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ACTOS

Laboratório

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.

Principio ativo

PIOGLITAZONA, CLORIDRATO

Classe

Antidiabético

Composição

Composição: Cada comprimido contém: cloridrato de pioglitazona.............................................15 mg Excipientes: lactose monoidratada, hipromelose, carboximetilcelulose cálcica, estearato de magnésio. Cada comprimido contém: cloridrato de pioglitazona.............................................30 mg Excipientes: lactose monoidratada, hipromelose, carboximetilcelulose cálcica, estearato de magnésio. Cada comprimido contém: cloridrato de pioglitazona.............................................45 mg Excipientes: lactose monoidratada, hipromelose, carboximetilcelulose cálcica, estearato de magnésio.

Apresentação

ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) 15 mg: frascos com 15 comprimidos – via oral. ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) 30 mg: frascos com 15 comprimidos – via oral. ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) 45 mg: frascos com 15 comprimidos – via oral.

Indicações

ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) está indicado como um coadjuvante de dieta e exercícios para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2 (diabetes mellitus não insulino-dependente, DMNID). ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) está indicado como monoterapia e também para uso em combinação com sulfoniluréia, metformina, ou insulina, quando dieta e exercício associados a um agente único não resultam em controle adequado da glicemia. O acompanhamento de diabetes tipo 2 deverá também incluir aconselhamento nutricional, redução de peso quando indicado e exercícios. Estas medidas são importantes não só para tratamento primário do diabetes tipo 2, mas também para manter a eficácia da tratamento medicamentoso.

Contra indicações

ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) é contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade a pioglitazona ou a qualquer um de seus excipientes. É contra indicado a iniciação do medicamento em pacientes com insuficiência cardíaca estabelecidos nas Classes III ou IV do New York Heart Association (NYHA).

Posologia

ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) deve ser administrado uma vez ao dia, independentemente da alimentação. O controle do tratamento antidiabético deve ser individualizado. Idealmente, a resposta ao tratamento deve ser avaliada usando-se a hemoglobina glicosilada (HbA1c), que é um melhor indicador do controle glicêmico a longo prazo quando comparado com glicemia de jejum unicamente. HbA1c reflete a glicemia dos últimos 2 a 3 meses. No uso clínico, recomenda-se que o paciente seja tratado com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) por um período de tempo adequado para se avaliar as alterações de HbA1c (3 meses), a não ser que o controle glicêmico se deteriore. Depois da iniciação de ACTOS® ou com aumento da dose, pacientes deverão ser cuidadosamente monitorados por causa da retenção de fluídos relatado nos eventos adversos (ver Advertências e Precauções) Monoterapia A monoterapia com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) em pacientes sem controle adequado de dieta e exercícios pode ser iniciada com 15 mg ou 30 mg uma vez ao dia. Para pacientes que respondem inadequadamente à dose inicial de ACTOS® (cloridrato de pioglitazona), a dose pode ser aumentada para 45 mg uma vez ao dia. Em pacientes que não respondem adequadamente a monoterapia, uma terapia combinada pode ser considerada. Terapia combinada sulfoniluréia: ACTOS® (cloridrato de pioglitazona), em combinação com uma sulfoniluréia, pode ser iniciado nas doses de 15 mg a 30 mg uma vez ao dia. A dose da sulfoniluréia em uso pode ser mantida com a introdução do tratamento com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona). Se o paciente apresentar hipoglicemia, a dose da sulfoniluréia deverá ser diminuída. metformina: ACTOS® (cloridrato de pioglitazona), em combinação com metformina, pode ser iniciado nas doses de 15 mg a 30 mg uma vez ao dia. A dose da metformina pode ser mantida após a introdução do tratamento com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona). É improvável que seja necessário ajuste na dose de metformina devido a hipoglicemia durante a combinação com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona). insulina: ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) em combinação com insulina pode ser iniciado nas doses de 15 mg a 30 mg uma vez ao dia. A dose de insulina pode ser mantida após a introdução do tratamento com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona). Nos pacientes que estejam recebendo ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) e insulina, a dose de insulina pode ser diminuída em torno de 10 a 25% se o paciente apresentar hipoglicemia, ou se as concentrações de glicose plasmática diminuírem para valores menores que 100 mg/dl em jejum. Maiores ajustes deverão ser individualizados, baseando-se na resposta de diminuição da glicose. Dose máxima recomendada: as doses de ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) não devem exceder a 45 mg em monoterapia ou em combinação com sulfoniluréia, metformina ou insulina. Nenhum estudo clínico foi conduzido com doses maiores que 30 mg uma vez ao dia em terapia combinada. Não é recomendado o ajuste de doses em pacientes com insuficiência renal (ver Farmacologia clínica - Farmacocinética - metabolismo). O tratamento com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) não deve ser iniciado se o paciente mostrar evidência clínica de doença hepática ativa ou aumento de níveis de transaminase sérica (ALT > 2,5 vezes o limite da normalidade) no início do tratamento (ver Advertências e Precauções, geral, efeitos hepáticos e Farmacologia Clínica, população especial e insuficiência hepática). Recomenda-se a monitoração de enzimas hepáticas em todos os pacientes que estejam iniciando a terapia com ACTOS® (cloridrato de pioglitazona), bem como periodicamente após o início (ver Advertências e precauções, geral e efeitos hepáticos ). Não existem dados sobre o uso de ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) em pacientes abaixo de 18 anos de idade, portanto o uso de pioglitazona em pacientes pediátricos não é recomendado. Não há dados disponíveis sobre o uso de pioglitazona em combinação com outra tiazolidinediona.

