Publicidade

Publicidade

Publicidade

DYSPORT

Laboratório

Laboratórios Biosintética Ltda.

Principio ativo

TOXINA BOTULÍNICA TIPO A

Classe

Composição

Cada frasco-ampola de 500 U contém: Toxina botulínica tipo A 500 U (complexo toxina-hemaglutinina tipo A de Clostridium botulinum). Excipientes: Solução de albumina humana 125 mcg; Lactose 2,5 mg.

Apresentação

Pó liófilo injetável: Embalagem contendo 1 frasco-ampola com 500 U.

Indicações

O produto está indicado para o tratamento de blefarospasmo, espasmo hemifacial, torcicolo espasmódico, espasticidade, linhas faciais hiperfuncionais e hiperidrose em adultos. DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) é também indicado para o tratamento da espasticidade na deformidade do pé eqüino dinâmico em pacientes pediátricos portadores de paralisia cerebral com capacidade de deambulação. Pode ser aplicado em pacientes a partir de dois anos de idade, apenas em centros hospitalares especializados, com equipe apropriadamente treinada.

Contra indicações

O produto está contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade à toxina botulínica ou a qualquer outro componente da formulação. Está contra-indicado na gravidez.

Posologia

Blefarospasmo e espasmo hemifacial: Posologia: Adultos e idosos: No tratamento de blefarospasmo bilateral, a dose inicial recomendada é de 120 unidades (abreviação = U) por olho. Injeções de 0,1 ml (20 U) devem ser aplicadas medialmente e injeções de 0,2 ml (40 U) devem ser aplicadas lateralmente na junção entre as regiões pré-septal e orbital de ambos os músculos orbiculares inferior e superior de cada olho. Para injeções na pálpebra superior, a agulha deve ser direcionada para fora de seu centro, para evitar o músculo elevador da pálpebra. Espera-se o início do alívio dos sintomas entre 2 a 4 dias, com efeito máximo dentro de duas semanas. As injeções devem ser repetidas aproximadamente a cada 8 semanas ou quando necessário para evitar o reaparecimento dos sintomas. Nas administrações subseqüentes, pode-se reduzir a dose para 80 U por olho: 0,1 ml (20 U) medialmente e 0,1 ml (20 U) lateralmente acima e abaixo de cada olho, da maneira descrita anteriormente. A dose total pode ser posteriormente reduzida para 60 unidades por olho, mediante supressão da injeção medial inferior. Nos casos de blefarospasmo unilateral, as aplicações deverão ser limitadas para o olho afetado. Pacientes com espasmo hemifacial devem ser tratados tal como no blefarospasmo unilateral. As doses recomendadas para adultos de todas as idades, incluindo idosos, estão dentro dos padrões pré-estabelecidos. Método de administração: A porção central da tampa (vedação de borracha) exposta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes de se perfurar a tampa de borracha. Devem ser usadas agulhas estéreis de calibre 23 ou 25. Para o tratamento de blefarospasmo e espasmo hemifacial, o produto deverá ser reconstituído com 2,5 ml de solução de cloreto de sódio para injetáveis (0,9%), obtendo-se solução contendo 200 U/ml de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A). DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) deverá ser administrado através de injeção subcutânea aplicada medialmente e lateralmente na junção entre as regiões pré-septal e orbital de ambos os músculos orbiculares superior e inferior de cada olho. Torcicolo espasmódico: Posologia: As doses recomendadas para torcicolo incluem adultos de todas as idades com peso normal e sem evidência de baixa massa muscular cervical. A redução da dose é necessária quando o paciente estiver abaixo do peso ou no idoso com redução da massa muscular. A dose inicial recomendada para o tratamento de torcicolo espasmódico é de 500 U por paciente, administrada em doses múltiplas e aplicadas em dois ou três músculos distônicos do pescoço. Para torcicolo rotacional distribuir as 500 U, sendo 350 U no músculo esplênio do pescoço, homolateral à direção da rotação queixo/cabeça, e 150 U no músculo esternocleidomastóideo, contralateral à rotação. Para laterocolo, distribuir as 500 U, administrando 350 U no esplênio do pescoço homolateral e 150 U no músculo esternocleidomastóideo