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FOSFATO SÓDICO DE PREDNISOLONA GENÉRICO

Laboratório

SANOFI-SYNTHELABO Ltda.

Principio ativo

PREDNISOLONA, FOSFATO SÓDICO

Classe

Corticosteróides

Composição

Cada 1 mL de solução oral contém: fosfato sódico de prednisolona(*)...............................................................1,34 mg excipientes q.s.p. ............................................................................................1 mL (metilparabeno, sorbitol (solução 70%), edetato dissódico, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, fosfato de sódio monobásico, essência de framboesa, água purificada). (*) equivalente a 1 mg de prednisolona base A solução oral de fosfato sódico de prednisolona não contém corante ou álcool.

Apresentação

Cartucho com 1 frasco contendo 100 mL de solução oral + copo medida.

Indicações

A prednisolona está indicada nas seguintes condições abaixo: Desordens das glândulas: alterações das funções da glândula supra-renal; nível aumentado de cálcio associado ao câncer; tireoidite não supurativa. Desordens reumáticas: processos inflamatórios da articulação como: artrite psoriásica; artrite reumatóide, inclusive artrite reumatóide juvenil e outras doenças reumáticas como: espondilite anquilosante; bursite aguda e subaguda; tenosinovite inespecífica aguda; artrite gotosa aguda; osteoartrite após traumatismos; sinovite osteoartrítica; epicondilite. Doenças do colágeno: lúpus eritematoso sistêmico, dermatomiosite (polimiosite) sistêmica; cardite reumática aguda. Doenças da pele: pênfigo; dermatite herpetiforme bolhosa; eritema multifore severo (síndrome de Stevens-Johnson); dermatite esfoliativa; micose fungóide; psoríase severa; dermatite seborréica severa. Condições alérgicas: controle de condições alérgicas severas ou incapacitantes que não respondem aos meios convencionais de tratamento em: rinite alérgica permanente ou intermitente; asma brônquica; dermatite de contato; dermatite atópica; doença do soro; reações de alergia a medicamentos. Doenças oculares: graves processos inflamatórios e alérgicos, agudos ou crônicos envolvendo o olho e seus anexos, tais como: conjuntivite alérgica; inflamação da córnea; úlceras marginais alérgicas da córnea; herpes zoster oftálmico; inflamação da íris; inflamação da íris e corpo ciliar; infecção da retina; inflamação do segmento anterior; inflamação do plexo coróide e úvea; inflamação do nervo óptico, oftalmia simpática. Doenças respiratórias: sarcoidose sintomática; síndrome de Loëffler não controlável por outros meios; beriliose; tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada quando utilizado concomitantemente à quimioterapia antituberculosa adequada; pneumonite por aspiração. Desordens no sangue: alteração nas plaquetas em adultos e alguns tipos de anemia. Neoplasias: para o tratamento paliativo de: leucemias e linfomas em adultos; leucemia aguda na infância. Estados que cursam com inchaço: para aumentar a quantidade de urina eliminada ou remissão da perda de proteínas pela urina da síndrome nefrótica idiopática, sem altas taxas de uréia no sangue, ou aquela devida ao lúpus eritematoso. Doenças gastrintestinais: doenças inflamatórias intestinais. Sistema nervoso: esclerose múltipla. Miscelânea: meningite tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio eminente, quando utilizada concomitantemente à quimioterapia apropriada para tratamento da tuberculose; triquinose com envolvimento neurológico ou miocárdico.

Contra indicações

A prednisolona é contra-indicada em infecções não controladas; infecções por micoses generalizadas; e também em casos de alergia conhecida à prednisona, prednisolona ou a qualquer componente da fórmula. Não há contra-indicação relativa a faixas etárias.

