sido relatada em uma pequena proporção de pacientes com distúrbio afetivo maior tratados com outros antidepressivos. Perda de peso: Perda de peso significante pode ser um resultado indesejável no tratamento com sertralina para alguns pacientes, mas, em média, pacientes em testes controlados têm perda de peso mínima (0,5 a 1,0 kg), contra menores variações com placebo. Raramente o tratamento com sertralina tem sido interrompido devido à perda de peso. Convulsão: Sertralina não foi avaliada em pacientes com distúrbios convulsivos. Estes pacientes foram excluídos dos estudos clínicos do produto. Como é comum com outros antidepressivos, sertralina deve ser introduzida com cuidado em pacientes epilépticos. Suicídio: A possibilidade de uma tentativa de suicídio é inerente na depressão e pode persistir até que ocorra remissão significante. A supervisão cuidadosa de pacientes de alto risco deve acompanhar a terapia inicial da droga. Prescrições de sertralina devem ser feitas pela menor quantidade de comprimidos que permitam um bom controle do paciente, a fim de reduzir o risco de superdose. Efeito uricosúrico: Sertralina é associada a uma diminuição na média do ácido úrico sérico de aproximadamente 7%. O significado clínico deste pequeno efeito uricosúrico é desconhecido e não existem casos relatados de insuficiência renal por sertralina. Uso em pacientes com doenças concomitantes: A experiência clínica com sertralina em pacientes com certas doenças sistêmicas concomitantes é limitada. Cuidados são necessários no uso de sertralina em pacientes com doenças ou condições que possam afetar o metabolismo ou respostas hemodinâmicas. Sertralina não foi avaliada ou usada por tempo apreciável em pacientes com história recente de infarto do miocárdio ou doenças instáveis de coração. Pacientes com estes diagnósticos foram excluídos dos estudos clínicos da droga. Entretanto, os eletrocardiogramas de 774 pacientes que receberam sertralina em testes duplos-cegos foram avaliados e os dados indicam que sertralina não está associada com a evolução de anormalidades significantes no ECG. Pacientes com cirrose estável de grau leve demonstraram uma meia-vida de eliminação prolongada, quando comparada a indivíduos normais, porém a farmacocinética da sertralina não foi estudada em pacientes com significante insuficiência hepática nem em pacientes com insuficiência hepática detectada durante o tratamento. Assim sendo, sertralina deve ser usada com cautela nesses pacientes. Devido à sertralina ser amplamente metabolizada, a excreção da droga inalterada na urina é uma via menor de eliminação. Todavia, até que a farmacocinética da sertralina seja estudada em um número adequado de pacientes com insuficiência renal e até que um número adequado de pacientes com insuficiência renal severa tenha sido avaliado durante tratamento crônico, sertralina deve ser usada com cuidado nestes pacientes. Uso com tricíclicos: A sertralina em baixa dose apresenta menos efeitos inibitórios na atividade bioquímica de drogas metabolizadas pela isoenzima citocromo P-450 2D6 que alguns outros compostos de sua classe. Entretanto, essa inibição pode, em certos casos, ser clinicamente importante. Deve-se administrar TOLREST (sertralina-cloridrato) com cautela quando em uso concomitante com antidepressores tricíclicos, já que a sertralina pode inibir seu metabolismo quando co-administrados. A concentração plasmática do tricíclico pode necessitar de monitorização e poderá ocorrer redução da dose. Interferência com performance motora e cognitiva: Em estudos controlados, sertralina não causou sedação e não interferiu na performance psicomotora. Carcinogênese, mutagênese, diminuição de fertilidade: Estudos prolongados de carcinogenicidade realizados em camundongos e ratos demonstraram aumento dose-relacionado na incidência de adenomas hepáticos em camundongos. Esse aumento não foi observado em camundongos fêmeas e em ratos de ambos os sexos recebendo o mesmo tratamento; também não houve um aumento em carcinomas hepatocelulares. Adenomas hepáticos têm uma proporção variável de ocorrências espontâneas em camundongo CD-1 e são de significado desconhecido em humanos. Houve um aumento em adenomas foliculares de tireóides em ratas recebendo 40 mg/kg de sertralina; este fato não foi acompanhado por hiperplasia de tireóide. Algumas vezes houve um aumento de adenocarcinomas uterinos em ratas recebendo de 10 a 40 mg de sertralina, comparado com os controles placebo; este efeito não foi claramente relacionado à droga. Sertralina não tem efeitos genotóxicos, com ou sem ativação metabólica.
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