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DIOVAN AMLO

Laboratório

Novartis Biociências S.A

Principio ativo

VALSARTANO

Classe

Anti-hipertensivos

Composição

Cada comprimido revestido contém 80 mg ou 160 mg de valsartana. Excipientes: Celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, dióxido de titânio, polietilenoglicol, óxido de ferrro vermelho, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro preto (somente no comprimido de 160 mg). Cada comprimido contém 5 mg de anlodipino, na forma de besilato de anlodipino. Excipientes: Celulose microcristalina, hidrogeno fosfato de cálcio anidro, estearato de magnésio, amido glicolato de sódio

Apresentação

Comprimidos revestidos de 80 mg ou 160 mg de valsartana. Comprimidos de 5 mg de besilato de anlodipino. Embalagens contendo 28 comprimidos revestidos de valsartana + 28 comprimidos de besilato de anlodipino (blister-calendário).

Indicações

DIOVAN AMLO é indicado para o tratamento da hipertensão arterial nos casos em que o paciente não é adequadamente controlado com um único agente anti-hipertensivo. Tratamento da hipertensão arterial associada a quadros de isquemia miocárdica, devido tanto a obstrução fixa (angina estável) como ao vasoespasmo/vasoconstrição (angina de Prinzmetal ou angina variante) da vasculatura coronária, já que o besilato de anlodipino é droga de primeira linha. Besilato de anlodipino pode ser usado em situações clínicas sugestivas, mas não confirmadas, de possível componente vasoespástico/vasoconstritor.

Contra indicações

DIOVAN AMLO está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à valsartana e/ou ao besilato de anlodipino, a qualquer componente da formulação e também nas seguintes situações: gravidez e lactação (ver Gravidez e lactação); paciente com insuficiência hepática grave, cirrose biliar ou obstrução das vias biliares; pacientes com hipersensibilidade às diidropiridinas.

Posologia

A dose de DIOVAN AMLO recomendada para o tratamento da hipertensão é de 80 mg de valsartana + 5 mg de besilato de anlodipino, uma vez ao dia, independentemente de idade, raça ou sexo. Nos pacientes que não apresentarem controle adequado da pressão arterial com a dose diária recomendada, esta pode ser aumentada para DIOVAN AMLO 160 mg da valsartana + 5 mg de besilato de anlodipino, uma vez ao dia. No tratamento da hipertensão associada à angina, a dose inicial usual é de besilato de anlodipino 5 mg + valsartana 80 mg, uma vez ao dia. Doses maiores de anlodipino poderão ser necessárias, dependendo da resposta individual do paciente. A segurança e a eficácia de DIOVAN AMLO não estão estabelecidas para o uso em crianças.

Reações adversas

Valsartana: Estudos placebo-controlados, que envolveram 2.316 pacientes tratados com valsartana, mostraram incidência total de reações adversas nesses pacientes comparável à do placebo. A tabela de reações adversas abaixo baseia-se em dez estudos placebo-controlados, nos quais os pacientes foram tratados com diversas doses de valsartana (10 mg a 320 mg) por até 12 semanas. Dos 2.316 pacientes, 1.281 e 660 receberam 80 mg ou 160 mg, respectivamente. Nenhum efeito colateral teve sua incidência relacionada à dose ou à duração do tratamento; conseqüentemente as reações adversas que ocorreram com todas as doses de valsartana foram agrupadas. A incidência das reações adversas não está associada a sexo, idade ou raça. Todas as reações adversas apresentadas pelos pacientes tratados com valsartana, que ocorreram com incidência maior ou igual a 1%, independentemente da sua associação causal com o fármaco em estudo. Outras reações adversas, relatadas com freqüência inferior a 1%, incluíram: edema, astenia, insônia, rash (erupção), redução da libido e vertigem. Não se estabeleceu se essas reações adversas têm relação causal com o uso de valsartana. Estudos posteriores revelaram casos muito raros de angiodema, rash (erupção), prurido e outras reações de hipersensibilidade alérgicas, incluindo doença do soro e vasculite. Também foram relatados casos muito raros de comprometimento da função renal. Dados laboratoriais: Em raros casos, o tratamento com valsartana pode ser acompanhado de queda do nível de hemoglobina e do hematócrito. Em estudos clínicos controlados, constatou-se redução significativa (> 20%) do hematócrito em 0,8% e da hemoglobina em 0,4% dos pacientes tratados com valsartana. Em comparação, observou-se redução do hematócrito ou da hemoglobina em 0,1% dos pacientes tratados com placebo. Verificou-se neutropenia em 1,9% dos pacientes tratados com valsartana e em 1,6% dos pacientes tratados com um inibidor da ECA. Em estudos clínicos controlados, observaram-se elevações significativas da concentração de creatinina sérica, potássio e bilirrubina total no soro, em 0,8%; 4,4% e 6% dos pacientes tratados com valsartana e em 1,6%; 6,4% e 12,9% dos pacientes tratados com um inibidor da ECA, respectivamente. Ocasionalmente constatou-se, nos pacientes tratados com valsartana, uma elevação dos índices da função hepática. Não é necessária uma monitorização de parâmetros laboratoriais para pacientes somente hipertensos tratados com valsartana. Anlodipino: Besilato de anlodipino é geralmente bem tolerado. Foram observadas as seguintes reações adversas: Mais comuns: edema, dor de cabeça, fadiga, sonolência, tontura, náusea, rubor, palpitações e dor abdominal. Menos comuns: hipotensão, síncope, dor nas costas, arritmia cardíaca, função intestinal alterada, artralgia, astenia, dispepsia, dispnéia, hiperplasia gengival, ginecomastia, hiperglicemia, impotência, aumento na freqüência urinária, leucopenia, mal-estar, mudanças no humor, boca seca, cãibra muscular, mialgia, neuropatia periférica, alopecia, pancreatite, sudorese aumentada, trombocitopenia, vasculite e distúrbios visuais, aumento ou diminuição de peso, hipertonia, hipoestasia/parestesia, tremor, vômito, púrpura, insônia, tosse, descoloração da pele, alteração de paladar e ruído no ouvido. Raras: raramente foram observadas reações alérgicas, incluindo prurido, rash, angioedema e eritema multiforme e, raramente relatados, casos de hepatite, icterícia e elevações da enzima hepática (a maioria compatível com colestase). Alguns casos graves, requerendo hospitalização, foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, a relação de causalidade é incerta. Assim como com outros bloqueadores do canal de cálcio, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio, arritmia (incluindo bradicardia, taquicardia ventricular e fibrilação arterial) e dor torácica.

