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COVERSYL 4 MG

Laboratório

Laboratórios Servier do Brasil Ltda.

Principio ativo

PERINDOPRIL (Assoc.)

Classe

Anti-hipertensivos

Composição

Cada comprimido de 4 mg contém: Perindopril, sal de terc-butilamina 4 mg; Excipientes q.s.p.

Apresentação

Comprimidos: Caixas com 14 e 30 comprimidos de 4 mg.

Indicações

Hipertensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva.

Contra indicações

Crianças: Não foram desenvolvidos estudos pediátricos. No estado atual de conhecimento, o perindopril é contra-indicado em crianças. Gravidez: Em doses elevadas no rato e no coelho existe uma maternotoxicidade com fetotoxicidade nas doses mais fortes. Não foram encontradas nem embriotoxicidade ou teratogenicidade. Os estudos efetuados no macaco não mostram maternotoxicidade e nem fetotoxicidade. Não existe até o momento qualquer dado relativo ao perindopril na gestação humana. Em gestantes tratadas com inibidores da enzima de conversão, foram observados alguns casos de retardo de crescimento intra-uterino, de prematuridade e de persistência do canal arterial, sem que fosse possível determinar qual a exata responsabilidade do medicamento e da patologia de base; raros casos de anúria neonatal irreversíveis quando associado a um diurético na mãe. Amamentação: No animal, o perindopril passa pouco para o leite materno. Não dispomos de dados na espécie humana. Estenose bilateral das artérias renais: Em pacientes com estenose unilateral ou bilateral das artérias renais, inibidores da ECA podem causar aumento da uréia e creatinina plasmática. Esta alteração é reversível após suspensão da droga. Hipersensibilidade/angioedema: É contra-indicado em pacientes hipersensíveis a este ou a outros inibidores da ECA e em pacientes com história de angioedema relacionado com tratamento prévio com inibidores da ECA. Cuidados a serem tomados: Risco de hipotensão arterial e/ou insuficiência renal: uma depleção hidrossódica importante (regime sem sal estrito e/ou tratamento diurético) ou uma estenose das artérias renais provocam uma estimulação do sistema renina-angiotensina; o bloqueio deste sistema por um inibidor da enzima de conversão pode então provocar, sobretudo, por ocasião da primeira tomada e durante as duas primeiras semanas do tratamento, uma queda brusca de pressão arterial e/ou, se bem que raramente em um prazo mais variável, uma insuficiência renal funcional que por vezes é aguda. Quando se inicia o tratamento, nestas situações particulares, convém observar as seguintes recomendações: 1. Na hipertensão arterial, em caso de tratamento diurético anterior, é conveniente interromper o diurético pelo menos três dias antes da introdução do perindopril, para reintroduzi-lo em seguida, caso necessário; se isto não for possível, é conveniente começar o tratamento com uma dose inicial de 2 mg. 2. Na hipertensão renovascular é conveniente se começar por uma dose pequena de 2 mg. 3. Recomenda-se dosar a creatinina plasmática antes e no primeiro mês de tratamento.

Posologia

Reações adversas

Os efeitos relatados são raros e benignos. As queixas mais freqüentes são encontradas no início do tratamento, quando a pressão arterial ainda está sendo controlada: cefaléia, distúrbios do humor e/ou do sono, astenia. Os distúrbios digestivos são pouco específicos; foram relatados distúrbios do paladar, vertigens e cãibras. Reações anafiláticas e cutâneas podem ocorrer. Algumas erupções cutâneas localizadas foram mencionadas. Tosse é por vezes observada; geralmente ela incomoda pouco. Trata-se de uma tosse seca, irritativa e alta. Excepcionalmente, pode ocorrer edema angioneurótico que na maioria das vezes é leve. Alguns outros sinais foram relatados sem grande especificidade, por ocasião de associações terapêuticas: distúrbios sexuais e secura da boca. No plano biológico, pode ser observada uma discreta diminuição da hemoglobina que aparece no início do tratamento. Uma discreta elevação da calemia foi observada; com uma eventual associação a um diurético hipocalemiante, isto volta ao normal. Podemos também observar uma elevação da uremia e da creatininemia, reversíveis com a parada do tratamento.

Interações medicamentosas

Insuficiência renal: Em casos de insuficiência renal, a dose do perindopril deve ser ajustada ao grau da insuficiência renal. Nestes pacientes, a prática médica normal compreende um controle periódico do potássio e da creatinina. As seguintes doses podem ser recomendadas: clearance de creatinina entre 30 e 60 ml/min, dose recomendada 2 mg por dia; clearance de creatinina entre 15 e 30 ml/min, dose recomendada 2 mg dia sim, dia não; clearance de creatinina < 15 ml/min, dose recomendada 2 mg no dia da diálise. Hipertensão renovascular: O tratamento da hipertensão arterial renovascular é a revascularização. Entretanto, o perindopril pode ser útil para pacientes que apresentam uma hipertensão renovascular à espera da intervenção corretora ou nos casos em que esta correção não é possível. O tratamento deverá então ser instituído com precaução e deverá ser exercida uma vigilância da função renal. No indivíduo idoso recomenda-se iniciar o tratamento com a dose de 2 mg por dia, em uma tomada, e avaliar a função renal antes de prosseguir tratamento. Intervenção cirúrgica: Em caso de anestesia para uma intervenção importante, ou em anestesias praticadas com agentes potencialmente hipotensores, o perindopril pode provocar uma hipotensão que será corrigida por expansão volêmica.
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