Posologia

A dose inicial de fosfato sódico de prednisolona poderá variar de 5 a 60 mL (5 a 60 mg de prednisolona básica) por dia, dependendo da doença específica em tratamento. Em situações de menor gravidade, doses mais baixas podem ser suficientes, enquanto que determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais elevadas. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe uma resposta clínica favorável. Se após um período razoável de tempo não houver uma resposta clínica favorável, o tratamento com o fosfato sódico de prednisolona deverá ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada. Deve ser enfatizado que as necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas, tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento. Após a obtenção de uma resposta favorável, a dose de manutenção deverá ser determinada diminuindo gradativamente a dose inicial a intervalos apropriados, até atingir a dose mínima efetiva. É necessário que o médico observe constantemente o paciente em relação à posologia. Dentre as situações que tornam necessário o ajuste de dosagem incluem-se as alterações do quadro clínico por remissão ou exacerbação da doença, a resposta individual do paciente à medicação e o efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença sob tratamento. Neste último caso, poderá ser necessário o aumento da dose de fosfato sódico de prednisolona por um período de tempo adequado à condição do paciente. Caso seja necessário interromper o tratamento com fosfato sódico de prednisolona 1 mg/mL após um longo período de tempo, recomenda-se que a dose seja reduzida gradualmente, e nunca abruptamente. Procedimentos terapêuticos que devem ser realizados em todo tratamento com corticosteróides: A dose deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias para evitar o risco de insuficiência relativa da supra-renal (ver item ADVERTÊNCIAS). É essencial uma supervisão contínua do paciente após a finalização do tratamento com corticosteróide, pois pode ocorrer reincidência de graves manifestações da patologia para a qual o paciente foi tratado. Em geral, a dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta seja observada. A dose deve então ser gradualmente reduzida até que se alcance a menor dose que mantém uma resposta clínica adequada.  Posologia para casos especiais “Stress” e Doença intercorrente: Nos pacientes sob tratamento prolongado com corticosteróide sujeitos ao “stress” por traumatismos ou infecção, geralmente, a dose de esteróide deve ser aumentada para cobrir o período de “stress”. Para infecções moderadas sem febre, nenhum aumento é necessário. Para infecções mais graves, a dose de prednisolona deve ser duplicada (para um máximo de 20 mg ao dia, caso a dose usual seja inferior a esta). Insuficiência adrenocortical: Insuficiência adrenocortical secundária induzida por medicamentos pode ser resultante de uma retirada muito brusca de corticosteróides e pode ser minimizada pela redução gradual da dose (ver item ADVERTÊNCIAS). Este tipo de insuficiência relativa pode persistir durante meses após a descontinuação do tratamento; portanto, em qualquer situação de “stress” durante este período, pode ser necessário retomar a terapia hormonal. Se o paciente já está recebendo esteróides, pode ser necessário aumento de dose. Conduta necessária caso haja esquecimento de administração: Em caso de esquecimento de alguma dose, consultar o médico sobre a conduta a ser adotada. SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO. NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

