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ESTALIS

Laboratório

Novartis Biociências S.A

Principio ativo

ESTRADIOL (Assoc.)

Classe

Hormônios

Composição

ESTALIS 50/140: Cada sistema transdérmico contém: Estradiol (na forma de hemiidrato de estradiol) 0,620 mg; Acetato de noretisterona 2,70 mg. Liberam por dia 50 mcg de estradiol e 140 mcg de acetato de noretisterona. Excipientes: Silicone adesivo, adesivo acrílico, povidona, ácido oléico, dipropilenoglicol, tolueno, álcool isopropílico, matriz adesiva, filme laminado de poliéster, revestimento de fluoropolímero.

Apresentação

Sistemas transdérmicos ESTALIS 50/140: Embalagem om 8 sistemas transdérmicos de ESTALIS 50/140 (50 mcg/dia de estradiol + 140 mcg/dia de acetato de noretisterona).

Indicações

Em mulheres com útero intacto, o sistema transdérmico ESTALIS é indicado como segue: Para tratamento de sintomas vasomotores de moderados a graves associados com a menopausa. Para tratamento de atrofia vulvar e vaginal. Para tratamento de hipoestrogenismo devido a hipogonadismo, castração ou insuficiência ovariana primária.

Contra indicações

Estrogênios/progestinas combinados não deveriam ser usados em mulheres em qualquer das seguintes condições ou circunstâncias: Gravidez conhecida ou suspeita, inclusive o uso para teste ou como teste para diagnosticar gravidez. Estrogênio ou progestina pode causar danos fetais, quando administrado a mulheres grávidas. Câncer de mama, conhecido ou suspeito. Neoplasia, conhecida ou suspeita, dependente de estrogênio. Sangramento genital anormal não-diagnosticado. Distúrbios ativos tromboembólicos ou causados por tromboflebite ou um histórico documentado destas condições ou ataque. Hipersensibilidade conhecida a estrogênio, progestina ou a quaisquer componentes do sistema transdérmico de estradiol/acetado de noretisterona ESTALIS.

Posologia

Início do tratamento: Mulheres na menopausa que já não estejam recebendo terapia estrogênica podem iniciar o tratamento com ESTALIS a qualquer momento. Mulheres que já estejam recebendo terapia estrogênica/progestogênica devem completar o ciclo do tratamento antes de iniciar o tratamento com ESTALIS. É comum a ocorrência de sangramento por deprivação ao final de um ciclo sucessivo de terapia e o primeiro dia deste sangramento é o momento apropriado para iniciar o tratamento com ESTALIS. Tratamento com ESTALIS: Aplicar 1 sistema transdérmico de ESTALIS 50/140 (50 mcg/dia de estradiol + 140 mcg/dia de acetato de noretisterona) sobre a pele a cada 3 ou 4 dias, durante o ciclo de 28 dias.

Reações adversas

Ver Advertências e Precauções sobre efeitos potencialmente adversos sobre o feto, a indução de neoplasmas malignos, doença cardiovascular, hipercalcemia, anormalidades visuais e efeitos adversos similares àqueles de contraceptivos orais, inclusive tromboembolismo.

