Cirurgia de Urgência - Vol. I - 2ª Ed. - Capítulo 04.26. Cirurgia Conservadora do Trauma Esplênico

Gonçalo de Sousa Gomess. . Histórico. . A esplenectomia, parcial por trauma penetrante tem uma pré-história curiosa, guardando o relato dos casos, ou das proezas realizadas nestas priscas eras. Devemos a Sherman 23 a resenha histórica reproduzida a seguir. Segundo relato de Franciscus Rosetti, em 1590, teria sido praticada por um certo Doutor Viard e consistiu em remover a porção de baço exteriorizada através de ferida ao lado esquerdo do abdômen. Caso análogo é atribuído a Timothy Clark que, em 1673, removeu uma porção de baço eviscerado três dias após tentativa de suicídio. Em 1734, um cirurgião irlandês efetua esplenectomia parcial em baço parcialmente eviscerado por ferimento à faca. Praticamente análogo é o caso de um ferido de guerra em 1743. A porção eviscerada, irredutível, "por inflamação devida ao frio da noite", sofreu amputação sem maiores inconvenientes imediatos ou subseqüentes. Em 1797, o Professor Dorsch removeu mais de metade de um baço eviscerado através de ferida penetrante de abdômen. Também esse....

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