Reações adversas

Efeitos prejudiciais são pouco prováveis de ocorrerem com a administração em curto prazo de fosfato sódico de prednisolona, mesmo em altas doses. A maioria das reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes de interrupção ou de uso prolongado em doses elevadas. Em doses elevadas necessárias para produzir a resposta esperada, os efeitos adversos associados ao uso dos corticosteróides são resultantes da: - ação excessiva sobre a troca de eletrólitos; - ação excessiva em outros aspectos do metabolismo incluindo formação de glicose; - ação sobre a reconstituição das células e cicatrização; - efeito inibitório da secreção de hormônio pela supra-renal através da hipófise. A alteração do balanço entre água e eletrólitos manifesta-se na retenção de sódio: com inchaço e aumento da pressão sangüínea; e na maior perda de potássio pela urina: com o desenvolvimento de alcalose com baixo potássio. Em casos extremos, pode induzir à insuficiência cardíaca. Alterações no balanço eletrolítico são naturalmente comuns com hormônios da supra-renal e hipófise, mas ocorrem menos freqüentemente com derivados sintéticos como a prednisona e fosfato sódico de prednisolona. Outros efeitos do metabolismo incluem mudança de posição de cálcio e fósforo, com osteoporose e fraturas espontâneas; perda de nitrogênio e aumento da glicose, com piora ou precipitação de estado diabético. As necessidades de insulina dos pacientes diabéticos são aumentadas e freqüentemente ocorre aumento do apetite. Os efeitos sobre a reconstituição das células manifestam-se como ulceração no estômago e/ou duodeno com sangramento e perfuração, retardando a cicatrização de feridas e aumentando a predisposição para infecção. Foi relatado aumento na suscetibilidade para todos os tipos de infecções, incluindo infecção generalizada, infecções por fungos e vírus. Doses elevadas de corticosteróides ou corticotropinas podem produzir sintomas típicos de aumento da atividade da supra-renal, como “cara de lua”, “corcova de búfalo”, estrias e acne, algumas vezes levando ao desenvolvimento completo da síndrome de Cushing. Se a administração do hormônio for imediatamente suspensa na presença destes sintomas, eles são geralmente reversíveis, mas a brusca suspensão pode ser perigosa. A dose de corticosteróide necessária para causar diminuição ou ausência da corticotropina no sangue, com conseqüente atrofia da supra-renal e o tempo necessário para isto ocorrer são variáveis. A insuficiência aguda da supra-renal, com perda de consciência, pode ocorrer durante o tratamento prolongado ou na interrupção do tratamento e pode ser precipitada por infecção ou traumatismos. Foi relatado retardo do crescimento em crianças e neste aspecto a cortisona apresenta 1/10 da potência quando comparada à prednisona e fosfato sódico de prednisolona. Outros efeitos tóxicos incluem alterações mentais e neurológicas, aumento da pressão sangüínea dentro do crânio e na redução abrupta da dose durante o tratamento de artrite reumatóide, fatalidades atribuídas a lesões de pequenas artérias e arteríolas. Infecções podem ser mascaradas, visto que os corticosteróides apresentam propriedades antiinflamatórias e para diminuição da febre e podem produzir sensação de bem-estar. A administração dos corticosteróides pode também causar redução no número de células brancas do sangue responsáveis pela imunidade. Fraqueza muscular é um evento adverso ocasional da maioria dos corticosteróides, principalmente quando administrados em doses elevadas. Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteróides e sua incidência eleva-se se a dose aumenta muito acima de 8 mg/dia de fosfato sódico de prednisolona ou seu equivalente. - Freqüência de incidência de reações pós-comercialização (> 5%) Gastrintestinais: aumento de apetite; indigestão. Neurológicas: nervosismo ou cansaço; insônia. (1-5%) Dermatológicas: reações alérgicas locais. Gastrintestinais: pode ocorrer inflamação do pâncreas e ulceração no esôfago. Ulceração em estômago e/ou duodeno é uma complicação ocasional. A elevada incidência de sangramento e perfuração nestas úlceras e o seu desenvolvimento natural tornaram-se problemas graves. Alguns investigadores acreditam que a evidência disponível não suporta a conclusão que os esteróides causam úlcera. Outros acreditam que apenas os pacientes com artrite reumatóide apresentam maior incidência de úlcera. Foi proposto que os glicocorticóides alteram o mecanismo de defesa da mucosa. Oftalmológicas: o uso prolongado dos glicocorticóides pode resultar em catarata (particularmente em crianças), projeção do globo ocular para frente, ou aumento da pressão dentro do olho que pode resultar em glaucoma ou pode, ocasionalmente, danificar o nervo óptico e em casos raros, levar à cegueira. O estabelecimento de infecções secundárias por fungos ou vírus dos olhos pode também ser intensificado. Bioquímicas: todos os glicocorticóides aumentam a formação de glicose. A tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina são diminuídas; desde que a função do pâncreas seja normal, o metabolismo dos carboidratos não é visivelmente perturbado. 1/5 dos pacientes tratados com elevadas doses de glicocorticóides desenvolveu diabetes por esteróide. O tratamento com doses elevadas de corticosteróides pode induzir ao aumento acentuado dos triglicérides no sangue, com plasma leitoso. (< 1%) Dermatológicas: os efeitos adversos dermatológicos dos corticosteróides incluem retardo da cicatrização das feridas, face avermelhada, aumento do suor, facilidade em ter hematoma, barba, acne na face, peito e costas, estrias das coxas avermelhadas, nádegas e ombros. Após vários meses de tratamento com doses elevadas, pode ocorrer diminuição da espessura da pele. Manifestações dermatológicas alérgicas a corticosteróides incluem erupção cutânea e/ ou dermatite alérgica, urticária e angioedema. Áreas arroxeadas normalmente ocorrem em superfícies extensoras, no dorso da mão e na parte radial do antebraço. Neurológicas: incluem dor de cabeça, tontura, atividade motora aumentada, alterações isquêmicas de nervos, alterações no eletroencefalograma (EEG) e crises. Doses elevadas podem causar alterações comportamentais e de personalidade, variando de nervosismo, euforia ou alterações no humor a episódios psicóticos que podem incluir tanto estado maníaco quanto depressivo, estado paranóico e psicose tóxica aguda. Há muito não se acredita que problemas psiquiátricos anteriores predispõem alterações comportamentais durante o tratamento com glicocorticóides. Inversamente, a ausência de uma história de doença psiquiátrica não é garantia contra a ocorrência de psicose durante a terapia hormonal. Endócrinas: envolvem variavelmente o eixo entre o hipotálamo, no cérebro, e a glândula supra-renal; a paratireóide e tireóide. Existem também efeitos metabólicos, envolvendo principalmente os carboidratos. Pode ocorrer supressão do crescimento nas crianças. A síndrome de Cushing pode resultar de elevação prolongada dos níveis de glicocorticóide no sangue. Em alguns homens, o uso de corticosteróides resultou em aumento ou diminuição da motilidade e do número de espermatozóides. Irregularidades menstruais são comuns. Ocorre antagonismo entre a paratireóide e hipercorticismo. O hipoparatireoidismo latente pode não ser mascarado pela administração dos corticosteróides. A retenção de fosfato decorrente de insuficiência renal causada pela insuficiência adrenal pode também provocar manifestações de hipoparatireoidismo. Gastrintestinais: incluem náusea, vômitos, perda do apetite (que pode resultar em perda de peso), diarréia ou prisão de ventre, distensão abdominal e irritação do estômago. Cardiovascular: retenção de sal e água, que pode resultar também em aumento da pressão sangüínea. Queda dos níveis de potássio no sangue pode causar arritmia e parada cardíaca. Músculo-esqueléticas: osteoporose e fraturas por compressão de vértebras podem ocorrer em pacientes de todas as idades. A osteoporose é uma indicação para a suspensão do tratamento. Miopatia, caracterizada por enfraquecimento da musculatura proximal dos braços, pernas e da sua musculatura da bacia e do ombro associadas, é ocasionalmente relatada em pacientes que estão sob tratamento com doses elevadas de corticosteróides e pode ser causada por relaxantes musculares não-despolarizantes. Isto pode ocorrer logo após o início do tratamento e pode ser suficientemente grave, impedindo os movimentos. Isto é uma indicação para a suspensão do tratamento. Morte de células dos ossos foi freqüentemente descrita e envolve preferencialmente a cabeça do fêmur e úmero. Efeitos adversos causados pela interrupção do tratamento: fraqueza muscular, queda da pressão sangüínea, queda da taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia), dor de cabeça, náusea, vômitos, cansaço e dores musculares e nas articulações. Fraqueza muscular e endurecimento nas articulações podem persistir por um período de 3 a 6 meses após a descontinuação do tratamento. Reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes da interrupção ou do uso prolongado em altas doses. As seguintes reações adversas foram relatadas; entretanto, não existe nenhuma informação sobre sua incidência. Gerais: retardo do crescimento em crianças pelo tratamento em longo prazo com corticosteróides. No sangue: aumento da contagem total de leucócitos, com aumento nos neutrófilos e diminuição nos monócitos, linfócitos e eosinófilos. Imunológicas: a freqüência e a gravidade das infecções clínicas aumentam durante a terapia com glicocorticóide. Reações graves ou com risco de vida: supressão do eixo entre o hipotálamo e a supra-renal é uma das conseqüências de administrações repetidas de glicocorticóides (ver item ADVERTÊNCIAS). Em alguns casos, a insuficiência adrenal aguda após um período de tratamento com glicocorticóides foi fatal. Neurológicas: epilepsia latente pode ser manifestada pelo tratamento com corticosteróide. Tratamento em longo prazo pode resultar em aumento da pressão sangüínea benigna dentro do crânio.

