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DOLO MOFF

Laboratório

União Química Farmacêutica Nacional S.A

Principio ativo

MORFINA, SULFATO

Classe

Analgésicos e antitérmicos

Composição

Comprimido: Cada comprimido de 10 mg contém: Sulfato de morfina (na forma penta-hidratada) 10 mg. Excipientes: Lactose, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, talco, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio. Cada comprimido de 30 mg contém: Sulfato de morfina (na forma penta-hidratada) 30 mg. Excipientes: Lactose, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, talco, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, óxido de ferro, corante azul brilhante laca.

Apresentação

Comprimido 10 mg: Caixa com 50 comprimidos. Comprimido 30 mg: Caixa com 50 comprimidos.

Indicações

DOLO MOFF está indicado para o alívio da dor aguda.

Contra indicações

A morfina é contra-indicada para pacientes sensíveis à morfina, outros opiáceos ou aos componentes da fórmula; bronquite asmática aguda, obstrução das vias aéreas superiores, portadores de depressão ou insuficiência respiratória; arritmia cardíaca; aumento de pressão intracraniana e cerebrospinal, danos cerebrais, tumor cerebral; alcoolismo, delirium tremens, convulsões; íleo paralítico, esvaziamento gástrico retardado; doença hepática aguda.

Posologia

O intervalo da dose e a dosagem devem ser individualizados pelo médico de acordo com a intensidade da dor, condição e resposta do paciente. A dose inicial de 15 a 30 mg a cada 4 horas é recomendada. Para pacientes terminais: Deve-se montar um esquema posológico a cada 4 horas até encontrar o nível desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros analgésicos narcóticos, equilibrar as dosagens de modo a alcançar a analgesia necessária.

Reações adversas

A dependência física, com ou sem dependência psicológica, pode ocorrer com a administração crônica de analgésicos opióides; já a síndrome de abstinência pode ocorrer quando o seu uso é descontinuado abruptamente. Reações mais freqüentes: Constipação, náusea, vômito, tontura, sedação, disforia, euforia e sudorese. Alguns desses efeitos são mais observados em pacientes ambulatoriais do que em pacientes com dor severa. Reações menos freqüentes: Edema, efeito antidiurético, calafrios, tremor ou rigidez muscular. Cardiovascular: Eritema facial, taquicardia, bradicardia, palpitação, fraqueza levando à síncope, síncope, hipotensão, hipertensão. Gastrointestinal: Boca seca, espasmo do trato biliar, laringoespasmo, anorexia, diarréia, cãibras, alteração no paladar. Geniturinário: Retenção ou hesitação urinária, redução e/ou potencialização da libido. SNC: Fraqueza, cefaléia, agitação, tremor, descoordenação dos movimentos musculares, convulsão, parestesia, alterações de humor (nervosismo, apreensão, depressão), sonho, alucinações transitórias e desorientação, distúrbios visuais, insônia, aumento da pressão intracraniana. Pele: Prurido, urticária e exantema cutâneo. Outras: Visão embaçada, diplopia, miose, ataxia ocular. A depressão respiratória pode ocorrer em um curto espaço de tempo, após a administração, devido à redistribuição venosa direta aos centros respiratórios do sistema nervoso. Foi relatada também a depressão respiratória após 24 horas da administração. Acredita-se ser resultado da difusão rostral.

Interações medicamentosas

Gerais: A morfina deve ser administrada com extrema cautela em pacientes idosos ou debilitados, na presença de aumento de pressão intracraniana/intra-ocular e em pacientes com dano cerebral. Alterações pupilares (miose) podem obscurecer o curso da patologia intracraniana. Deve-se tomar cuidado em pacientes que possuem capacidade respiratória reduzida. Doses altas podem desencadear convulsões; portanto, pacientes com desordens convulsivas devem ser observados durante o tratamento. Hipertonicidade da musculatura lisa pode resultar em cólica biliar, dificuldade em urinar e possível retenção urinária, requerendo cateterização. A meia-vida de eliminação pode ser prolongada em pacientes com taxas metabólicas reduzidas e com disfunção hepática e/ou renal. Portanto, deve-se tomar cuidado ao administrar morfina nessas condições, particularmente em doses repetidas. Pacientes com reduzido volume circulatório sangüíneo, com função do miocárdio prejudicada ou em terapia com drogas simpatolíticas: Deve-se observar atentamente os riscos de hipotensão ortostática. Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica e crise asmática aguda: Podem desenvolver insuficiência respiratória aguda com a administração de morfina. O uso nesses pacientes deve ser reservado para aqueles cujas condições requerem intubação orotraqueal e suporte respiratório ou controle da ventilação. Náuseas e vômitos podem ser proeminentes e são provavelmente devidos à estimulação central do quimiorreceptor da zona do gatilho. A liberação de histamina é comum; manifestações alérgicas de urticária e, raramente, anafilaxia podem ocorrer. Pacientes ambulatoriais devem ser avisados de que a morfina enfraquece as habilidades físicas e/ou mentais necessárias para certas atividades que requerem atenção e alerta. A morfina pode causar dependência física e/ou psíquica. Gravidez: A relação risco/benefício deve ser considerada devido à passagem dos opióides pela placenta. O uso regular durante a gestação pode causar dependência física no feto, além de sintomas de abstinência (convulsões, irritabilidade, excesso de choro, tremores, reflexos hiperativos, febre, vômito, diarréia, sonolência e espirro) em neonatos. Não é conhecido nenhum efeito teratogênico em humanos. Amamentação: A morfina é distribuída no leite materno. Não é conhecida nenhuma restrição quanto ao uso, mas deve-se considerar o risco/benefício ao usar. Pediatria: Ainda não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças.
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