Reações adversas

Para a maioria dos eventos adversos, a incidência foi semelhante nos grupos tratados com pioglitazona em monoterapia e naqueles tratados em combinação com sulfoniluréias, metformina ou insulina. Houve um aumento da ocorrência de edema nos pacientes tratados com pioglitazona e insulina em comparação com insulina isoladamente. No estudo de pioglitazona em combinação com insulina (n= 379), 10 pacientes tratados com pioglitazona mais insulina desenvolveram dispnéia e também, em algum momento durante o tratamento, desenvolveram alteração do peso corporal ou edema. Sete desses 10 pacientes receberam diuréticos para tratar esses sintomas. Isto não foi relatado no grupo tratado com insulina mais placebo. O índice de desistência nos estudos clínicos devido a um evento adverso que não a hiperglicemia, foi similar no grupo de pacientes tratados com placebo (2,8%) e no grupo com pioglitazona (3,3%). Hipoglicemia leve a moderada foi relatada durante a terapia combinada com sulfoniluréia ou insulina. Hipoglicemia foi registrada em 1% dos pacientes tratados com placebo e em 2% dos pacientes tratados com pioglitazona combinada com sulfoniluréia. Na combinação com insulina, a hipoglicemia foi relatada por 5% dos pacientes em placebo, 8% dos pacientes tratados com 15 mg de cloridrato de pioglitazona e 15% dos pacientes tratados com 30 mg de cloridrato de pioglitazona (ver Advertências e Precauções - Hipoglicemia). Nos estudos duplo-cego de monoterapia, a anemia foi registrada em < 2% dos pacientes tratados com pioglitazona e 0% dos pacientes em placebo. Quando em combinação com insulina, a anemia foi registrada em 1,6% dos pacientes tanto no grupo tratado com pioglitazona como no grupo placebo. A anemia foi também registrada nos estudos de combinação com sulfoniluréia em 0,3% dos pacientes tratados com pioglitazona e 1,6% daqueles em placebo. Em combinação com metformina, a anemia foi relatada em 1,2% dos pacientes tratados com pioglitazona e 0,0% dos pacientes em placebo. Em estudos de monoterapia, edema foi registrado em 4,8% e 1,2% dos pacientes tratados com pioglitazona e placebo, respectivamente. Na combinação com insulina, o edema foi mais freqüente nos pacientes tratados com pioglitazona (15,3%) do que nos tratados com placebo (7,0%). Todos os eventos foram considerados de intensidade leve ou moderada (ver Advertências e Precauções - Edema). Em estudos de tratamento combinado, foi relatado edema em 7,2% dos pacientes tratados com pioglitazona e sulfoniluréia em comparação com 2,1% dos pacientes tratados com sulfoniluréia isoladamente. Em estudos de combinação com metformina, foi relatado edema em 6,0% dos pacientes tratados com a combinação, comparados com 2,5% dos pacientes tratados com metformina isoladamente. Em estudos de tratamento combinado com insulina, foi relatado edema em 15,3% dos pacientes tratados com a combinação, comparados com 7,0% dos pacientes tratados com insulina isoladamente (ver Advertências e Precauções - edema). A maioria desses eventos foi considerada de intensidade leva ou moderada. Foram também recebidos novos relatórios de pós-comercialização de início ou piora do edema macular do diabético com diminuição da acuidade visual (ver Advertências e Precauções – edema macular) Em estudo clínico de 16 semanas de tratamento combinado de insulina e pioglitazona, um número maior de pacientes desenvolveu insuficiência cardíaca congestiva no grupo tratado com a combinação (1,1%) do que no grupo tratado com insulina isoladamente (0,0%) (ver Advertências e Precauções – Insuficiência cardíaca congestiva e outros eventos cardíacos). Anormalidades laboratoriais Hematológicas: a pioglitazona pode causar redução dos valores de hematócrito e hemoglobina. Em todos os estudos clínicos, os valores médios de hemoglobina caíram cerca de 2 a 4% nos pacientes tratados com pioglitazona. Estas alterações ocorreram, em geral, dentro das primeiras 4 a 12 semanas de tratamento e permaneceram relativamente estáveis após este período. Podem estar relacionadas com o aumento do volume plasmático associado à terapia com pioglitazona e não foram associadas a nenhum efeito clínico hematológico significante. Transaminases séricas: Durante todos os estudos clínicos nos EUA, 14 de 4780 (0,30%) pacientes tratados com pioglitazona tiveram valores de ALT > 3 vezes o limite superior da normalidade. Todos os pacientes acompanhados tiveram elevações reversíveis de ALT. Na população de pacientes tratados com pioglitazona, os valores médios de bilirrubina, AST (aspartato-amino transferase), ALT, fosfatase alcalina e gama GT estavam diminuídos na visita final quando comparados com os respectivos valores basais. Menos de 0,9% dos pacientes tratados com pioglitazona saíram dos estudos americanos devido a testes anormais de funções hepáticas. Em estudos clínicos pré-comercialização, não houveram casos de reações idiossincráticas pelo fármaco levando a insuficiência hepática (ver Advertências e Precauções – efeitos hepáticos). CPK (creatinina fosfoquinase): em testes laboratoriais exigidos em estudos clínicos, foram observadas elevações esporádicas e transitórias nos níveis de CPK. Uma elevação única e isolada para níveis maiores que 10 vezes o limite superior da normalidade (valores de 2150 a 11400 UI/L) foi observada em 9 pacientes; 6 destes pacientes continuaram a receber pioglitazona, 2 haviam completado o recebimento da medicação do estudo no momento do resultado de valor elevado e um paciente deixou o estudo devido a essa elevação. Houve normalização dessas elevações sem qualquer seqüela clínica aparente. A relação entre esses eventos e o tratamento com a pioglitazona é desconhecida.