Interações medicamentosas

Pacientes idosos: Pacientes idosos devem ter cautela com o uso de fosfato sódico de prednisolona, pois são mais suscetíveis a reações adversas. Crianças: As crianças que utilizam esteróides em longo prazo devem ser cuidadosamente observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade, retardo no crescimento, osteoporose e supressão da glândula supra-renal. As crianças tratadas com medicamentos imunossupressores são mais suscetíveis a infecções do que as crianças saudáveis. Varicela e sarampo, por exemplo, podem apresentar conseqüências mais graves ou até mesmo fatais em crianças recebendo tratamento com corticosteróides imunossupressores. Nestas crianças, ou em adultos que não tenham contraído estas doenças, deve-se ter cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição, procure seu médico. Restrições a grupos de risco: Nos pacientes com insuficiência do fígado, pode ser necessária uma redução da dose. No tratamento com fosfato sódico de prednisolona em doenças crônicas ativas do fígado, as principais reações adversas, como fratura vertebral, diabetes, pressão sangüínea alta, catarata e síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes. Nos pacientes com diminuição da função da tireóide e naqueles com cirrose existe efeito acentuado dos corticosteróides. Pacientes com tuberculose ativa ou não-ativa duvidosa, não devem utilizar fosfato sódico de prednisolona, exceto como complemento ao tratamento com medicamentos tuberculostáticos, pois pode ocorrer reincidência da doença. Um tratamento preventivo contra a tuberculose é indicado durante o tratamento prolongado com corticosteróide. Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão devem estar alerta quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento. Atenção diabéticos: contém solução de sorbitol 70% (567,12 mg/mL).
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