PEDIATRIA AMBULATORIAL 2a Edição - Capítulo 64 Epilepsia

Fonseca - 64  . Adélia Maria de Miranda Henriques-Souza. INTRODUÇÃO. Nos últimos anos houve uma evolução considerável no conhecimento semiológico das crises epilépticas com o advento do videoeletroencefalograma, que, aliado aos estudos estruturais e funcionais do sistema nervoso, como ressonância magnética, tomografia por emissão de fóton único (SPECT), tomografia por emissão de pósitrons (PET) e ressonância funcional (RMf), e aos avanços dos estudos genéticos, proporcionou o resgate etiológico de muitas epilepsias e síndromes epilépticas. Em 2010 foram introduzidos novos conceitos em epileptologia, os quais serão utilizados neste capítulo. Em 2014, a International League Against Epilepsy (ILAE) propôs uma nova definição operacional de epilepsia e passou a considerá-la como uma doença do cérebro.. As crises epilépticas são em geral pleomórficas e frequentemente estereotipadas, dependendo da zona cortical envolvida, são imprevisíveis e transitórias, têm início súbito e são de curta duração. Raramente são presenciadas durante a consulta clínica e, na maioria dos casos, o diagnóstico se baseia nas características relatadas pelo paciente e/ou por seus familiares. O eletroencefalograma (EEG) intercrítico contribui para o diagnóstico em....

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