Interações medicamentosas

Insuficiência cardíaca congestiva: as tiazolidinedionas, incluindo ACTOS® (cloridrato de pioglitazona), causam ou exacerbam a insuficiência cardíaca congestiva em alguns pacientes. Depois da iniciação do medicamento e depois do aumento das doses, observou-se atentamente pacientes com sinais e sintomas de insuficiência cardíaca ( incluindo excessivo e rápido aumento de peso, dispnéia e/ou edema) Se estes sinais e sintomas se desenvolverem, a insuficiência cardíaca deverá ser controlada de acordo com os cuidados padrão. Além disso, deverá ser considerada a descontinuação ou redução da dose de ACTOS®. ACTOS® não é recomendado para pacientes com sintomas de insuficiência cardíaca. É contra indicado a iniciação do medicamento em pacientes com insuficiência cardíaca estabelecidos nas Classes III ou IV do New York Heart Association (NYHA).(ver Contra-Indicações). Diabetes tipo 2 e Insuficiência Cardíaca Congestiva (disfunção sistólica): Foram executados estudos de segurança de 24 semanas pós-comercialização, comparando ACTOS® (n= 262) a gliburida (n= 256) em pacientes com diabetes não controlada (média HbA1c 8,8% na linha basal), com insuficiência cardíaca Classes II e III do NYHA e fração de ejeção inferior a 40% (média EF 30% no inicio do estudo). Durante o estudo, a hospitalização por insuficiência cardíaca congestiva foi relatada em 9,9 % dos pacientes sob efeito de ACTOS® comparados com 4,7% dos pacientes sob efeito de gliburida com diferença no tratamento observado por 6 semanas. Este evento adverso associado com ACTOS® foi marcado em maior quantidade em pacientes usuários de insulina no início do estudo e em pacientes com mais de 64 anos de idade. Nenhuma diferença na mortalidade cardiovascular foi observada entre os grupos do tratamento. ACTOS® deve ser iniciado com dose baixa aprovada que é prescrita para pacientes com diabetes tipo 2 e insuficiência cardíaca sistólica (Classe II do NYHA). Se um aumento subseqüente da dose for necessário, a dose deve ser aumentada gradualmente somente em alguns meses de tratamento, com monitoração cuidadosa para o ganho de peso, edema, ou sinais e sintomas de exacerbação do CHF. Geral: o cloridrato de pioglitazona exerce seu efeito anti-hiperglicêmico somente na presença de insulina. Portanto não deve ser utilizado em pacientes portadores de diabetes tipo 1 ou para o tratamento de cetoacidose diabética. Hipoglicemia: pacientes recebendo cloridrato de pioglitazona em combinação com insulina ou agentes hipoglicemiantes orais correm risco de apresentar hipoglicemia, podendo ser necessária a redução do agente concomitante. Ovulação: em pacientes que estejam em período anovulatório pré-menopausa por resistência insulínica, o tratamento com tiazolidinedionas, incluindo pioglitazona, pode resultar em reinício da ovulação. Como conseqüência da melhora da sensibilidade à insulina, estas pacientes podem apresentar risco de gravidez se contracepção adequada não for usada. Hematológicas: a pioglitazona pode causar decréscimos na hemoglobina e hematócrito. Em todos os estudos clínicos, os valores médios de hemoglobina caíram cerca de 2% a 4% nos pacientes tratados com cloridrato de pioglitazona. Estas alterações ocorreram primariamente dentro das primeiras 4 a 12 semanas de tratamento e permaneceram relativamente constantes. Estas alterações podem estar relacionadas com o aumento de volume plasmático e não foram associadas com nenhum efeito hematológico clinicamente significante (ver Reações adversas - Anormalidades laboratoriais). Edema: pioglitazona