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DOLAMIN

Laboratório

Farmoquímica S.A

Principio ativo

LISINA, CLONIXINATO

Classe

Analgésicos e antitérmicos

Composição

Cada comprimido revestido contém: Clonixinato de lisina 125 mg; Excipientes (manitol, amido de milho, celulose microcristalina, polietilenoglicol 400, gelatina USP, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, triacetina, dióxido de titânio) q.s.p. 1 comprimido. Cada ampola de 4 ml contém: Clonixinato de lisina 200 mg; Excipientes (polietilenoglicol 400, propilenoglicol, L-lisina, água destilada estéril) q.s.p. 4 ml.

Apresentação

Comprimido revestido: Cartuchos com 16 comprimidos revestidos. Solução injetável: Cartucho com 6 ampolas de 4 ml.

Indicações

É indicado em todos os processos em que a dor é o sintoma principal ou secundário, qualquer que seja seu tipo, intensidade e localização. Assim pode ser usado para aliviar as algias cefálicas, musculares, articulares, pós-traumáticas (fraturas, artroses, rupturas musculares), pós-cirúrgicas e cólicas dolorosas.

Contra indicações

É desaconselhável seu uso por pacientes portadores de úlcera péptica ativa ou hemorragia gastroduodenal. Embora não tenham sido constatados efeitos teratogênicos nos estudos em animais, a segurança para uso de clonixinato de lisina durante a gravidez não foi estabelecida. Como não há estudos que determinem a excreção de clonixinato de lisina no leite materno, seu uso não é recomendado durante o período de lactação.

Posologia

DOLAMIN Comprimidos: Adultos e crianças maiores de 10 anos: 1 comprimido três a quatro vezes ao dia a intervalos regulares, sendo as doses ajustadas de acordo com a intensidade da dor. Os comprimidos devem ser tomados inteiros, sem mastigar e com líquido. Dose máxima diária: 6 comprimidos. DOLAMIN Injetável: Uso intravenoso: 1 ampola (200 mg) até 4 vezes ao dia. A ampola deverá ser diluída em pelo menos 15 ml de solução de cloreto de sódio a 0,9% (ou em outra solução IV compatível) e injetada lentamente em uma veia de bom calibre. A duração da aplicação deverá ser de 5 minutos no mínimo e o paciente deve estar deitado. Uso intramuscular: 1 ampola (200 mg) até 4 vezes ao dia. A aplicação deve ser intramuscular profunda, na região glútea. A injeção deve ser feita lentamente.

Reações adversas

Ocasionalmente, quando se administra em altas doses e a indivíduos predispostos, podem aparecer náuseas, vômitos, gastrites e sonolência.

Interações medicamentosas

O medicamento deve ser administrado com cautela a pacientes com histórico de antecedentes de úlcera péptica gastroduodenal ou gastrites. Deve-se administrar com cautela e em dosagens reduzidas em pacientes idosos, já que a incidência de reações adversas a antiinflamatórios não-esteroidais aumenta com a idade.
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