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CEFAXON

Laboratório

Ariston Ind. Químicas e Farmacêuticas Ltda.

Principio ativo

CEFALEXINA

Classe

Antimicrobianos

Composição

Cada cápsula de 500 mg contém: Cefalexina monoidratada equivalente a cefalexina base 500 mg; Excipiente q.s.p. 1 cápsula.

Apresentação

Cápsulas: Embalagem contendo 8 ou 100 cápsulas.

Indicações

A cefalexina é indicada nas infecções causadas por microrganismos sensíveis (realizar testes de sensibilidade e cultura).

Contra indicações

Hipersensibilidade aos antibióticos cefalosporínicos e antibióticos relacionados.

Posologia

Atenção: A administração do medicamento deve ser prolongada por, no mínimo, 48 a 72 horas após a evidência de erradicação bacteriana. Em infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, o tratamento deve ser de, no mínimo, 10 dias. Adultos: 1 a 4 g/dia em doses divididas. Na faringite estreptocócica, infecções da pele e suas estruturas e cistite não-complicada em pacientes acima de 15 anos de idade, usar 500 mg a cada 12 horas. Podem ser necessárias doses maiores para infecções severas ou microrganismos menos suscetíveis; se a dose for maior que 4 g/dia, usar medicamentos parenterais. Crianças: 25 a 50 mg/kg/dia em doses divididas. Na faringite estreptocócica em pacientes acima de 1 ano de idade e para infecções da pele e suas estruturas, dividir a dose diária total e administrar a cada 12 horas. Em casos severos, a dose pode ser dobrada. Na otite média, administrar 75 a 100 mg/kg/dia em doses divididas.

Reações adversas

Hipersensibilidade: As reações mais comuns são urticária, prurido e erupções cutâneas. Mais raramente foram observados: febre, eosinofilia, dores nas articulações, mialgia, angioedema, edema, eritema, síndrome de Stevens-Johnson, reações semelhantes às da doença do soro e anafilaxia. Existe maior probabilidade dessas reações ocorrerem em pacientes com história de alergias. Gastrintestinais: Diarréia, dispepsia, dor abdominal, náuseas e vômitos. Sintomas de colite pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento. Outros sintomas relatados foram: prurido anal e genital, vaginites, tontura, fadiga, cefaléia, agitação. Foram relatados muito raramente: nefrite intersticial reversível, neutropenia, trombocitopenia, elevações da transaminase glutâmico-oxalacética (TGO) e transaminase glutâmico-pirúvica (TGP), hepatite transitória e icterícia colestática.

Interações medicamentosas

Os pacientes devem ser acompanhados cuidadosamente quanto à reação adversa ou manifestação não-usual de idiossincrasia. Se ocorrer reação alérgica, o antibiótico deve ser suspenso e o paciente tratado com os medicamentos usuais (p. ex.: adrenalina ou outras aminas pressoras, anti-histamínicos ou corticosteróides) e as medidas de manutenção necessárias. Em pacientes com insuficiência renal pode ser necessária uma redução nas doses; as doses usuais em tais pacientes podem resultar em concentrações séricas excessivas. O uso prolongado pode resultar em crescimento de microrganismos resistentes, sendo essencial a constante observação do paciente. Antes de iniciar a terapia, deve-se fazer uma pesquisa cuidadosa quanto a reações anteriores de hipersensibilidade às cefalosporinas, penicilinas ou outros medicamentos. Existem evidências de sensibilidade cruzada parcial entre as penicilinas e cefalosporinas. Pacientes têm apresentado reações severas (incluindo anafilaxia) a ambas as drogas. Foi relatada colite pseudomembranosa com o uso de antibióticos de amplo espectro; portanto, é importante considerar este diagnóstico quando surgirem diarréias durante o tratamento. Os casos leves de colite pseudomembranosa geralmente respondem à interrupção do antibiótico; nos casos moderados ou graves, o tratamento deve incluir sigmoidoscopia, estudos bacteriológicos e suplementação de líquidos, eletrólitos e proteínas e administração de vancomicina oral, se necessário. Outras causas de colite devem ser excluídas. Antibióticos de amplo espectro devem ser prescritos com cautela para pacientes com história de doença gastrintestinal, particularmente colite. Estudos realizados em ratos e camundongos demonstraram que a cefalexina não teve efeito adverso sobre o feto. No entanto, como ainda não foi estabelecida em humanos a segurança do produto durante a gravidez, recomenda-se que seu uso somente seja feito quando muito necessário. Deve-se considerar que a maioria dos antibióticos cefalosporínicos é excretada em pequena quantidade no leite materno. O uso em crianças deve ser cuidadoso; foi relatado acúmulo sérico, com conseqüente aumento da meia-vida, de antibióticos cefalosporínicos em neonatos.
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