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PROFENID

Laboratório

Aventis Pharma Ltda.

Principio ativo

CETOPROFENO

Classe

Antiinflamatórios

Composição

Cada cápsula de PROFENID 50 mg contém cetoprofeno 50 mg; cada supositório contém cetoprofeno 100 mg; cada comprimido revestido de PROFENID Entérico contém 100 mg; cada comprimido de PROFENID Retard contém 200 mg de cetoprofeno; Excipientes q.s.p. 1 comprimido.

Apresentação

Cápsulas: Caixas com 24 cápsulas de 50 mg de cetoprofeno. Supositórios: Caixas com 10 supositórios de 100 mg de cetoprofeno. Comprimidos: Caixas com 20 comprimidos de 100 mg de cetoprofeno e caixas com 10 comprimidos de 200 mg de cetoprofeno.

Indicações

Processos reumáticos: Artrite reumatóide, espondilite anquilosante, gota, condrocalcinose, reumatismo psoriático, síndrome de Reiter, pseudo-artrite, lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, periartrite nodosa, osteoartrite, periartrite escápulo-umeral, bursites, capsulites, sinovites, tenossinovites, tendinites, epicondilites; lesões traumáticas, como contusões e esmagamentos, fraturas, entorses, luxações; algias diversas, como nevralgias cervicobraquial, cervicalgia, lombalgia, ciática.

Contra indicações

Hipersensibilidade ao cetoprofeno, em pacientes nos quais crises de asma, urticária ou rinite aguda são causadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros fármacos com atividade inibidora da prostaglandina-sintetase; úlcera péptica ativa; insuficiência hepática severa; insuficiência renal severa; terceiro trimestre da gravidez.

Posologia

PROFENID (cetoprofeno) Cápsulas 50 mg: 2 cápsulas 2 vezes ao dia ou 1 cápsula 3 vezes ao dia. PROFENID Supositórios 100mg: Aplicar 1 supositório à noite e 1 pela manhã. PROFENID Entérico 100mg: A dose usual é de 150 a 200 mg por dia, dividida em 2 doses. Não ultrapasse 300 mg por dia. PROFENID Retard 200 mg: 1 comprimido pela manhã ou à noite. As cápsulas e comprimidos devem ser tomados de preferência durante ou após as refeições. Pacientes com insuficiência renal: É aconselhável reduzir a dose inicial e manter tais pacientes na dose mínima efetiva. Pacientes com insuficiência hepática: Estes pacientes devem ser cuidadosamente monitorizados e deve-se manter a dose mínima efetiva diária. Pacientes idosos: É aconselhável reduzir a dose inicial e manter tais pacientes na dose mínima efetiva.

Reações adversas

Gastralgia, dor abdominal, náusea, vômito, diarréia, constipação, gastrite, estomatite e mais raramente colite, úlcera péptica, hemorragia gastrointestinal e excepcionalmente perfuração; erupção cutânea, prurido, urticária e angioedema; crise asmática, broncoespasmo; anafiláticas (incluindo choque); fotossensibilidade; alopecia; excepcionalmente podem ocorrer erupções bolhosas, incluindo síndrome de Stevens-Johnson e síndrome de Lyell; vertigem, parestesia, convulsões; alterações psicóticas: sonolência, alterações do humor; visão embaçada; zumbidos; anormalidade nos testes de função renal, insuficiência renal aguda, nefrite intersticial e síndrome nefrótica; elevação dos níveis de transaminase, raros casos de hepatite; trombocitopenia, anemia normalmente devido à hemorragia crônica, agranulocitose, aplasia medular; hipertensão, vasodilatação; cefaléia, edema, ganho de peso, alteração do paladar; interferência na determinação de albumina urinária, sais biliares, 17-cetosteróides e 17-hidroxicorticosteróides que se baseiam na precipitação ácida ou em reação colorimétrica dos grupos carbonil.

Interações medicamentosas

Os pacientes com LES podem apresentar predisposição à toxicidade por AINEs em sistema nervoso central (SNC) e/ou renal; atenção especial a qualquer alteração digestiva e especialmente em casos de hemorragia gastrointestinal, particularmente em pacientes que continuam sendo tratados com anticoagulantes; pacientes com história de úlcera péptica; no início do tratamento, a função renal deve ser cuidadosamente monitorizada em pacientes com insuficiência cardíaca, cirrose e patologia renal, naqueles que fazem uso de diuréticos, em pacientes com insuficiência renal crônica e especialmente em pacientes idosos; na presença de doença infecciosa, as propriedades antiinflamatória, analgésica e antipirética do cetoprofeno podem mascarar os sinais habituais de progressão da infecção, como por exem- plo febre; em pacientes que apresentam testes da função hepática alterados ou com história de hepatopatias, recomenda-se avaliar os níveis das transaminases periodicamente, particularmente durante tratamentos prolongados; a segurança e a eficácia do uso de cetoprofeno em crianças ainda não foram estabelecidas; se ocorrerem distúrbios visuais, tal como visão embaçada, o tratamento com cetoprofeno deve ser descontinuado; os pacientes devem ser advertidos sobre o risco de ocorrência de sonolência, tontura ou convulsão durante o tratamento com cetoprofeno e orientados a não dirigir veículos ou operar máquinas caso estes sintomas apareçam; a ingestão de álcool pode aumentar o risco de toxicidade hepática e sangramento gastrointestinal; não se recomenda a ingestão de bebidas alcoólicas durante a administração de AINEs.
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