homolateral. Nos casos associados com elevação do ombro, o músculo trapézio homolateral ou músculo elevador da escápula podem também requerer tratamento, de acordo com a hipertrofia visível do músculo ou com a eletromiografia (EMG). Quando for necessária a injeção em três músculos, distribuir as 500 U, conforme segue: 300 U no esplênio do pescoço, 100 U no esternocleidomastóideo e 100 U no terceiro músculo. Para retrocolo, distribuir as 500 U em cada músculo esplênio do pescoço (250 U por músculo). Se houver resposta ineficiente, pode ser necessária complementação bilateral no trapézio (até 250 U por músculo) após 6 semanas. Injeções bilaterais no esplênio do pescoço podem aumentar o risco de fraqueza nos músculos do pescoço. Todas as outras formas de torcicolo são altamente dependentes de conhecimentos especializados e uso da EMG para o tratamento dos músculos distônicos. A EMG deverá ser usada como diagnóstico de todas as formas complexas de torcicolos, para reavaliação de casos não-complexos sem sucesso, para orientar aplicações em músculos profundos, em pacientes com baixo peso ou com músculos do pescoço pouco palpáveis. Em administrações subseqüentes, as doses podem ser ajustadas de acordo com a resposta clínica e as reações adversas observadas. É recomendado utilizar doses dentro da faixa de 250 U-1.000 U. Altas doses podem ser acompanhadas por aumento de reações adversas, particularmente disfagia. Doses acima de 1.000 U não são recomendadas. O alívio dos sintomas de torcicolo geralmente ocorre dentro de uma semana após a aplicação do produto. As aplicações devem ser repetidas a cada 8 a 12 semanas aproximadamente ou quando necessário para evitar reincidência dos sintomas. Método de administração: A porção central da tampa (vedação de borracha) exposta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes de se perfurar a tampa de borracha. Devem ser usadas agulhas estéreis de calibre 23 ou 25. Para o tratamento de torcicolo espasmódico, o produto é reconstituído com 1 ml de solução de cloreto de sódio para injetáveis (0,9%) e solução final contendo 500 U/ml de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A). O produto deverá ser administrado através de injeção intramuscular, tal como descrito no tratamento de torcicolo espasmódico. Espasticidade na paralisia cerebral pediátrica: Posologia: No tratamento da espasticidade na deformidade do pé eqüino dinâmico em pacientes pediátricos, com dois anos de idade ou mais velhos, portadores de paralisia cerebral com capacidade de deambulação: A dose inicial recomendada é de 20 U/kg de peso corporal, divididas em ambos os músculos da panturrilha. Se apenas uma panturrilha estiver comprometida, a dose recomendada é de 10 U/kg de peso corporal. Deve-se considerar a redução desta dose inicial se houver evidências que sugiram que esta dose pode levar à fraqueza excessiva dos músculos alvos, como em pacientes cujos músculos alvos são pequenos ou que necessitem de injeções concomitantes em outros grupos musculares. Após avaliação da resposta à dose inicial, a dose subseqüente pode ser titulada dentro da faixa de 10 U/kg a 30 U/kg, divididas em ambas as pernas. A máxima dose administrada não deve exceder 1.000 U por paciente. A administração deve ser primariamente dirigida ao músculo gastrocnêmio, embora injeções aos músculos sóleo e tibial posterior devem também ser consideradas. O uso de eletromiografia (EMG) não é rotina na prática clínica, mas pode ajudar na identificação dos músculos mais ativos. A melhora clínica pode ser esperada dentro de duas semanas após as injeções. As aplicações podem ser repetidas a cada 16 semanas ou quando necessário para se manter a resposta, porém não antes de 8 semanas. Método de administração: A porção central da tampa (vedação de borracha) exposta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes de se perfurar a tampa de borracha. Devem ser usadas agulhas estéreis de calibre 23 ou 25. Para o tratamento da espasticidade da paralisia cerebral pediátrica, o produto é reconstituído com 1 ml de solução de cloreto de sódio para injetáveis (0,9%) para obter uma solução contendo 500 U/ml