Interações medicamentosas

Em geral: Baseadas em experiência com estrogênios e/ou progestinas: Câncer endométrico: Progestinas tomadas com drogas estrogênicas reduzem significativamente, mas não eliminam o risco de câncer endométrico que está associado com o uso de estrogênio. É importante o cuidado clínico estrito de todas as mulheres que tomam estrogênios. Medidas diagnósticas adequadas, inclusive amostragem endométrica quando apropriada, devem ser praticadas para eliminar a malignidade, em todos os casos de sangramento vaginal anormal, persistente ou recorrente não-diagnosticado. Não há prova de que estrogênios 'naturais' são mais ou menos prejudiciais do que estrogênios 'sintéticos' em doses equiestrogênicas. Uso em mulheres que sofreram histerectomia: Dados existentes não recomendam o uso da combinação de estrogênio e progestina em mulheres em pós-menopausa sem útero. (ver Adição de progestina). Adição de progestina: Há possíveis riscos que possam estar associados com a administração conjunta de progestina em terapia para reposição de hormônio baseada em estrogênio. Estes riscos, que incluem efeitos adversos no metabolismo de carboidrato e enfraquecimento da tolerância à glicose, não têm sido observados em experimentos clínicos com ESTALIS. A possível intensificação da atividade mitótica no tecido epitelial da mama tem sido relatada também com terapia com progestina oral. Embora sejam desconhecidos os efeitos de progestinas adicionadas sobre o risco de câncer de mama, evidência epidemiológica disponível sugere que as progestinas não reduzem e podem intensificar moderadamente a incidência aumentada de câncer de mama, que tem sido relatada com a terapia prolongada de reposição de estrogênio. (ver Advertências). Exame físico: Deve-se considerar um histórico médico e familiar completo, antes de começar qualquer terapia com estrogênio e, a partir daí, periodicamente. Os exames físicos devem incluir referência especial à pressão sangüínea, mamas, abdome e aos órgãos pélvicos, assim como um teste Papanicolaou cervical. De modo geral, não se deve prescrever estrogênio por mais de 1 ano, sem que se realize um outro exame físico. Efeitos cardiovasculares: Os efeitos de reposição de estrogênio sobre o risco de doença cardiovascular não têm sido estudados adequadamente. Contudo, os dados do Estudo sobre Reposição de Estrogênio/Progestina e o Coração (HERS), um experimento clínico controlado de prevenção secundária de 2.763 mulheres na pós-menopausa, com doença cardíaca documentada, não revelou benefícios. Durante um acompanhamento médio de 4,1 anos, o tratamento com estrogênio conjugado oral mais acetato de medroxiprogesterona não reduziu o índice total de casos de doença cardíaca coronária (CHD) em mulheres na pós-menopausa com doença coronariana estabelecida. Há mais casos de CHD no grupo tratado com hormônio do que no grupo de placebo no ano 1, mas menos casos nos anos 3 a 5. Doença na vesícula biliar: Há um aumento relatado de 2 a 4 vezes no risco de doença na vesícula biliar cirurgicamente confirmada em mulheres na pós-menopausa recebendo estrogênios orais. Aumentos similares de doença na vesícula biliar não têm sido relatados com estradiol transdérmico. A terapia com estrogênio transdérmico não aumenta o índice de saturação de colesterol biliar; portanto, pode ser diminuído o risco. Pressão sangüínea alta: Aumentos ocasionais, reversíveis, de pressão sangüínea durante a terapia de reposição de estrogênio oral têm sido atribuídos a reações idiossincráticas aos estrogênios. Entretanto, muito freqüentemente, a pressão sangüínea permaneceu a mesma ou diminuiu. Teoricamente, na terapia com estrogênio e progestina, as elevações da pressão sangüínea poderiam ser resultado de nível II aumentado de substrato de renina ou angiotensina, embora estes aumentos não tenham sido relatados em terapia transdérmica. Estudos com o sistema transdérmico de estradiol/noretisterona ESTALIS não revelaram mudanças clinicamente significativas na pressão sangüínea entre pacientes tomando ESTALIS. Contudo, a pressão sangüínea deve ser monitorada em intervalos regulares com o uso de estrogênio. Retenção de fluido: Porque os estrogênios e/ou as progestinas podem causar certo grau de retenção de fluido, requer-se observação cuidadosa, quando condições que possam ser influenciadas por este fator estiverem presentes (por exemplo: asma, epilepsia, enxaqueca e disfunção cardíaca ou renal). Sangramento uterino e mastodinia: Certos pacientes podem desenvolver manifestações indesejáveis de estimulação estrogênica, tal como sangramento uterino anormal ou mastodinia. Nos casos de sangramento anormal não-diagnosticado, ultra-sonografia