deve ser usada com cuidado em pacientes com edema. Em todos os estudos americanos edema foi relatado mais freqüentemente nos pacientes tratados com pioglitazona do que nos tratados com placebo e parece ser dose relacionado (ver Reações adversas). No período de pós comercialização, houve relatos de início ou piora de edema. Uma vez que tiazolidinedionas, incluindo pioglitazona, podem causar retenção de fluído, que pode agravar ou conduzir a insuficiência cardíaca congestiva, pioglitazona deve ser usada com cautela por pacientes sob risco de insuficiência cardíaca. Os pacientes deverão ser monitorados por causa dos sinais e sintomas de insuficiência cardíaca. Edema Macular: na experiência pós-comercialização, o edema macular foi relatado por pacientes diabéticos que tomaram pioglitazona ou um outro medicamento da classe das tiazolidinedionas. Alguns pacientes apresentaram visão borrada ou redução da acuidade visual, porém alguns pacientes parecem ter sido diagnosticados no exame de rotina oftalmológica. Outros pacientes tiveram edema periférico no momento em que o edema macular foi diagnosticado. Alguns pacientes tiveram a melhoria do seu edema macular após a descontinuação de medicamento da classe das tiazolidinedionas. De qualquer forma, é desconhecido se existe relação causal entre pioglitazona e edema macular. Pacientes com diabetes devem fazer exames regulares dos olhos com o seu oftamologista. Adicionalmente, qualquer diabético que relatar algum tipo de sintoma visual deverá recorrer prontamente ao oftalmologista, independentemente de outros sintomas físicos ou do paciente estar ingerindo qualquer medicação . (ver Reações Adversas) Insuficiência cardíaca e outros eventos cardíacos: nos estudos clínicos americanos controlados com placebo, que excluíram pacientes em classes III e IV da New York Heart Association (NYHA), a incidência de eventos adversos cardíacos graves relacionados à expansão de volume não foi aumentada nos pacientes tratados com pioglitazona em monoterapia ou em combinação com sulfoniluréias ou metformina, em comparação com os pacientes tratados com placebo. Nos estudos de combinação com insulina, um pequeno número de pacientes com antecedentes pessoais de doença cardíaca pré-existente desenvolveu insuficiência cardíaca congestiva quando tratado com pioglitazona em combinação com insulina. Pacientes em classes III e IV da NYHA não foram estudados nos estudos clínicos da pioglitazona. Portanto, ACTOS® (cloridrato de pioglitazona) não é indicado para pacientes em classes III e IV da NYHA (New York Heart Association). Na experiência pós-comercialização com pioglitazona, foram relatados casos de insuficiência cardíaca congestiva em pacientes tanto com quanto sem doença cardíaca prévia conhecida. ACTOS®, semelhante a outras tiazolidinedionas, pode causar retenção de fluído quando usado sozinho ou em combinação com outros agentes antidiabéticos, incluindo a insulina. A retenção de fluído pode levar ao exacerbamento da insuficiência cardíaca. Se estes sinais e sintomas evoluírem, a insuficiência cardíaca deve ser controlada de acordo com os padrões de cuidados atuais. Além disso, deve ser considerada a descontinuação ou redução da dose de ACTOS®. Pacientes com insuficiência cardíaca Classes III e IV da NYHA não foram estudados durante a pré-aprovação clínica do estudo e o medicamento não é recomendado para estes pacientes. (ver Contra indicações). O uso de ACTOS® deverá ser descontinuado se promover a deterioração do estado cardíaco.
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