de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A). O produto é administrado através de injeção intramuscular nos músculos da panturrilha no tratamento da espasticidade. Espasticidade em adultos: Posologia: É necessário um enfoque individualizado para a determinação da dosagem a ser utilizada em função do peso, idade e sexo do paciente, da distribuição da espasticidade, massa muscular, número de músculos injetados, grau de hipertonia, resultado de aplicações anteriores, duração esperada do tratamento e risco de fraqueza excessiva. A dose máxima recomendada por sessão de aplicações é de 1.000 U. As aplicações não devem ser mais freqüentes que a cada 8 semanas. Doses usuais de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) injetadas em músculos dos membros superiores: Essas doses podem ser diminuídas ou elevadas em função dos fatores citados acima. Músculo = Grande dorsal -> Doses DYSPORT® = 150-300 U -> Sítios de aplicação = 2-3 // Músculo = Peitoral maior* -> Doses DYSPORT® = 150-300 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Redondo maior -> Doses DYSPORT® = 90-150 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Redondo menor* -> Doses DYSPORT® = 60-120 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Deltóide* -> Doses DYSPORT® = 120-180 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Bíceps braquial -> Doses DYSPORT® = 150-300 U -> Sítios de aplicação = 2-4 // Músculo = Tríceps braquial -> Doses DYSPORT® = 100-300 U -> Sítios de aplicação = 2-3 // Músculo = Braquiorradial-> Doses DYSPORT® = 60-180 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Pronador redondo -> Doses DYSPORT® = 90-180 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Pronador quadrado -> Doses DYSPORT® = 60-90 U -> Sítios de aplicação = 2-3 // Músculo = Flexor ulnar do carpo -> Doses DYSPORT® = 30-120 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Extensor do punho* -> Doses DYSPORT® = 30-100 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Flexor radial do carpo -> Doses DYSPORT® = 60-180 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Palmar longo* -> Doses DYSPORT® = 60-150 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Flexor superficial dedo -> Doses DYSPORT® = 30-120 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Flexor profundo dedos -> Doses DYSPORT® = 30-90 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Flexor longo polegar -> Doses DYSPORT® = 20-70 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Oponente polegar -> Doses DYSPORT® = 30-60 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Adutor polegar -> Doses DYSPORT® = 30-60 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Intrínsecos da mão -> Doses DYSPORT® = -> Sítios de aplicação = // Músculo = (lumbricais – por músculo) -> Doses DYSPORT® = 15-20 U -> Sítios de aplicação = 1 // * Músculos pouco injetados. Doses usuais de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) injetadas em músculos dos membros inferiores. Essas doses podem ser diminuídas ou elevadas em função dos fatores citados acima. Músculo = Paravertebral lombar -> Doses DYSPORTâ = 150-600 U -> Sítios de aplicação = 2-6 // Músculo = Glúteo mínimo -> Doses DYSPORTâ = 120-180 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Adutores da coxa -> Doses DYSPORTâ = 150-500 U -> Sítios de aplicação = 2-6 // Músculo = Reto femoral -> Doses DYSPORTâ = 90-300 U -> Sítios de aplicação = 1-3 // Músculo = Isquiotibiais -> Doses DYSPORTâ = 150-400 U -> Sítios de aplicação = 2-6 // Músculo = Gastrocnêmio -> Doses DYSPORTâ = 150-600 U -> Sítios de aplicação = 2-4 // Músculo = Sóleo -> Doses DYSPORTâ = 100-300 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Tibial posterior -> Doses DYSPORTâ = 90-180 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Flexor longo artelhos -> Doses DYSPORTâ = 90-120 U -> Sítios de aplicação = 1-2 // Músculo = Flexor curto artelhos -> Doses DYSPORTâ = 60-100 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Flexor longo hálux -> Doses DYSPORTâ = 60-150 U -> Sítios de aplicação = 1 // Músculo = Flexor curto hálux -> Doses DYSPORTâ = 30-90 U -> Sítios de aplicação = 1.