transvaginal ou amostragem de tecido endométrico é geralmente apropriada, mas a avaliação deve se individualizada (ver Advertências). Coleção de espécimes patológicos: O patologista deve ser informado sobre terapia com estrogênio/progestina quando forem apresentados espécimes relevantes. Com base em experiência com estrogênios ou progestinas: Hipercoagulabilidade: Alguns estudos têm revelado que mulheres recebendo terapia de reposição de estrogênio têm hipercoagulabilidade, relacionada primariamente com a atividade antitrombina reduzida. Este efeito parece depender de dose e duração e é menos pronunciado do que aquele associado com o uso de contraceptivos orais. Também, mulheres na pós-menopausa tendem a apresentar parâmetros de coagulação aumentados na linha base, se comparadas com mulheres na pré-menopausa. Estudos epidemiológicos, que empregaram primariamente produtos de estrogênio administrados oralmente, têm sugerido que a terapia de reposição hormonal (TRH) está associada com um risco relativamente aumentado de desenvolvimento de tromboembolismo venoso (VTE), por exemplo, trombose venosa profunda ou embolismo pulmonar. O risco/benefício deveria, portanto, ser ponderado cuidadosamente em consulta com a paciente ao prescrever qualquer forma de TRH a mulheres com fator de risco para VTE. Hiperlipoproteinemia familiar: Terapia com estrogênio oral pode estar associada com aumentos de triglicérides no plasma, levando à pancreatite e outras complicações em pacientes com deficiências familiares no metabolismo de lipoproteína. Dados da experiência com ESTALIS e outros estradióis transdérmicos relativos a lipoproteínas revelam consistentemente uma redução de triglicérides em mulheres na pós-menopausa. Contudo, pacientes com hiperlipoproteinemia familiar devem ser estritamente monitoradas quando em terapia com estrogênio. Insuficiência hepática: Os estrogênios podem ser metabolizados inconvenientemente em pacientes com função de fígado prejudicada. Embora a terapia com estrogênio administrada transdermicamente evite o metabolismo hepático de primeira passagem, os estrogênios devem ser administrados com cuidado em tais pacientes. Testes em laboratório: A administração de estrogênio deve ser orientada geralmente pela resposta clínica na menor dose, em vez de orientação laboratorial, para alívio de sintomas dessas indicações em que podem ser observados sintomas. Alterações em exames laboratoriais: Os seguintes testes em laboratório podem ser alterados pelo uso de estrogênios ou medicamentos combinados de estrogênioprogestina (tal como ESTALIS): Tempo de protrombina, tempo de tromboplastina parcial ativada e tempo de agregação de plaquetas; contagem de plaquetas aumentadas; aumento dos fatores II, antígeno VII, antígeno VIII, atividade de coagulação VIII, complexos IX, X, XII, VII-X, complexos II-VII-X e betatromboglobulina; níveis reduzidos de antifator Xa e antitrombina III; atividade reduzida de antitrombina III; níveis aumentados da atividade de fibrinogênio; antígeno e atividade de plasminogênio aumentados. Aumento de globulina de ligação à tiróide (TBG), levando ao hormônio total da tiróide circulante aumentado, medido pelo iodo ligado à proteína (PBI), níveis T4 (por coluna ou radioimunoensaio) ou níveis T3 (por radioimunoensaio). A captação de resina T3 é diminuída, refletindo TBG elevado. Concentrações de T4 livre e T3 livre estão inalteradas. Outras proteínas de ligação podem ser alteradas no soro, isto é, aumento da globulina de ligação ao corticosteróide (CBG), levando a corticosteróides circulantes aumentados, SHBG diminuídos. Concentrações de hormônio biologicamente ativos ou livres estão inalteradas. Outras proteínas no plasma podem ser aumentadas (substrato de angiotensiogênio/renina, alfa-1-antitripsina, ceruloplasmina). Concentrações reduzidas de colesterol total no soro, subfração de HDL-C e HDL2-C, LDL-C e concentração de triglicérides. Resposta reduzida ao teste de metirapona. Concentração reduzida de folato no soro. Retenção aumentada de sulfobromoftaleína. Carcinogênese, mutagênese, dano à fertilidade: Administração contínua, por período longo, de estrogênios naturais e sintéticos em certas espécies de animais, aumenta a freqüência de carcinoma de mama, do colo, da vagina e do fígado. Administração contínua, por período longo, de progestinas naturais e sintéticas aumenta a freqüência de tumores benignos no fígado em camundongos, mas não em ratos ou ratas (ver Contra-indicações e Advertências). Acetato de noretisterona não foi mutagênico numa bateria de ensaios de toxicidade genética in vitro ou in vivo.
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