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CONCOR

Laboratório

Merck S.A. Ind. Químicas

Principio ativo

BISOPROLOL, FUMARATO

Classe

Anti-hipertensivos

Composição

Apresentação

Comprimidos revestidos: Embalagens com 14 comprimidos revestidos, bisoprolol 1,25/2,5/5/10 mg.

Indicações

Hipertensão arterial. Cardiopatias coronarianas. Insuficiência cardíaca congestiva crônica, estável, de grau médio a grave, com função ventricular sistólica deprimida, em associação com inibidores da ECA, diuréticos e glicosídeos cardíacos, se necessário.

Contra indicações

Choque cardiogênico, insuficiência cardíaca aguda ou descompensada, bloqueio AV de II e III graus sem marcapasso, bradicardia acentuada antes do início do tratamento, bloqueio sinoatrial, doença do nó sinusal, asma grave ou disfunção pulmonar obstrutiva crônica grave, síndrome de Raynaud, hipotensão arterial, feocromocitoma, acidose metabólica, reconhecida hipersensibilidade à qualquer substância da fórmula.

Posologia

Hipertensão arterial, cardiopatias coronarianas (angina de peito): 5 ou 10 mg ao dia, pela manhã, em jejum ou junto com o desjejum. O tratamento pode ser iniciado com 5 mg diários e aumentado, caso necessário, para 10 mg ao dia. Insuficiência cardíaca congestiva crônica estável, de grau médio a grave, com função ventricular sistólica deprimida: Aumento progressivo das doses. O paciente deve apresentar insuficiência cardíaca crônica estável, sem agravamento agudo durante as últimas 6 semanas. Iniciar com 1,25 mg, uma vez ao dia, aumentando-se a dose gradual e lentamente, de 2,5/3,75/5/7,5/10 mg.

Reações adversas

Ocasionalmente sonolência, fadiga, tonteira e cefaléia sensação de frio e insensibilidade nas extremidades, náusea, vômito, diarréia e obstipação. Raramente, insônia, depressão, bradicardia, bloqueios AV, agravamento da insuficiência cardíaca, hipotensão e hipotensão ortostática, broncoespasmo em pacientes com histórico de asma brônquica ou doenças obstrutivas das vias respiratórias, fraqueza muscular e espasmos musculares. Muito raramente, rinite alérgica, reações de hipersensibilidade, distúrbios da potência sexual, aumento das enzimas hepáticas, hepatite e aumento dos triglicerídios, pesadelos, alucinações, redução lacrimal, conjuntivite, disfunção auditiva. Tem sido associado a aumentos no ácido úrico.

Interações medicamentosas

O uso continuado de betabloqueadores pode desencadear insuficiência cardíaca. A interrupção brusca pode ocasionar exacerbações da angina pectoris, arritmia ventricular ou infarto do miocárdio e os pacientes devem ser instruídos a não interromper o tratamento sem ordem médica. Cautela no jejum prolongado, durante terapia de dessensibilização, bloqueio AV de primeiro grau, angina de Prinzmetal, doença obstrutiva arterial periférica. Uso, com cautela, em pacientes com doença pulmonar broncoespástica. O mascaramento de hipoglicemia é menos provável, pela seletividade beta-1. Em caso de psoríase somente devem ser administrados após avaliação cuidadosa da relação benefício/risco. No feocromocitoma somente deve ser administrado após prévia administração de alfabloqueadores. Sintomas de hipertireoidismo podem ser mascarados. Não existe experiência terapêutica suficiente em pacientes com insuficiência cardíaca + diabetes melito tipo I, disfunções renais (creatinina sérica ³ 3,4 mg/dl), disfunções hepáticas, cardiomiopatia restritiva, doenças cardíacas congênitas ou doenças valvulares cardíacas hemodinamicamente relevantes. Não há experiência suficiente com insuficiência cardíaca leve (NYHA II), e na insuficiência cardíaca e infarto do miocárdio nos últimos 3 meses. Descontinuar se a disfunção renal progressiva tornar-se aparente. A eliminação do bisoprolol é significativamente mais lenta em pacientes com cirrose hepática. Durante a gravidez, CONCOR® somente deve ser administrado após uma avaliação rigorosa da relação benefício/risco. Desaconselha-se a amamentação. Não existe experiência pediátrica com o produto.
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