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IPERISAN

Laboratório

Marjan Ind. e Com. Ltda.

Principio ativo

HYPERICUM PERFORATUM

Classe

Antidepressivos e analépticos

Composição

Apresentação

Extrato seco de Hypericum perforatum L. 300 mg com 0,3% de hipericena total. Comprimidos revestidos: Caixas com 20, 30 e 60 comprimidos.

Indicações

Auxiliar no tratamento dos estados depressivos leves e moderados e desordens psicovegetativas.

Contra indicações

Pacientes com hipersensibilidade aos componentes do produto ou com fotossensibilidade excessiva à luz solar ou aos raios ultravioleta. Não existem dados disponíveis a respeito do uso de Hypericum perforatum durante a gravidez e a lactação, porém sabe-se que o extrato de Hypericum perforatum poderá inibir a secreção de prolactina. Não se recomenda seu uso na gestação, lactação e em crianças.

Posologia

Adultos e maiores de 65 anos: 1 comprimido revestido, 1 a 3 vezes ao dia ou a critério médico.

Reações adversas

IPERISAN é bem tolerado e não apresenta efeitos colaterais relevantes, mesmo quando administrado para idosos. Possui também a vantagem de não causar sedação. Estudos em seres humanos mostram uma baixa freqüência de efeitos colaterais com o uso de IPERISAN, tais como: irritações gastrointestinais (0,55%), reações alérgicas (0,52%), fadiga (0,40%), agitação (0,26%). Em animais foi observado aumento da fotossensibilidade. Estudos em cultura de queratinócitos humanos demonstraram que as doses terapêuticas do Hypericum perforatum são aproximadamente 30 a 50 vezes inferiores aos níveis que provocam fototoxicidade. Porém, deve-se evitar a exposição prolongada ao sol e aos raios ultravioletas, sem proteção, para evitar reações de fotossensibilidade.

Interações medicamentosas

Deve-se evitar a exposição ao sol ou aos raios ultravioletas, principalmente sem proteção, devido ao efeito de fotossensibilizante do Hypericum perforatum. Os pacientes tratados com IPERISAN não têm seu reflexo afetado, o que se torna uma grande vantagem de seu uso. Considerações farmacológicas de natureza teórica indicam que os IMAOs em geral podem precipitar crise hipertensiva em pacientes com tireotoxicose ou feocromocitoma embora os estudos clínicos com Hypericum perforatum não tenham demonstrado estes efeitos.
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