Interações medicamentosas

Valsartana: Depleção de sódio e volume: Em pacientes com depleção grave de sódio e/ou hipovolemia, como nos que estejam recebendo altas doses de diuréticos, pode ocorrer, em casos raros, hipotensão sintomática após o início da terapia com valsartana. A depleção de sódio e/ou a hipovolemia devem ser corrigidas antes do início do tratamento com valsartana; por exemplo, pela redução da dose do diurético. Se ocorrer hipotensão, manter o paciente em posição supina e, se necessário, administrar infusão venosa de solução salina fisiológica. O tratamento com valsartana pode ser reintroduzido, uma vez que a pressão arterial esteja estabilizada. Estenose arterial renal: A administração de valsartana por curto prazo a 12 pacientes com hipertensão renovascular, secundária à estenose de artéria renal unilateral, não induziu qualquer mudança significativa na hemodinâmica renal, na creatinina sérica ou na uréia nitrogenada sangüínea. No entanto, como as drogas que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona podem aumentar a uréia sangüínea e a creatinina sérica em pacientes com estenose de artéria renal unilateral ou bilateral, recomenda-se a monitorização desses pacientes como medida de segurança. Insuficiência renal: Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal. No entanto, como não há dados disponíveis em casos graves (clearance (depuração) de creatinina < 10 ml/min), recomenda-se cautela. Insuficiência hepática: Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática. Valsartana é eliminada principalmente como composto inalterado na bile, e pacientes com distúrbios biliares obstrutivos mostraram clearance (depuração) mais baixo de valsartana (ver Farmacocinética). Deve-se tomar cuidado especial ao se administrar valsartana a esses pacientes. Transplante de rim: Não existe experiência terapêutica suficiente com pacientes que se submeteram a transplante renal. Pacientes com insuficiência cardíaca crônica grave: Pacientes cuja função renal depende da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona (por exemplo, pacientes com insuficiência cardíaca grave), ao serem tratados com inibidores da ECA, desenvolveram oligúria e/ou azotenia progressiva e, em raros casos, insuficiência renal aguda. Como até esta data não existe experiência terapêutica suficiente com pacientes portadores de insuficiência cardíaca grave, não pode ser excluída a possibilidade de que valsartana venha a prejudicar a função renal, devido à inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Estenose da aorta e da válvula mitral ou cardiomiopatia hipertrófica: Como ocorre com todos os vasodilatadores, valsartana deve ser usada com cuidado em pacientes portadores de estenose da aorta e da válvula mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica. Angina 'pectoris': Para pacientes com moléstia coronária, existem experiências clínicas limitadas que não indicam o agravamento de moléstia básica. Gravidez e lactação: Devido ao mecanismo de ação dos antagonistas de angiotensina II, o risco para o feto não deve ser excluído. Em exposição do útero a inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), administrados a gestantes durante o segundo e terceiro trimestres da gestação, houve relatos de lesões e morte de fetos em desenvolvimento. Como para qualquer droga que atue diretamente sobre o sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA), valsartana não deve ser usada durante a gravidez. Se ocorrer gravidez durante o tratamento, valsartana deve ser descontinuada assim que possível. Não se sabe se valsartana é excretada no leite humano. Valsartana foi excretada no leite de ratas lactantes. Portanto, não se recomenda o uso de valsartana em lactantes. Anlodipino: Uso em pacientes com insuficiência cardíaca: Em um estudo placebo-controlado em longo prazo com anlodipino (PRAISE-2), em pacientes com insuficiência cardíaca III-IV-NYHA de etiologia não-isquêmica, o anlodipino foi associado com um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de não existir nenhuma diferença significante na incidência de piora da insuficiência cardíaca, quando comparado com o placebo (ver Farmacodinâmica). Uso na insuficiência hepática: Assim como com todos antagonistas de cálcio, a meia-vida de eliminação de anlodipino é prolongada em pacientes com insuficiência hepática e as recomendações posológicas neste caso não estão estabelecidas. Portanto, a droga deve ser administrada com cautela nestes pacientes. Pacientes pediátricos: Não há experiência pediátrica com besilato de anlodipino e, por este motivo, não é recomendado o uso em crianças.
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