Compêndio de Neurologia Infantil – 2a edição - Capítulo 06 - Ultrassonografia Transfontanelar

FONSECA - 06 Eduardo Carlos Tavares. HISTÓRICO. A ultrassonografia (US) foi introduzida para estudo do conteúdo intracraniano por Leksell,1 em 1956, ao utilizar o modo A para definir a linha média do cérebro. Assimetria na posição dos ecos era interpretada como evidência de desvio da linha média. Esse era um exame rudimentar que não promovia a formação de imagens do conteúdo intracraniano.. O modo B foi usado no final dos anos 1970 para produzir imagens em escala de cinza, mas a calota craniana, em função de seu formato arredondado e grande atenuação sônica, limitava a utilidade desse método. Pape e cols.,2 em 1979, publicaram um estudo em que obtiveram imagens utilizando transdutor linear de 5MHz nos planos coronais e axiais, paralelo à linha cantomeatal, para comparações com a tomografia computadorizada (TC) e a necropsia. Desde então, vários estudos, aperfeiçoando o método, foram publicados. Cooke,3 em 1979, relatou o uso do transdutor setorial mecânico, ampliando a área de acesso das ondas sonoras. Lipscombe e cols.,4 do mesmo grupo de Pape, relataram a utilização da fontanela anterior como janela, utilizando os cortes parassagitais, que promovem melhor visualização dos ventrículos.....

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