Reações adversas

Reações adversas com o tratamento com DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) estão relacionadas, em geral, com a fraqueza temporária da musculatura adjacente, que pode ser minimizada com o uso de doses mínimas nos grupamentos mais envolvidos com a patologia. Reações adversas no tratamento de blefarospasmo e espasmo hemifacial: Injeções profundas ou posicionadas incorretamente de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) podem paralisar temporariamente grupos musculares próximos. Exacerbação de anormalidades preexistentes das pálpebras ou correção excessiva inicial (altas doses) pode produzir ptose, reação adversa mais comum. Alguns pacientes podem apresentar também diplopia ou sintomas de comprometimento de músculos do terço médio da face. A expectativa é de que estas reações adversas poderão ser resolvidas dentro de duas a quatro semanas. Queratite e secura dos olhos, devido à redução do piscar, foram também relatadas, recomendando-se uso de lágrimas artificiais. Equimoses e edema palpebral podem ocorrer após a aplicação, porém, são de curta duração. Oftalmoplegia externa reversível foi relatada após dosagem excessiva. As aplicações podem estar associadas à sensação de queimação durante 1-2 minutos, após a infiltração. Reações alérgicas como rash cutâneo e sintomas parecidos com gripe foram notados ocasionalmente. Reações adversas durante o tratamento de torcicolo espasmódico: Injeções profundas ou posicionadas incorretamente de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) podem paralisar temporariamente grupos musculares próximos. As aplicações podem estar associadas à sensação de queimação durante 1-2 minutos, após a infiltração. O evento adverso relatado com maior freqüência em pacientes tratados de torcicolo foi disfagia. Em ensaio duplo-cego controlado por placebo, a incidência de disfagia foi de 29% no tratamento com 500 unidades de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) e de 10% no grupo placebo. Isto parece ser dose-dependente, ocorrendo mais freqüentemente após injeções aplicadas no músculo esternocleidomastóideo. Dieta leve pode ser necessária até o desaparecimento dos sintomas. Nos pacientes severamente afetados, a laringoscopia identificou acúmulo de saliva. Aspiração pode ocorrer raramente e pode ser uma preocupação potencial em pacientes com problemas respiratórios preexistentes. Eventos relatados com menor freqüência incluem fraqueza dos músculos do pescoço, secura da boca e mudança na voz. Fraqueza mais generalizada e distúrbios visuais (inclusive diplopia e visão embaçada) foram relatados ocasionalmente. Dificuldades respiratórias foram observadas em raras ocasiões associadas a altas doses. Espera-se que estes efeitos colaterais possam ser resolvidos de duas a quatro semanas. Reações alérgicas como rash cutâneo e sintomas parecidos com gripe foram notados ocasionalmente. Reações adversas na espasticidade: Espasticidade da paralisia cerebral pediátrica: A incidência de eventos adversos foi avaliada por três estudos prospectivos envolvendo 142 pacientes tratados com DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) e 75 pacientes tratados com placebo. Os eventos adversos com uma incidência ³ de 5% após o tratamento com DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) foram: dor na perna (8%), faringite (8%), lesão acidental (7%), bronquite (6%) e febre (6%). Aqueles com incidência de 1% a 5% foram: infecção viral (5%), infecção (4%), rinite (4%), convulsão (4%), infecção de vias respiratórias superiores (4%), astenia (3%), asma (3%), tosse (3%), vômitos (3%), resfriado (2%), diarréia (2%), incontinência urinária (2%), distúrbio da marcha (1%), gastroenterite (1%), laringite (1%) e sonolência (1%). A incidência de muitos desses eventos adversos (faringite, bronquite, febre, infecção viral, rinite, infecção de vias respiratórias superiores, tosse, vômitos, resfriado) foi similar em pacientes tratados com placebo e, provavelmente, indica um espectro de doenças típicas na população pediátrica. Também a incidência de convulsões foi idêntica nos pacientes tratados com placebo, e reflete um dos mais freqüentes problemas concomitantes associados com paralisia cerebral. A incidência de lesão acidental (quedas) demonstrou a maior diferença com pacientes tratados com placebo (1%), e é provável que esses eventos adversos sejam devido ao enfraquecimento excessivo do músculo alvo e/ou a difusão local de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) para outros músculos envolvidos na deambulação e equilíbrio. Os relatos de distúrbios da marcha também podem resultar de tal efeito. Outra reação adversa local foi dor na perna; predominantemente dor na panturrilha. Embora essa dor pareça ser distinta de qualquer dor experimentada pela injeção em si, ela também foi relatada em 5% dos tratamentos com placebo. Astenia e incontinência urinária foram associadas com doses maiores de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) (20-30 U/kg), que pode ser o resultado de difusão sistêmica da toxina. Espasticidade em adultos: Fraqueza muscular é o evento adverso mais comumente relatado em estudos clínicos e na literatura para esta população de pacientes. No estudo pivô usando DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) para espasticidade em membros inferiores após acidente vascular cerebral, os eventos adversos mais freqüentes foram dor (10%), astenia (8,3%), miastenia, boca seca, vômitos, lesão acidental, síndrome gripal e ambliopia (cada um com incidência de 3,3%). A maioria dos eventos se resolveu em 2 semanas. Nos dois estudos pivôs usando DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) para espasticidade em membros superiores após acidente vascular cerebral, os eventos adversos mais freqüentes foram infecção (8,2%), síndrome gripal (6,1%), boca seca, miastenia, dor, constipação, diarréia, faringite e sonolência (cada um com incidência de 4,1%). A maioria dos eventos desapareceu em 2 semanas. Disfagia foi relatada com doses excessivas de 2.700 U, dadas em uma dose ou quando em doses divididas separadas por 12 semanas. Nenhum caso foi relatado nos estudos pivôs. Reações adversas no tratamento de linhas faciais hiperfuncionais e hiperidrose: Podem ocorrer raramente ptose palpebral, cefaléia, dor transitória moderada durante algumas horas após a aplicação. No tratamento de rugas frontais podem ocorrer ptose das sobrancelhas, perda de expressividade causada pela injeção do músculo frontal lateral à linha mediopupilar e assimetrias. Deve-se evitar aplicação na região periorbital em pacientes com bolsas palpebrais, pois há possibilidade de acentuação das mesmas. Na hiperidrose, fraqueza de músculos adjacentes e dor nos sítios de injeção são mais comuns no tratamento da região palmar.

Interações medicamentosas

O tratamento com DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) somente deverá ser aplicado por especialistas experientes, os quais devem ter recebido orientações e treinamento na aplicação de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A). Avaliação cautelosa deve ser feita antes de nova aplicação em pacientes que apresentaram reação alérgica prévia. Os riscos de nova reação alérgica devem ser avaliados frente aos benefícios do tratamento. O produto somente poderá ser utilizado, sob cuidadosa monitoração, em paciente com evidências clínicas ou subclínicas de deficiência na transmissão neuromuscular. Tais pacientes podem apresentar sensibilidade aumentada ao DYSPORT® (toxina botulínica tipo A), podendo resultar em excessiva fraqueza muscular. Não há referência sobre resistência imunológica em pacientes com blefarospasmo ou espasmo hemifacial que foram tratados localmente e de acordo com as doses recomendadas para estas alterações. Entretanto, pequeno número de pacientes que receberam terapia com DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) para tratamento de torcicolo espasmódico e um paciente portador de paralisia cerebral pediátrica apresentaram formação de anticorpos. Nestes casos, verificou-se, clinicamente, redução de resposta terapêutica e necessidade de aumento de dose. Este produto contém uma pequena quantidade de albumina humana. Portanto, não deve ser excluído o risco de transmissão de infecção viral proveniente do uso de derivados ou sangue humano, ainda não detectável preventivamente pela tecnologia atual. Nos casos de hiperidrose, antes de se iniciar o tratamento, deve-se excluir as causas secundárias: menopausa, obesidade, uso de drogas (como antidepressivos), distúrbios endócrinos (hipoglicemia, hipertireoidismo, feocromocitoma), distúrbios neurológicos que envolvem desregulação autonômica e psiquiátrica, como a fobia social. Devido à falta de uma unidade internacional, DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) não é terapeuticamente equivalente à outra preparação de toxina botulínica tipo A disponível no mercado brasileiro. As potências de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) e da outra preparação de toxina botulínica tipo A são baseadas em diferentes métodos de ensaio. Se for necessário substituir a outra preparação de toxina botulínica tipo A por DYSPORT® (toxina botulínica tipo A), é recomendado utilizar uma razão de aproximadamente três unidades de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) para uma unidade da outra preparação de toxina botulínica tipo A, a fim de se evitar reações adversas e para se atingir efeitos similares. Gravidez e lactação: O produto está classificado como categoria C. Estudos teratológicos e outros estudos reprodutivos não foram realizados com DYSPORT® (toxina botulínica tipo A). Como ainda não existem dados sobre a segurança do seu uso em mulheres grávidas ou em fase de lactação, DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) somente deverá ser administrado em mulheres grávidas se for indispensavelmente necessário. Não existem dados disponíveis se DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) é excretado pelo leite humano, porém, como muitas drogas são excretadas pelo leite humano, devem ser tomadas as devidas precauções quando o produto for administrado a mulheres que estejam amamentando. Uso pediátrico: A segurança e eficácia do tratamento com DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) de torcicolo espasmódico, blefarospasmo, espasmo hemifacial, linhas faciais hiperfuncionais e hiperidrose em crianças não foram estabelecidas. DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) é indicado em pacientes pediátricos, a partir de dois anos de idade, somente para o tratamento da espasticidade na deformidade do pé eqüino dinâmico, e em portadores de paralisia cerebral com capacidade de deambulação. Pode ser aplicado apenas em centros hospitalares especializados, com equipe apropriadamente treinada. Efeitos sobre a habilidade de dirigir e usar máquinas: Desconhecidos. Nota: A eficácia e a segurança de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) dependem do armazenamento adequado do produto, seleção correta da dose e técnicas apropriadas de reconstituição e administração. Os médicos que fizerem uso do DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) em seus pacientes devem conhecer profundamente a anatomia e a fisiologia neuromuscular, bem como estar a par de quaisquer alterações anatômicas que possivelmente podem ocorrer após procedimentos cirúrgicos anteriores. Devem conhecer também técnicas-padrões de eletromiografia. Como qualquer outro produto de origem biológica, a aplicação de DYSPORT® (toxina botulínica tipo A) pode provocar reações anafiláticas, por isso, devem estar disponíveis as medicações para combatê-las.
© 2000 - 2019 Bibliomed, Inc. Todos os Direitos Reservados contato imprensa